CPI do Cachoeira aprova quebra de sigilos dos governadores do DF e de Goiás
Com
maioria dos votos, a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do
Cachoeira decidiu formalmente pela quebra dos sigilos bancário,
telefônico, fiscal e de mensagens eletrônicas dos governadores do
Distrito Federal, Agnelo Queiroz (PT), e de Goiás, Marconi Perillo
(PSDB). A decisão vale por 10 anos e inclui também quebra de sigilo de
e-mails.
Em depoimento nessa quarta-feira (13/6), Agnelo abriu
mão de seus sigilos. Pressionado, Marconi Perillo, que havia se negado a
abrir seu sigilo durante seu depoimento na terça-feira (12/6), voltou
atrás e também autorizou a quebra. Sua decisão foi comunicada à CPMI
pelo líder do PSDB na Câmara, deputado Bruno Araújo (PE).
Mais polêmica
A
bancada da oposição foi hostilizada durante a sessão por ter
apresentado um requerimento para convocar a presidente Dilma Rousseff.
Vital do Rego, que preside a CPI, rejeitou o pedido, já que não há base
constitucional para convocar um chefe do Executivo.
Blindando Cavendish
A
convocação do ex-presidente da empresa Delta Construções, Fernando
Cavendish, e do ex-diretor do Departamento Nacional de Infraestrutura de
Transportes (Dnit), Luiz Antônio Pagot, também entraram na pauta da
reunião. O relator da CPI, deputado Odair Cunha (PT-MG) defendeu o
adiamento da convocação de Cavendish.


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