Prefeito de Campestre é investigado por emissão de cheques sem fundos
Cheques sem fundos, apropriação indébita, pagamentos irregulares,
falsificação de assinatura e, até, falsificação de uma lei. A Câmara
Municipal de São José do Campestre está tendo muito trabalho neste
último ano de mandato, mas poderia estar tendo ainda mais, se o prefeito
da cidade, José Borges Segundo, do PMDB, respondesse aos apelos dos
vereadores e fornecesse a documentação pedida para a Comissão Especial
de Inquérito (CEI) instalada para apurar todas essas irregularidades
citadas.
A situação não é nada simples. O caso dos cheques devolvidos, por
exemplo, começou no dia 30 de setembro do ano passado. Foram cerca de 80
cheques devolvidos, a maioria, sem fundos. “É um acusação bastante
grave e que estamos tentando apurar e, por isso, pedimos a ajuda da
Prefeitura para a liberação de documentos. A emissão de cheques sem
fundos é considerada crime e na esfera administrativa trás graves
prejuízos ao município, pelo pagamento de taxas bancárias indevidas”,
afirmou a vereador Maria de Fátima Bernardo Chagas, presidente da CEI
instalada na Câmara da cidade.
Além do problema da “taxa por devolução”, os cheques sem fundo
representam também um prejuízo à imagem da cidade diante de outros
prestadores de serviços. Fornecedores de material de construção e
bandas, por exemplo, podem ter que pensar duas vezes antes de assinar
contratos com a prefeitura, correndo o risco de não receber. Afinal, a
própria vice-prefeita, Francisca de Assis Silva, já recebeu um cheque
sem fundos da Prefeitura assinado pelo prefeito José Borges.
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