13/10/2018

RN: POLÍTICOS QUE NÃO CONSEGUIRAM REELEIÇÃO

Veja os políticos do RN que não conseguiram se eleger e ficaram sem mandatos

Resultado de imagem para eleiçoes 2018 no rnA eleição de 2018 alterou o cenário político do Rio Grande do Norte e deixará sem mandato vários políticos e lideranças históricas do estado, a partir de 2019. Caso de dois senadores, quatro deputados federais, além de deputados estaduais. No caso do Senado, deixam a Casa Garibaldi Alves Filho (MDB) e José Agripino (DEM).

Aos 71 anos, Garibaldi tentou se reeleger para o terceiro mandato de senador, mas ficou em quarto lugar na disputa pelas duas vagas deste ano. Ele ocupa uma cadeira no Senado desde 1° de fevereiro de 2003, foi presidente da casa e do Congresso Nacional entre dezembro de 2007 e fevereiro de 2009 e se licenciou para ser ministro da Previdência, entre 2011 e 2015. O filho de Garibaldi, Walter Alves (MDB), conseguiu se reeleger deputado federal no último domingo.

Após 24 anos consecutivos no Senado, outra liderança da política potiguar que deixa a casa em 2019 é José Agripino Maia, de 73 anos, ex-presidente nacional do DEM. Neste ano, ele concorreu ao cargo de deputado federal, mas ficou na segunda suplência na coligação e não terá mandato a partir de janeiro. O atual deputado federal Felipe Maia (DEM), fiho de Agripino, também deixou de concorrer à reeleição para apoiar a candidatura do pai e não se candidatou a outro cargo. Ambos ficarão sem mandato.

No lugar dos senadores, vão assumir os cargos em 2019 o capitão Styvenson Valentim (Rede), em seu primeiro mandato eletivo, e a deputada federal Zenaide Maia (PHS).

Deputados federais

Entre os atuais deputados federais que não conseguiram reeleição estão Rogério Marinho (PSDB), que ficou conhecido nacionalmente como relator da reforma trabalhista. Ele tentou a reeleição, mas não obteve sucesso.

Além dele, Beto Rosado (PP) também disputou pelo retorno ao Congresso sem êxito.

Houve ainda o caso de Antonio Jácome (Podemos) que se candidatou ao Senado, mas não ganhou e ficará sem mandato; e Felipe Maia, já citado, que não concorreu.

Deputados Estaduais

Nove deputados deixam a Assembleia Legislativa, que conta com 24 cadeiras, porém, destes, um terá mandato a partir do próximo ano na Câmara Federal. É o caso de Fernando Mineiro (PT).

Ficarão sem mandato Ricardo Motta (PSB), Márcia Maia (PSDB), Carlos Augusto Maia (PCdoB), Larissa Rosado (PSDB), Jacó Jácome (PSD) e Gustavo Fernandes (PSDB), que tentaram reeleição, mas não conseguiram votos suficientes.

CEARÁ-MIRIM: OVO CAIPIRA, SABOR QUE ALIMENTA!



PALOCCI ENTREGA PROVAS DE SUA DELAÇÃO

Antonio Palocci entrega 18 tipos de ‘provas’ para corroborar delação

Ex-ministro Antonio PalocciO ex-ministro Antonio Palocci entregou à Justiça 18 tipos diferentes de documentos – entre contratos fictícios, notas fiscais, e-mails e anotações – para corroborar sua delação premiada. Em petição ao desembargador João Pedro Gebran Neto, o ex-ministro volta a reforçar que sua colaboração premiada, homologada pelo magistrado, tem sido efetiva e que, por isso, deve receber os benefícios de um delator pelo Tribunal Regional Federal da 4.ª Região (TRF-4) – Corte de apelações da Operação Lava Jato.

