Dilma se diz preocupada com avanço da inflação
A presidente Dilma Rousseff admitiu ontem
que a crise internacional afetou profundamente o Brasil e que a
recuperação mundial ainda é “tênue”, o que vai requerer mais esforços da
região para garantir a manutenção dos ganhos sociais obtidos nos
últimos anos. A cooperação entre os países, afirmou, é uma das formas de
a América do Sul tentar superar a crise. Em entrevista, ao final da
Cúpula da União das Nações Sul-americanas (Unasul), Dilma afirmou que a
inflação - que pelo quarto mês seguido superou o teto da meta em 12
meses - é sim motivo de preocupação, mas relativizou. “Sempre tem que
ficar preocupado e preocupado todo dia, com tudo. Não tem algo que
ocorra que não se preocupe. É intrínseco da condição de presidente. Tem
que ter preocupação por parte do governo. Da questão menos relevante à
mais relevante.”


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