
# Um fato curioso nessa "briga" do Ex-Senador Geraldo Melo com o Empresário Manoel Dias Neto, é um cidadão de nome Antonio Martins que é Presidente da Cia. Açucareira Vale do Ceará-Mirim. Segundo alguns funcionários da empresa, ninguém nunca o viu por lá, mas todos os documentos da açucareira tem a sua assinatura, e todos os rumos a serem tomados pela açucareira tem o seu veredicto. Mistério que a Justiça precisa descobrir. Segundo o apresentador Túlio Lemos, o Antonio Martins seria uma espécie de "laranjada" ou um "caldo de cana". # Encontra-se nas mãos dos responsáveis, duas pesquisas para consumo interno a respeito das eleições de outubro próximo em Ceará-Mirim. Confesso pra vocês que fiquei atônito com alguns resultados em relação a Deputado Estadual e Deputado Federal. Se essa pesquisa fosse registrada no TRE para divulgação para o povo em geral, tenho dúvidas se alguns "cabos eleitorais" famosos permaneceriam residindo na terra dos verdes canaviais. É broxante, ridículo, pífio, humilhante o resultado de alguns candidatos que se acham donos do mundo. O "Cabim tá dodoi, dadadá gardenal que passa...........".
# A prática da vereadora Sargento Regina (PDT) que confirmou ter votado em Dickson Nasser para presidência da Câmara Municipal de Natal em troca de R$ 10 mil em cargos na Mesa Diretora também é adotada por outros parlamentares da Casa. O vereador Heráclito Noé (PPS), integrante da Comissão de Ética, afirmou que todos os votos na candidatura de Nasser foram negociados mediante o repasse de cotas nos 181 cargos que são de livre nomeação da Mesa Diretora. Será que a Justiça não sabe que essa prática é comum em todo esse Brasilzão de mãe Preta e Pai João? Será que só agora através desses vídeos da Vereadora Regina é que a Justiça tomou conhecimento dessas negociatas? Não muito longe de Natal numa Câmara Municipal teve troca de votos por casas populares. Um ser que ocupa vaga em uma dessas casas parlamentares na grande Natal, declarou em reunião na câmara em alto e bom tom que estaria fazendo essa permuta com o chefe do executivo. É muita farinha pra pouca carne permutas e negociatas são feitas Brasília e passam despercebidas pela Justiça, mesmo ela sabendo que existe,
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