Palocci está preso desde setembro de 2016, alvo da Operação Omertà, desdobramento da Lava Jato. O juiz Sérgio Moro condenou o ex-ministro em uma primeira ação a 12 anos e 2 meses de reclusão. Palocci pede à Corte de apelações para que sejam aplicados a ele os benefícios de uma colaboração premiada em julgamento de apelação contra a sentença de primeira instância. Entre elas, a redução da pena em dois terços. A defesa também recorre pela liberdade de Palocci.

O advogado Tracy Reinaldet, defensor do ex-ministro, ressalta que “no atual momento, diante do novo quadro processual envolvendo o acusado, resta evidenciado que o risco de reiteração criminosa se encontra absolutamente afastado”. “Não obstante, além de ser ampla e sem fronteiras, a cooperação de Antonio Palocci Filho, em especial no que tange os processos e procedimentos sob a jurisdição do TRF-4, já tem se revelado efetiva e útil”, sustenta.

A defesa de Palocci apresentou à Justiça “em primeiro lugar, dois contratos fictícios firmados pela empresa Projeto, cada qual com uma pessoa jurídica diferente, os quais foram utilizados para operacionalizar o pagamento de valores ilícitos a Antônio Palocci Filho”, assim como “as notas fiscais inerentes a cada um dos contratos acima mencionados, as quais demonstram a entrada dos valores ilícitos na esfera patrimonial do colaborador”.

Outros exemplos de documentos são e-mails trocados entre funcionários de Palocci e funcionários das empresas com as quais a Projeto manteve supostos contratos ilícitos e comprovantes de doações eleitorais oficiais, realizadas por agentes privados, “as quais foram feitas tão somente como contrapartida à atos de ofício praticados em benefício de tais pessoas físicas e jurídicas”. Também foram apresentados celulares, HDs, pen drives, extratos telefônicos e documentos manuscritos.

Estadão

PREJUÍZO DE R$ 5 MILHÕES EM CICLOVIA PROMOVE AÇÃO CONTRA HADDAD

Haddad é réu em ação sobre ciclovia que causou um prejuízo de R$ 5,2 mi

Haddad é alvo de oito processos na JustiçaEntre os oito processos na Justiça que o Fernando Haddad (PT) é alvo, um deles aponta um prejuízo de R$ 5,2 milhões aos cofres públicos durante a gestão do petista na Prefeitura de São Paulo (2013-2016).

A ação por improbidade administrativa proposta pelo MP (Ministério Público) ao candidato à Presidência da República afirma que a construção do trecho da ciclovia Ceagesp-Ibirapuera, de 12,4 km, pelo valor de R$ 54,78 milhões foi feita sem licitação, sem projeto executivo e com preço superfaturado.

Em agosto deste ano, a 11ª Vara da Fazenda Pública aceitou a denúncia. O processo ainda está em fase inicial. No dia 03 de outubro, o juiz mandou expedir os mandados de citação dos denunciados para que eles possam apresentar as contestações.

LINKS EM QUE O PT APOIA VENEZUELA DE MADURO SÃO TIRADOS DO SEU SITE

PT tira do ar links de apoio a Venezuela e a Maduro

PT tira do ar links de apoio a Venezuela
O PT (Partido dos Trabalhadores) tirou do ar do seu site oficial duas notas em que o partido manifesta apoio ao governo de Nicolás Maduro, da Venezuela.

A nota “PT divulga nota em apoio à Venezuela”, de 3 de abril de 2017, é redirecionada para uma outra matéria, intitulada “Você sabia? Haddad já foi eleito o melhor prefeito da América Latina”.

Já outra nota, de 16 de outubro de 2017, chamada de "Venezuela: mais uma vez, exemplo de democracia e participação cidadã!” não está mais disponível no site.

O apoio dos petistas a Maduro é bastante criticado por Jair Bolsonaro (PSL), adversário de Fernando Haddad (PT), no segundo turno das eleições. O próprio candidato do PSL, na quinta-feira (11), chamou a atenção nas redes sociais sobre o link não estar funcionando.

