Henrique Alves diz que repasses da Odebrecht à sua campanha foram legais
Listado como um dos beneficiários de doações empresa Odebrecht, envolvida na Operação Lava Jato, o ministro do turismo Henrique Eduardo Alves, sustenta, através da sua assessoria de imprensa, “que todos os valores recebidos pelo então candidato Henrique Eduardo Alves e ao PMDB-RN foram regulares e constam na prestação de contas apresentadas à Justiça Eleitoral”.
Em meados do mês de fevereiro, Henrique Alves teve as contas de
campanha reprovadas pelo Tribunal Regional Eleitoral. Pesava contra o
ex-deputado federal três irregularidades: doação irregular de uma
empresa que não tinha mais de um ano de funcionamento, o que a
legislação veda; falta de recibos de uma gráfica que prestou serviços
para a campanha e débitos remanescentes da campanha, da ordem de R$ 2
milhões referente a prestação de contas.
Votaram a favor da reprovação das contas o relator, juiz federal
Almiro Lemos, e os juízes Sérgio Maia e Alceu Cicco. Votaram pela
aprovação com ressalvas os juízes Gustavo Smith e Herbert Motta. Pela
reprovação das contas, Henrique vai ter que arcar com uma multa de valor
ainda não estipulado e poderá recorrer ao TSE contra a reprovação. Os
direitos políticos estão resguardados, mesmo com a reprovação.
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