'Mercado da morte' movimenta R$ 1,2 bilhão por ano e gera 7,8 mil empregos em SP, diz sindicato dos cemitérios
Os dados são do Sindicato dos Cemitérios e Crematórios Particulares do Brasil (Sincep), baseados em levantamento feito pela Fecomércio, e consideram apenas os serviços diretos, sem contar o entorno, como floriculturas e psicólogos, por exemplo.
O estudo ainda contabiliza 7.878 empregos de carteira assinada em São Paulo. A indústria funerária emprega 40 mil pessoas no Brasil. Há trabalhadores indiretos também. "Com a tendência de humanização e o uso da tecnologia o espectro de empregabilidade para áreas não convencionais do setor cresceu. São principalmente trabalhadores de hotelaria, designers, engenheiros, arquitetos, psicólogos e profissionais de informática", disse Gisela Adissi, presidente do Sincep.
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