"Será que a ordem veio de dentro da prisão?", escreveu o candidato se referindo ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, preso em Curitiba desde abril.

A Venezuela vive uma grande crise política e econômica e é acusada por órgãos internacionais de cometer violações de direitos humanos.

r7

A ATRIZ GLOBAL REGINA DUARTE DECLARA APOIO A BOLSONARO

Bolsonaro recebe apoio da atriz Regina Duarte e critica Haddad

Bolsonaro, Regina DuarteO candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, recebeu nesta sexta-feira (12) a visita da atriz Regina Duarte, em sua casa, na Barra da Tijuca,no Rio de Janeiro.

Em 2002, Regina Duarte foi destaque da campanha “Eu tenho medo”, contra a candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva. No vídeo da propaganda eleitoral do então adversário de Lula, o tucano José Serra (PSDB), a atriz declarou que tinha “medo” de Lula e que estava preocupada com um possível retrocesso na área econômica com a vitória do PT.

O encontro entre Bolsonaro e Regina Duarte foi publicado nas redes sociais. O candidato do PSL também aproveitou para criticar os planos de política de segurança e carcerária do programa de governo de Fernando Haddad.

HADDAD CONTRA ARMAS E PROMETE COMBATER O RACISMO

Haddad critica política armamentista e promete combater o racismo

O candidato do PT à Presidência, Fernando Haddad, assistiu à missa de Nossa Senhora Aparecida ao lado da mulher, Ana Estela, e da vice na chapa, Manuela D’Ávila. Após o ato religioso, ele criticou a política armamentista defendida pelo candidato adversário Jair Bolsonaro.

A igreja visitada pelo candidato fica no Jardim Ângela, região com um dos maiores índices de violência da capital paulista. Um levantamento feito por ONGs mostrou que a expectativa de vida no local é de apenas 55 anos, contra 75 da média nacional.

No sermão, o padre disse que é preciso respeitar a vida e que a arma é um instrumento da morte. Logo depois da missa, Haddad repetiu a mensagem de repúdio à violência, num discurso para a comunidade.

“É impossível nós não concordarmos com que o que está sendo dito. Preservar a vida, combater violência, combater corrupção, preservar o meio ambiente e garantir a democracia. Alguém discorda disso aqui?”, disse o candidato.

Ele também se comprometeu a combater o racismo. “Nossa Senhora da Aparecida é uma santa muito importante, porque ela é negra e protetora dos escravos e nós temos também que compreender que nós temos que superar a cultura do racismo, que ainda existe no nosso país”, afirmou.

Na quinta-feira (11), ele teve uma reunião em Brasília com representantes da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).

Questionado sobre a influência da Igreja em seu eventual governo, Haddad disse que assumiu compromissos sobre princípios com os bispos.

“Os princípios que a Igreja Católica colocou são princípios que todas as pessoas valorizam: proteção da vida, proteção do meio ambiente, proteção da democracia, combate à violência”, concluiu Haddad.

Ele também se referiu ao Dia das Crianças, comemorado nesta quinta, e falou de propostas para a educação infantil.

“O São Paulo Carinhosa é um programa que pretendemos estender para todo o país. De proteção à criança e à adolescência. Temos uma meta de colocar toda criança a partir de 4 anos na escola. Vamos fazer uma busca ativa das crianças que ainda não estão na escola. Porque é obrigatória a matrícula a partir dos 4 anos”, afirmou.

Sobre o tema do meio ambiente, Haddad disse que vai estimular o aumento da produtividade de terra cultivada e investir parte das reservas cambiais em energias renováveis.

“Vamos aumentar a produtividade alterando uma tabela que é de 1975, que precisa ser alterada, que é de produtividade por hectare, dependendo da cultura que é plantada. E vamos investir pesado 10% das reservas cambiais em energia alternativa: biocombustível, energia eólica e energia solar”, completou o candidato.

