A confissão de caixa 2 na Confederação Brasileira de Futsal
Não podia ser pior o clima em que a seleção brasileira entra no
Campeonato Sul-americano de Futsal. A Confederação Brasileira de Futebol
de Salão (CBFS) está de pernas para o ar. As contas da entidade foram
reprovadas. A ata da assembleia realizada em 25 de maio revela que a
diretora financeira Virgínia Borba “informou ter realizado atos mesmo
sabendo que eram ilícitos, porém necessários” e que “ser prática normal a
utilização pelas empresas de ‘caixa 2’, deixando claro que a CBFS
utilizava desse recurso”. Depois disso, o pai de Virginia, Aécio Borba,
renunciou a presidência da CBFS. Assumiu o vice Renan Menezes.
Destituído em novembro, Renan se recusa a sair do cargo. Na semana
passada, as contas bancárias da CBFS foram bloqueadas.


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