Projeto pretende transformar corpos humanos em adubo
Trata-se do próximo passo surpreendente no movimento pelo enterro
natural. Embora cada vez mais pessoas optem pelo sepultamento em
mortalhas simples ou caixões biodegradáveis, os cemitérios urbanos
continuam se enchendo. Para aqueles que têm consciência ambiental, a
cremação é uma opção problemática, uma vez que o processo libera gases
de efeito estufa.
Armada com uma prestigiosa bolsa de estudos na área ambiental, Katrina
Spade, 37 --residente de Seattle formada em arquitetura--, propôs uma
alternativa: um local para a compostagem humana. A ideia é atrair o
interesse de defensores do meio ambiente e cientistas. A mulher que foi
enterrada na serragem é o primeiro passo para testar como isso
funcionaria.
"A compostagem faz as pessoas pensarem em cascas de banana e borra de
café", diz Spade. Mas "nossos corpos têm nutrientes. E se pudéssemos dar
origem a novas vidas depois de morrermos?"
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