Com informações do G1

CEARÁ-MIRIM: REDEMAIS OPÇÃO FEIRÃO DE 12 A 14/10/2018

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FEIRÃO 12 A 14/10
PRODUTO
VENDA R$
CARNE BOV COSTELA KG
11,19
CARNE BOV MOÍDA DIANTEIRA KG
13,90
CARNE BOV PARA GUISADO KG
15,90
LINGUIÇA DE FRANGO SEARA 700G
8,89
LINGUIÇA TOSCANA SEARA 700G
8,89
MAC LAMEN FORTALEZA 85G SABORES
0,89
BOLACHA S. FCO MANTEIGA DO SERTÃO/MARAGOGI DOCE 250G
3,39
MAÇA NACIONAL KG
4,99
MELÃO JAPONÊS KG
1,49
REFRIGERANTE PEPSI COLA / GUARANÁ ANTARCTICA 2,5L
5,49
LASANHA PERDIGÃO 600G SABORES
8,98
MOLHO TOMATE TARANTELLA SC 340G
1,29
LEITE PÓ INTEGRAL PARMALAT SC 800G
15,98
REQUEIJÃO CREMOSO TRADICIONAL CENTRO OESTE 200G
3,59

RN: EM JANEIRO ZÉ AGRIPINO PERDE O FORO PRIVILEGIADO

Agripino perderá foro privilegiado em janeiro e ações contra ele devem correr na Justiça potiguar

Resultado de imagem para agripinoO novo entendimento do STF (Supremo Tribunal Federal) que restringiu o foro especial de parlamentares deverá levar para a primeira instância da Justiça Federal uma série de inquéritos e ações penais da Lava Jato contra políticos que não conseguiram se reeleger neste ano.

Entre eles, o senador José Agripino Maia, que, diante das fortes rejeições, tentou disputar o cargo de deputado federal e perdeu. Isso significa que a partir de 2019 ele estará sem mandato e, provavelmente, sem foro privilegiado por prerrogativa de função. Agripino é réu em duas ações penais que surgiram no decorrer da Lava Jato. Uma delas trata do esquema de um possível esquema de corrupção e desvio de dinheiro na construção da Arena das Dunas. Ele é réu acusado de receber propina da OAS, empresa responsável pela execução da obra.

A remessa para a primeira instância não é automática. Depende de parecer da Procuradoria-Geral da República e de decisão do ministro relator em cada caso, o que só deverá ocorrer a partir de fevereiro de 2019, quando começa a nova legislatura e os não reeleitos ficarão sem mandato.

A regra, definida pelo plenário do Supremo em maio, é que o foro especial se restringe a crimes praticados no exercício do cargo e em razão dele.

Se o parlamentar perder a prerrogativa de foro durante a tramitação do processo, o inquérito ou a ação penal que não tiver chegado à fase de intimação das partes para alegações finais.

12/10/2018

ESFAQUEADOR DE BOLSONARO E AS MENSAGENS PARA GLEISI HOFFMANN

As mensagens do esfaqueador de Bolsonaro para Gleisi Hoffmann

Resultado de imagem para esfaqueador de bolsonaro e gleisi hoffmannAlém de publicar uma mensagem de apoio à candidatura de Lula, o esfaqueador de Jair Bolsonaro dirigiu-se também a Gleisi Hoffmann.

Num de seus comentários, ele disse:

“Caso Lula não venha realmente concorrer, espero ver você na disputa, segunda alternativa o Mercadante.”

Em seguida, de acordo com a Veja, ele avisou que o candidato escolhido pelo PT seria perseguido por Sergio Moro e por “toda a maçonaria”.

