Após boatos, Styvenson dispara: “Se Henrique Alves quer minha cabeça, vai ficar querendo mesmo”
O atual comandante da Operação Lei Seca foi convidado a coordenar os trabalhos de fiscalização pelo ex-comandante geral da PM, Araújo Silva. “Na época, eu nem queria. Porém, sou militar e devo obediência aos meus superiores. A missão foi dada e teve que ser cumprida”, disse.
Essa não é a primeira vez que Styvenson é alvo de boatos na Internet. A saída dele da Operação Lei Seca vem sendo especulada há tempos. “Soube hoje pela manhã dessas mentiras. O povo vive vasculhando a minha vida, atrás de algo que venha a manchar minha imagem pública. Não tenho rabo preso e meu passado não me condena. Quero só dizer que não tenho receio ou medo de sair dessa função”.
Hoje, aos 40 anos, casado e pai de uma criança, o capitão se diz mais acostumado com sua exposição na mídia e garante que não precisa de holofotes e câmeras ao seu redor. Para ele, o importante na vida é a família e, claro, o cumprimento do dever de fiscalizar e punir os infratores que insistem em dirigir sob efeito do álcool ou de outras drogas.
“Se me tirarem da Operação Lei Seca, vou agradecer!”
Quanto à possibilidade de existir alguma pressão política, que venha a influenciar decisões de seus superiores na PM em afastá-lo da Operação Lei Seca, Styvenson avisa: “Acredito que não há pressão para isso. Mas, se houver, estarão fazendo um favor a mim, no ponto de vista pessoal. Afinal, trabalho mais de 100 horas semanais e não obtenho nenhuma vantagem. Pelo contrário, hoje, não tenho vida social ou privada”, argumentou.
Por outro lado, o capitão afirma que vem trabalhando com afinco nas blitzens da Lei Seca e nas operações Bairro Seguro, principalmente nas periferias de Natal. “Faço o melhor para a sociedade, doa a quem doer. Podem achar ruim e até tentar me perseguir. Se errou, vai ter que pagar. Não adianta espernear. Se não aguenta a pressão, é melhor sair do RN, como já disse antes”.
Autuação administrativa do ex-ministro do Turismo na blitz
Os
boatos ainda davam conta de que a suposta saída de Styvenson da
Operação Lei Seca, teria sido uma retaliação do ex-ministro Henrique
Alves, depois de ter a CNH retira, por não aceitar soprar o etilômetro,
durante uma blitz na zona Sul de Natal. O peemedebista responde
administrativamente pela infração prevista em lei e terá que pagar multa
de R$ 1.915,40.
Diante disso, o capitão disse não conhecer, pessoalmente, o ex-deputado federal e, principalmente, a suposta perseguição insinuada nas redes sociais. “Não posso acreditar em uma versão dessa. Ele não tem motivos para isso, mas se tiver, vai continuar querendo, assim como qualquer outra pessoa”, avisou.
Diante disso, o capitão disse não conhecer, pessoalmente, o ex-deputado federal e, principalmente, a suposta perseguição insinuada nas redes sociais. “Não posso acreditar em uma versão dessa. Ele não tem motivos para isso, mas se tiver, vai continuar querendo, assim como qualquer outra pessoa”, avisou.
Agorarn
3 comentários:
o mais poderoso politico do estado do rn, num eventual governo temer: foi pego dirigindo
alcoolizado, imagina quando tiver mandando junto a temer?
João tu com tanta raiva de Dilma, e agora vai ter que aguentar Henrique no governo do teu Temer!!!
Nunca tive raiva de Dilma, tenho ódio da "política", assim como tenho de todos que atrapalham o desenvolvimento do Brasil. Por mim estariam todos presos e proibidos de trabalharem no serviço publico, até minha mãe se fizesse parte dessas quadrilhas. Abraço!
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