Supremo valida indulto que perdoou condenados por corrupção
Com isso, criminosos que já tenham cumprido apenas 1/5 da pena podem pedir à Justiça o benefício — o decreto estava suspenso desde dezembro de 2017.
O julgamento, iniciado em novembro do ano passado, foi concluído hoje com os votos de Luiz Fux e Cármen Lúcia, que ficaram vencidos com Luís Roberto Barroso (relator) e Edson Fachin.
Votaram em favor da tese de que o presidente da República tem poder de definir as regras do perdão os ministros Alexandre de Moraes, Rosa Weber, Ricardo Lewandowski, Marco Aurélio, Gilmar Mendes, Celso de Mello e Dias Toffoli.

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