David Miranda quer ser a principal voz LGBT no Congresso Nacional
Filho de uma prostituta e pai desconhecido, David Miranda ficou órfão aos 5 anos. Foi criado pela tia na favela do Jacarezinho, Zona Norte do Rio. Morou na rua, passou fome e viu seu destino mudar aos 19, quando conheceu o amor de sua vida, o jornalista Glenn Greenwald. Anos depois, decidiu entrar para a política, também por amor. Militante dos direitos humanos, assumiu o cargo de deputado federal há dois meses, quando Jean Wyllys, de quem era suplente, deixou o Brasil.
Voz dissonante no congresso
Nas eleições de 2018, David decidiu disputar uma cadeira no Congresso Nacional e recebeu 17.356 votos, tornando-se o primeiro suplente da bancada do PSOL. Em 24 de janeiro deste ano, Jean Wyllys, também do PSOL, abriu mão de seu terceiro mandato como deputado federal e David assumiu seu lugar. Na ocasião, o presidente Jair Bolsonaro tuitou, momentos após o anúncio de Jean no jornal Folha de S.Paulo, a seguinte frase: “Grande dia”. O ato fez com que David se pronunciasse na mesma rede social: “Respeite o Jean, Jair, e segura sua empolgação. Sai um LGBT, mas entra outro, e que vem do Jacarezinho. Outro que em 2 anos aprovou mais projetos que você em 28. Nos vemos em Brasília”.
Com informações do G1
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