Promotor denuncia 30 por fraudes em Limeira
Ex-prefeito Silvio Félix (PDT) é acusado por lavagem de dinheiro, peculato e quadrilha.
O Ministério Público Estadual denunciou à Justiça nesta sexta feira, 4, um grupo de 30 investigados por fraudes a licitações, lavagem de dinheiro, formação de quadrilha, peculato e receptação dolosa – crimes que teriam ocorrido durante as duas gestões do ex-prefeito de Limeira (SP), Silvio Félix da Silva (2006/2012), do PDT.
Ao todo foram entregues à Justiça 5 denúncias (acusações formais), subscritas pelos promotores de Justiça do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO) – Núcleo Piracicaba.
O ex-prefeito, a mulher dele, dois filhos do casal e três irmãos da ex-primeira-dama de Limeira foram denunciados por formação de quadrilha e lavagem de dinheiro, juntamente com o contador da família e de empresas da família, além de um assessor.
A investigação do GAECO apurou que, nas duas gestões, o prefeito e familiares adquiriram imóveis com valor de matrícula total superior a R$ 22 milhões, montante incompatível com os rendimentos dos integrantes da família e de duas microempresas que eles administravam.
O Ministério Público Estadual denunciou à Justiça nesta sexta feira, 4, um grupo de 30 investigados por fraudes a licitações, lavagem de dinheiro, formação de quadrilha, peculato e receptação dolosa – crimes que teriam ocorrido durante as duas gestões do ex-prefeito de Limeira (SP), Silvio Félix da Silva (2006/2012), do PDT.
Ao todo foram entregues à Justiça 5 denúncias (acusações formais), subscritas pelos promotores de Justiça do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO) – Núcleo Piracicaba.
O ex-prefeito, a mulher dele, dois filhos do casal e três irmãos da ex-primeira-dama de Limeira foram denunciados por formação de quadrilha e lavagem de dinheiro, juntamente com o contador da família e de empresas da família, além de um assessor.
A investigação do GAECO apurou que, nas duas gestões, o prefeito e familiares adquiriram imóveis com valor de matrícula total superior a R$ 22 milhões, montante incompatível com os rendimentos dos integrantes da família e de duas microempresas que eles administravam.
Colaboração: Dr. Jeorge Ferreira


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