

Erros na Justiça fazem crescer o número de condenados injustamente no RN
Uma cicatriz que nunca vai sarar. É dessa forma que Maria Elayne Soares Fonseca da Silva, 19 anos, considera os 149 dias em que ficou detida injustamente no Presídio de Parnamirim, por tráfico de drogas. Uma acusação mesmo que verídica por si só já prejudica a vida do suspeito em vários aspectos. Agora imagine ter a vida virada pelo avesso por uma denúncia infundada e com isso ter que se afastar de familiares, amigos, escola, emprego e ainda "provar" inocência à sociedade que "condena" esses supostos criminosos mesmo antes da sentença da Justiça.
Ausência de provas
Inquéritos sem provas substanciais e "deslizes" do Ministério Público e da Justiça ao emitir pareceres e sentenças, respectivamente, têm contribuído significativamente para o aumento de pessoas condenadas injustamente ou com falta de provas mínimas. Como boa parte dos detentos é de famílias carentes, sem condição de pagar um advogado, essas pessoas são obrigadas a esperar que um defensor público seja designado para atuar no caso.
Veja a matéria completa:
http://www.dnonline.com.br/app/noticia/cotidiano/2011/12/11/interna_cotidiano,87587/erros-na-justica-fazem-crescer-o-numero-de-condenados-injustamente-no-rn.shtml
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