

Para líder do DEM, recriar a CPMF é trair o voto popular
O líder do Democratas, deputado Paulo Bornhausen (SC), disse na tarde desta terça-feira que a tentativa de recriação da CPMF pela presidente eleita, Dilma Rousseff, é uma traição às pessoas que votaram nela, já que durante a campanha a então candidata nunca disse que iria propor a volta do imposto.
“Há uma traição aos eleitores ao propor a recriação da CPMF [agora como CSS]. Nenhum governador nem a presidente eleita se comprometeu nos palanques com a recriação ou o aumento de impostos. Pelo contrário, todos defenderam a diminuição da carga tributária no Brasil”, disse Bornhausen.
No entanto, sobre a criação da Contribuição Social para a Saúde (CSS), o líder do governo Cândido Vaccarezza disse que "ainda não está claro qual o caminho a seguir" para o financiamento do setor. Ele defendeu que o assunto seja discutido com os governadores eleitos.
Em visita à Câmara, nesta terça, o ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, afirmou que fará parte do novo Congresso, que toma posse em fevereiro, debater formas de financiamento da saúde e de melhoria da gestão do Sistema Único de Saúde (SUS). Segundo ele, essa discussão deve vir no âmbito de uma reforma tributária ou dentro da destinação dos recursos do pré-sal. Ele defende que o tema seja discutido com os novos governadores e os prefeitos.
“Há uma traição aos eleitores ao propor a recriação da CPMF [agora como CSS]. Nenhum governador nem a presidente eleita se comprometeu nos palanques com a recriação ou o aumento de impostos. Pelo contrário, todos defenderam a diminuição da carga tributária no Brasil”, disse Bornhausen.
No entanto, sobre a criação da Contribuição Social para a Saúde (CSS), o líder do governo Cândido Vaccarezza disse que "ainda não está claro qual o caminho a seguir" para o financiamento do setor. Ele defendeu que o assunto seja discutido com os governadores eleitos.
Em visita à Câmara, nesta terça, o ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, afirmou que fará parte do novo Congresso, que toma posse em fevereiro, debater formas de financiamento da saúde e de melhoria da gestão do Sistema Único de Saúde (SUS). Segundo ele, essa discussão deve vir no âmbito de uma reforma tributária ou dentro da destinação dos recursos do pré-sal. Ele defende que o tema seja discutido com os novos governadores e os prefeitos.
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