
MUNICÍPIO DE CEARA-MIRIM PROMOVE VISITA DE GRUPOS DE PRODUTORES A FESTA DO BOI - 2010.
# Herbert júnior

MUNICÍPIO DE CEARA-MIRIM PROMOVE VISITA DE GRUPOS DE PRODUTORES A FESTA DO BOI - 2010.



- Um abraço para a minha amiga Jeruza Azêvedo. Gente do bem.



INAUGURAÇÃO DO RODOANEL
Serra aparece em foto de 30 de março de 2010 junto com
Paulo Preto, que meses mais tarde alegou não conhecer
Como candidato à Presidência da República, José Serra deve explicações mais detalhadas à sociedade brasileira. Elas se referem a um nome umbilicalmente ligado à cúpula do PSDB, mas de pouca exposição pública até dois meses atrás: Paulo Vieira de Souza, conhecido dentro das hostes tucanas como Paulo Preto. Desde que a candidata do PT, Dilma Rousseff, pronunciou o nome de Paulo Preto no debate realizado pela Rede Bandeirantes no domingo 10, Serra se viu envolvido em um enredo de contradições e mistério do qual vinha se esquivando desde agosto passado, quando ISTOÉ publicou denúncia segundo a qual o engenheiro Paulo Souza, ex-diretor da estatal Dersa na gestão tucana em São Paulo, era acusado por líderes do seu próprio partido de desaparecer com pelo menos R$ 4 milhões arrecadados de forma ilegal para a campanha eleitoral do PSDB. Na época, a reportagem baseou-se em entrevistas, várias delas gravadas, com 13 dos principais dirigentes tucanos, que apontavam o dedo na direção de Souza para explicar a minguada arrecadação que a candidatura de Serra obtivera até então. Depois de publicada a denúncia, o engenheiro disparou telefonemas para vários líderes, dois deles com cargos no comando da campanha presidencial, e, apesar da gravidade das acusações, os tucanos não se manifestaram, numa clara opção por abafar o assunto. O próprio presidenciável Serra optou pelo silêncio. Então, mesmo com problemas de caixa e reclamações de falta de recursos se espalhando pelos diretórios regionais, o PSDB preferiu jogar o assunto para debaixo do tapete.


A divulgação para a imprensa de uma carta redigida pelo presidente nacional do PSDB, Sérgio Guerra, e endereçada ao presidente do PV, José Luiz Penna, irritou líderes do Partido Verde e pesou na decisão tomada neste domingo em plenária por eles, pela neutralidade neste segundo turno. O texto, de uma página, foi divulgado por e-mail às 20h30 de sexta-feira para centenas de jornalistas cadastrados no mailing da campanha tucana. O título do e-mail: “Entendimentos PSDB/PV”.
Penna, entusiasta de um apoio a Serra no segundo turno, só soube da carta ao ser procurado pela imprensa para repercuti-la. Por volta das 23h daquele dia, a assessoria de Guerra entrou em contato com um auxiliar de Penna e lhe enviou cópia do documento. Nele, Guerra “constata grande convergência” entre as propostas do PV e do PSDB e promete a rápida concretização de um programa de governo comum. Nas entrelinhas, dá o apoio com certo.
Também simpático à candidatura Serra, o presidente do PV do Rio de Janeiro, Alfredo Sirkis, que coordenou a campanha de Marina Silva no primeiro turno, foi pego de surpresa pela publicidade dada à carta na sexta-feira. Sirkis havia recebido dois representantes de Serra naquela tarde, no Rio.
Assim como fez com um enviado da campanha de Dilma Rousseff (PT) um dia antes, Sirkis solicitou aos tucanos uma carta escrita por Serra e endereçada a Marina e ao PV com os compromissos da agenda verde que o candidato pretendia assumir. Ao ser procurado pelo site de VEJA para repercutir o texto da campanha tucana, o verde mostrou surpresa: “Vocês receberam antes do que os próprios destinatários da carta.”
O atropelo causou má impressão. Além da confusão na divulgação, a carta foi avaliada como “ainda mais evasiva que a de Dilma” por Sirkis. Para líderes do PV, o documento escrito por Sérgio Guerra soou como pretensioso e pareceu elaborado às pressas. A resposta de Dilma, dirigida à Marina, chegou às mãos de Sirkis na manhã daquele dia, com três páginas e comentários a respeito de cada um dos dez temas propostos pelo PV.
Com ar de decepção, Marina comentou o conteúdo dos textos dos candidatos durante a plenária do PV, neste domingo. “Na nossa avaliação, houve um acolhimento maior de nossas propostas por parte da candidatura do PT e um acolhimento significativo, mas um pouco menor pela candidatura do PSDB.”

