

MPF instaura inquérito para apurar falso testemunho na Operação Hígia
O Ministério Público Federal no Rio Grande do Norte (MPF/RN), por meio da procuradora da República Clarisier Azevedo Cavalcante de Morais, requisitou ontem (18) a instauração de inquérito policial para apurar suposta prática de crime de falso testemunho por parte de Gorka Sanchez Trigo, que prestou depoimento ontem em processo referente à Operação Hígia.
De acordo com a procuradora, que é a atual responsável pelo caso, as declarações feitas por ele em juízo, na qualidade de testemunha de defesa de João Henrique Lins Bahia, entram em contradição com o depoimento colhido pela Polícia Federal à época dos fatos. Além disso, Gorka Sanchez Trigo também aparece como testemunha de acusação em outro processo relacionado à Hígia, que apura o crime de lavagem de dinheiro atribuído a Lauro Maia.
Vale ressaltar que a referida testemunha responde, ainda, por envolvimento em esquema de lavagem de dinheiro, desarticulado pela Operação Escambo. O esquema contava com a participação de agências de turismo, casas de câmbio, hotéis e pousadas de Natal.
Fazer afirmação falsa, ou negar ou calar a verdade como testemunha caracteriza o crime de falso testemunho, punido com reclusão, de um a três anos, e multa.
A oitiva de testemunhas na Justiça Federal continua ocorrendo nessa sexta-feira (19)
De acordo com a procuradora, que é a atual responsável pelo caso, as declarações feitas por ele em juízo, na qualidade de testemunha de defesa de João Henrique Lins Bahia, entram em contradição com o depoimento colhido pela Polícia Federal à época dos fatos. Além disso, Gorka Sanchez Trigo também aparece como testemunha de acusação em outro processo relacionado à Hígia, que apura o crime de lavagem de dinheiro atribuído a Lauro Maia.
Vale ressaltar que a referida testemunha responde, ainda, por envolvimento em esquema de lavagem de dinheiro, desarticulado pela Operação Escambo. O esquema contava com a participação de agências de turismo, casas de câmbio, hotéis e pousadas de Natal.
Fazer afirmação falsa, ou negar ou calar a verdade como testemunha caracteriza o crime de falso testemunho, punido com reclusão, de um a três anos, e multa.
A oitiva de testemunhas na Justiça Federal continua ocorrendo nessa sexta-feira (19)
2 comentários:
J'ai appris des choses interessantes grace a vous, et vous m'avez aide a resoudre un probleme, merci.
- Daniel
Obrigado a você, por ser leitor desta pagina. Um abraço.
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