09/12/2010

OPINIÃO DO LEITOR



O termo "Patrimônio público", foi inspirado pela idéia de "posse coletiva", a qual designava o "conjunto de bens de valor cultural que passaram a ser propriedade da nação, ou seja, do conjunto de todos os cidadãos.

"
O que leva o citadino a não valorizar o patrimônio que é seu também? Que valor damos A BANDA DE MÚSICA (A mais antiga em atividade no Rio Grande do Norte e uma das mais antigas no Brasil)?

Que valor damos ao ACERVO de FILHOS ILUSTRES do Nosso Ceará Mirim (Rodolfo Garcia, Edgar Barbosa, Nilo Pereira, Augusto Meira, Eduardo Medeiros, José Pacheco Dantas,Ignácio Cavalcanti, Meira Pires, Magdalena Antunes, Juvenal Antunes, Felipe Camarão...) Sanderson Negreiros, Agnelo Alves, Franklin Jorge, Lúcia Helena Pereira, Pedro Simões ...)


Que valor damos as edificações financiadas pelo bangüê (Engenho e casas grandes)?
Uma cidade que não conhece, não preserva e não valoriza seu patrimônio cultural é uma cidade sem "alma e sem sentido", que fatalmente estará fadada a se extinguir.

Zelar pelo patrimônio público também é uma tarefa do cidadão e de nada adianta se a população não colaborar efetivamente.


# Antonio Augusto Júnior

6 comentários:

Do passado me faço presente disse...

Fico emocionado caro amigo João, em ler este comentário, lembranças dos dias em que participei da Banda dos escoteiros e via esta tão gloriosa banda de música com a regência do saudoso Djalma ribeiro, que de forma brilhante comandava duas Bandas de Música, a de nosso município e a da PMRN, brilhante era a disputa que o mesmo propositalmente iniciava nas retretas e dobrados militares, a meu ceará mirim se todos soubessem o orgulho que tenhamos ao tocar para nossas crianças, a meu ceará mirim se tu soubesses a tristeza que tenho quando vejo comentários que te agridem. Como podemos ficar sem passado, pois é nosso presente e futuro de nossas crianças.

Anônimo disse...

Constitui-se num dos maiores patrimônios culturais do município de Ceará-Mirim. Pena que os que moram fora não saibam da Historia da mesma.

Maria Helena D. Silva disse...

Vejo estes comentários e lembro-me muito bem quando participei da Banda Mista, que com muito brilho desfilávamos lindas e formosas.Hoje conto para minhas netas que meus santos musiqueiros lutam para sustenta-las.

Anônimo disse...

A verdade é que a população não ta nem ai mesmo. O prefeito só mantem a banda pra evitar o mimimi desenfreado dos pseudo intelectuais. Se ainda tivesse dinheiro sobrando tudo bem, mas se a prefeitura ta vedendo o almoço pra comprar a janta, devia mesmo era gastar no essencial e deixar o "pratrimônio"(rss) de lado por um tempinho.

Anônimo disse...

ESSE GOVERNO VEIO PARA DESTRUIR O NOSSO MUNICIPIO,PRECISAMOS NOS UNIRMOS PARA DAR UM BASTA NESSE DESMANTELO SEM CONTROLE.E BOM LEMBRAMOS TAMBEM DESSES CORVADES DOS VEREADORES.

Anônimo disse...

Alguém conhece algum político que tenha ABREU no nome?
Veja o que tem no http://valedobaquipe.blogspot.com

HÁ BREU
Se há breu na cidade onde as cores secam
Seca o verde intenso do seu vale e das suas praças
Se há breu na cidade onde indústrias poluem
Sega o mirar nuvens escuras, a impedir enxergar o azul celeste
Se há breu na cidade onde existem tantos desempregos
Espessa o encarnado da violência advinda das várias formas de exclusão
Se há breu na cidade onde existe apenas o silêncio dos edis baquipianos
Surge o clamor a ecoar no extenso vale e cada canto é uma luta
Se há breu na cidade onde suas proporções atingem a sede governamental
Tremula no horizonte a bandeira multicor e translúcida da esperança
Se há breu na cidade onde reina A breu,
Encare quem quiser à luz de vela. Prefiro a velha lamparina.

Antônio Augusto da Silva Júnior