Segundo relatos das vítimas à reportagem, parte das tentativas do religioso foram bruscas e alguns atos foram consumados. Além da abordagem direta, as “irmãs” também denunciaram Jean Rogers de cometer assédio virtual e, inclusive, de se masturbar durante conversas via Skype.
Pelo menos 11 mulheres, de várias cidades, afirmaram à Igreja Católica que foram alvos de tentativas de abuso por parte do padre. A denúncia motivou a abertura de processos canônicos contra o clérigo, informou o jornal paulista.
De acordo com a justiça eclesiástica, a punição mais grave é a demissão do estado clerical (o condenado não exerce mais o sacerdócio) e excomunhão.
Metrópole

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