# Comentários pelas ruas de Ceará-Mirim dizem que o Vereador Ronaldo Venâncio não estar mais 100% afinado com o Prefeito Antonio Peixoto mesmo sendo seu líder na Câmara Municipal. Dizem também os comentaristas de plantão que em janeiro quando assumir a presidência do legislativo municipal Ronaldo romperá com o chefe do executivo. Porém, os mais otimistas dizem que não vai ser preciso Ronaldo assumir a presidência, muito antes deste acontecimento o rompimento chegará. Vamos aguardar para ver-mos até onde esta história é verdadeira.


Veja como ficou a classificação do Campeonato Brasileiro da Série B, após o fechamento da 29ª rodada
1 - Coritiba 56
2 - América-MG 52
3 - Figueirense 52
4 - Bahia 52
5 - Sport 46
6 - Ponte Preta 45
7 - Portuguesa 43
8 - Duque 42
9 - ASA-AL 41
10 - S. Caetano 40
11- Paraná 39
12 - Guará 38
13 - Náutico 37
14 - Bragantino 37
15 - Icasa-CE 36
16 -Vila Nova 35
17 - Ipatinga 30
18 - S. André 29
19 - Brasiliense 28
20 - América-RN 26





Terminou em tumulto uma missa ontem (16) na Basílica de São Francisco das Chagas no Canindé (CE), que fez parte da agenda de compromissos do candidato do PSDB à Presidência da República, José Serra. No final de celebração, o padre disse que eram mentirosos os panfletos que circulavam na igreja afirmando que a candidata petista, Dilma Rousseff, era a favor do aborto e tinha envolvimento com grupos terroristas como as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc).
O padre disse que aquelas mensagens estavam sendo atribuídas à igreja, mas que ela não havia autorizava esse tipo de publicação em seu nome. O senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), que acompanhou a missa ao lado de José Serra, se exaltou e afirmou que era um “padre petista” como aquele que estava “causando problemas à igreja”. Alguns partidários do tucano também se exaltaram e o padre saiu escoltado por seguranças. Nenhum membro da administração da paróquia confirmou o nome de padre. Disseram apenas que ele não era da cidade.
Militantes do PT, com bandeiras com o nome de Dilma, estavam na porta da basílica na saída da missa. Houve um princípio de briga entre eles e os militantes do PSDB. O panfleto não assinado que circulou na igreja falava em três “grandes motivos para não votar em Dilma”. O texto acusa a candidata de ter se envolvido com as Farc, de ser favorável ao aborto e de envolvimento em casos de corrupção na Casa Civil.
Durante a missa, a chegada de Serra e seus apoiadores causou um tumulto. O padre pediu que os políticos não atrapalhassem o objetivo principal da cerimônia que era a adoração a São Francisco. No momento da comunhão, muitos fiéis se aglomeraram em volta do candidato para tirarem fotos, além de equipes da imprensa.


instituto de pesquisa Datafolha divulgou nesta sexta-feira uma nova pesquisa das intenções de voto no segundo turno da eleição presidencial. De acordo com o levantamento, o cenário é de estabilidade: apresenta um cenário de estabilidade. Dilma Rousseff (PT) tem 54% dos votos válidos, contra 46% de seu oponente, José Serra (PSDB).
Os dados são exatamente os mesmos registrados em levantamento realizado na semana passada. Em votos totais, a petista registrou uma leve oscilação para baixo, passando de 48% para 47%, enquanto o tucano se manteve com 41%. De acordo com a pesquisa, a taxa de indecisos oscilou para cima e agora está em 8% (na pesquisa anterior era 7%). Os que pretendem anular o voto ou votar em branco, 4%, eram em número idêntico na semana anterior.
Para o Datafolha, essa oscilação se explica por uma queda de 3 pontos percentuais entre o eleitorado de menor escolaridade, que representa 47% do total de eleitores no Brasil. A pesquisa foi realizada nos dias 14 e 15 de outubro com 3.281 eleitores de 202 municípios brasileiros e a margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O levantamento foi encomendado pela Folha e a Rede Globo, e foi registrada no TSE sob o número 35.746.