O Antagonista

BOLSONARO E HADDAD NA ESTREIA DO HORÁRIO ELEITORAL - 2º TURNO

Bolsonaro ataca PT e Haddad ignora Lula no horário eleitoral

Bolsonaro e Haddad disputam segundo turnoNa estreia do horário eleitoral gratuito no segundo turno no rádio, o candidato Jair Bolsonaro (PSL) partiu para o ataque contra o PT e seu adversário, Fernando Haddad. Já o programa do petista ligou o concorrente à onda de violência gerada na campanha à Presidência da República e não citou, como havia feito no primeiro turno, o nome do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Bolsonaro, que praticamente estreou no horário eleitoral, já que na primeira fase da campanha tinha menos de 10 segundos por programa, lembrou a ascensão do socialismo e do comunismo na América Latina, citou a criação do Foro de São Paulo, "grupo liderado por Lula e Fidel Castro (ex-presidente de Cuba)" e até divulgou um áudio do ex-presidente brasileiro, preso em Curitiba. "Todos que participaram do Foro de São Paulo chegaram ao poder", diz Lula.

O programa do candidato do PSL informou que Cuba é o país mais atrasado do mundo, lembrou as crises na Venezuela e do Brasil, governado pelo PT entre 2003 e 2016. "Estamos à beira do abismo (...) fizeram de Brasília um balcão de negócios e muitos estão presos". A locução citou também que o vermelho, cor do PT, jamais foi a cor da esperança.

Nesse primeiro programa eleitoral de Bolsonaro, Haddad foi chamado de "boneco de Lula", e declarações de pessoas procuram afastar as acusações de racista e machista de Bolsonaro. "Sou mulher e negra. PT nunca mais. A nossa bandeira é verde e amarela", afirma uma apoiadora do deputado federal. Na parte final, Bolsonaro é apresentado ao eleitor e reforça a questão feminina, com a repetição do relato emocionado de uma reversão de vasectomia para que pudesse ter uma filha, Laura, a única mulher após quatro homens.

r7

DATAFOLHA E IBOPE: AS PESQUISAS QUE NÃO BATERAM

Datafolha desmente simulações que o próprio instituto e o Ibope fizeram para 2º turno

Pesquisas divulgadas durante todo o primeiro turno previam, em simulações de segundo turno, que qualquer adversário derrotaria Jair Bolsonaro (PSL). A única exceção era a fraquíssima Marina Silva. Ibope e Datafolha de 4 de outubro apostavam que Haddad (PT) empataria com Bolsonaro (“42% cada”). Mas já na primeiro pesquisa após o primeiro turno, o próprio Datafolha se desmentiu: 58% a 42%. 

Os institutos de pesquisa foram os grandes derrotados no primeiro turno das eleições. Erraram feio, passaram vexame, e silenciaram.

A disputa pelos governos estaduais do Rio de Janeiro e Minas Gerais expôs os erros ou a incapacidade dos institutos de acertar resultados.

No 1º turno, o candidato “que qualquer um derrotaria”, Jair Bolsonaro, somou mais de 46%, equivalentes a quase 50 milhões de votos.

Os pesquiseiros previam que Ciro Gomes venceria Bolsonaro por 45% a 39%, em eventual 2º turno. Ele teve raquíticos 12,47% dos votos.

A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

GOVERNADORES VOTAM A REVELIA DO PARTIDO NO 2º TURNO

7 candidatos a governador não seguem decisão dos partidos sobre apoio na disputa presidencial no 2º turno

Eleições 2018 — Foto: Arte/G1Dos 28 candidatos a governador que disputam o segundo turno, 7 não seguiram a recomendação das executivas nacionais dos respectivos partidos sobre o apoio aos candidatos à Presidência neste segundo turno.

Deles, 4 são candidatos filiados ao PDT, que concorreu com Ciro Gomes no primeiro turno, e outros 3, do PSB. Ambas as legendas decidiram apoiar Fernando Haddad (PT) na votação de 28 de outubro, mas nem todos os correligionários seguiram a orientação. Dois candidatos do PDT, inclusive, declararam voto em Jair Bolsonaro (PSL), adversário direto de Haddad no segundo turno.

A reportagem leva em conta um levantamento do G1 sobre os apoios de todos os candidatos aos governos estaduais que disputam segundo turno. As respostas foram coletadas até a manhã desta sexta-feira (12). Veja a lista:

PDT - apoia Fernando Haddad:

Waldez Góes (AP) – não definiu apoio;
Amazonino Mendes (AM) – apoia Jair Bolsonaro (PSL);
Juiz Odilon (MS) – apoia Jair Bolsonaro (PSL);
Carlos Eduardo (RN) – apoia Jair Bolsonaro (PSL).

Nenhum candidato a governador filiado ao partido declarou apoio em Haddad.

Por meio da assessoria de imprensa, o PDT afirmou ao G1 que aguarda posicionamento da próxima reunião da executiva nacional para definir se haverá punição aos correligionários que declararam voto em Bolsonaro. O encontro ainda não tem data prevista.

PSB - apoia Fernando Haddad:

Rodrigo Rollemberg (DF) – decidiu pela neutralidade;
Valadares Filho (SE) – não definiu apoio;
Márcio França (SP) – decidiu pela neutralidade.

Do PSB, somente Capi, candidato ao governo do Amapá, confirmou apoio em Haddad. Apesar da sustentação a Haddad, o partido liberou França e Rollemberg para decidirem sobre apoios ainda na terça-feira (9).

"No estado de São Paulo e no Distrito Federal, os diretórios poderão examinar as suas coligações e decidir o que devem fazer, tendo em consideração que temos confiança absoluta no Márcio França e no Rodrigo Rollemberg em que eles precisam ter a liberdade para conduzir as suas campanhas e conquistar uma vitória nessas duas unidades importantíssimas da federação do nosso país", declarou o presidente nacional do partido, Carlos Siqueira.

Mesmo partido, mas em lados opostos

O PSD se declarou neutro na disputa presidencial e liberou seus correligionários para apoiar qualquer um dos dois presidenciáveis. Assim, cada um dos 2 candidatos do partido nos governos estaduais decidiu por um adversário:

Apoia Jair Bolsonaro: Gelson Merísio (SC);
Apoia Fernando Haddad: Belivaldo Chagas (SE).

Nas demais siglas que declararam neutralidade, os candidatos decidiram pelos seguintes posicionamentos:

O DEM tem 2 postulantes aos governos estaduais ainda em disputa: Marcio Miranda (PA) e Eduardo Paes (RJ). Ambos decidiram manter a neutralidade e, portanto, não apoiam nenhum presidenciável;
O MDB tem 3 filiados na disputa para governador. José Ivo Sartori (RS) apoia Bolsonaro, enquanto Helder Barbalho (PA) decidiu se manter neutro. Ibaneis Rocha (DF) não declarou apoio.
O único candidato do Novo no segundo turno, Romeu Zema (MG), declarou voto em Bolsonaro;
O PSDB concorre com 6 candidatos no segundo turno. Deles, 4 – Eduardo Leite (RS), Expedito Junior (RO), João Doria (SP) e Reinaldo Azambuja (MS) – apoiam Bolsonaro. Antonio Anastasia (MG) não definiu voto, enquanto Anchieta (RR) se declarou neutro.

Os demais candidatos seguiram as determinações dos partidos ou pertencem às siglas dos dois presidenciáveis que estão no segundo turno. Confira:

O PSC decidiu apoiar Jair Bolsonaro na eleição presidencial. A determinação foi seguida pelos 2 candidatos a governador da sigla: Wilson Lima (AM) e Wilson Witzel (RJ);
O PSL, de Jair Bolsonaro, tem 3 candidatos a governador. Todos apoiarão o correligionário: Coronel Marcos Rocha (RO), Antonio Denarium (RR) e Comandante Moisés (SC);
O PT, de Fernando Haddad, concorre com 1 candidata no segundo turno das eleições para governador: Fátima Bezerra (PT), que apoia o petista na disputa presidencial.

G1