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27/06/2026

OPINIÃO - POR WILLIAM WAACK

Opinião - Por William Waack


Flávio Bolsonaro

Até aqui o principal pré-candidato da oposição ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) luta sobretudo com os obstáculos criados pelo seu próprio lado.

Começa por ele mesmo, implicado em ligações para lá de perigosas com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro. Figura no centro de um escândalo que emite radioatividade tóxica, que o diga o próprio Palácio do Planalto.

Mas esse problema é relativamente novo e eventualmente até zeraria o jogo em relação ao PT sobre quem é mais atingido pelo escândalo Master. O outro grande obstáculo criado pelo próprio lado vem de muito tempo atrás. E parece insolúvel. *É o grau da cizânia na família Bolsonaro. A disputa entre Flávio e a madrasta Michelle Bolsonaro não é coisa trivial. Ela revela falta de comando unificado da campanha. Falta de coordenação com aliados regionais. 

*Grandes dificuldades de se entender com potenciais apoiadores da chapa. Falta de clareza sobre rumos – portanto táticas e estratégias eleitorais. Um problemão que começa pelo próprio Jair Bolsonaro – que foca apenas em si mesmo.

Até aqui as pesquisas indicam estabilidade na disputa eleitoral, apesar de toda a espuma gerada por escândalos, fofocas, brigas de família. Ou seja, trata-se no momento de um duelo de rejeições no mesmo eixo Lula – Bolsonaro de quatro anos atrás. Duelos desse tipo costumam ser decididos – salvo imprevistos e imponderáveis – pela menor das margens.

Uma situação que não tolera o menor dos erros. A campanha de Flávio reitera que ainda falta muito tempo até as eleições. Para um pré-candidato que vai de tropeço em tropeço, o tempo na verdade é pouco.

25/06/2026

EM SÃO PAULO HADDAD DEFINE SUA CHAPA PARA DISPUTAR O GOVERNO

SP: Haddad define França como vice; Tebet e Marina vão disputar o Senado

O ex-governador e ex-ministro do Empreendedorismo, Márcio França (PSB), será vice na chapa do ex-ministro Fernando Haddad (PT) para o governo de São Paulo. Com isso, Simone Tebet (PSB) e Marina Silva (Rede) serão as candidatas da chapa ao Senado.

A decisão, segundo interlocutores, foi tomada nesta quinta-feira (25), após longa conversa entre Haddad e França. O anúncio oficial deve ser feito no início da tarde, em entrevista coletiva convocada pelo ex-ministro da Fazenda.

Na quarta-feira (24), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) recebeu Haddad e Márcio França no Palácio do Alvorada para discutir o assunto. França resistia ao cargo de vice e, nos últimos dias, chegou a dizer que se lançaria candidato de forma isolada ao governo de São Paulo.

O presidente da República teve que intervir e o convencimento a França só aconteceu depois de muita insistência, inclusive do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB). Lula, segundo fontes, disse que aguardaria a resposta final do ex-ministro do Empreendedorismo no início desta quinta, que o anúncio oficial não passaria de hoje.

Para Lula, a entrada de França como vice de Haddad garantirá palanque ao PT em São Paulo no segundo turno das eleições. A expectativa, segundo petistas, é que França ajude o ex-ministro da Fazenda a conseguir votos no interior do estado, onde Haddad costuma ter menos votos.

16/06/2026

CARLOS EDUARDO CONFIRMA PRÉ-CANDIDATURA A DEPUTADO ESTADUAL E DECLARA APOIO E ALLYSON

Carlos Eduardo declara apoio a Allyson e confirma pré-candidatura a deputado estadual

O ex-prefeito de Natal, Carlos Eduardo, confirmou apoio a Allyson Bezerra para o Governo do Estado e anunciou sua pré-candidatura a deputado estadual pelo União Brasil nas eleições de 2026. O anúncio contou com a presença do Deputado Kleber Rodrigues.

Carlos Eduardo tem uma longa trajetória política na capital potiguar. Em 2000, foi eleito vice-prefeito de Natal na chapa de Wilma de Faria. Assumiu a Prefeitura em 2002, após a renúncia de Wilma para disputar o Governo do Estado, sendo posteriormente eleito e reeleito para o cargo. Ao todo, governou a capital potiguar em quatro mandatos: de 2002 a 2008 e de 2013 a 2018.

A expectativa da Federação União Progressista é de eleger sete deputados para a Assembleia Legislativa.

08/06/2026

UMA IMORALIDADE CHAMADA 'FUNDÃO ELEITORAL' - O CONTRIBUINTE PATROCINA QUEM OS 'LESA'

Fundão eleitoral, que faz alegria dos partidos, supera até valores do ‘novo PAC’

O indecoroso valor que os partidos políticos vão receber apenas para torrar nas eleições deste ano, uma montanha de dinheiro de mais de R$4,9 bilhões, supera o que o governo federal de Lula vai investir, até agora, no Programa de Aceleração do Crescimento, o “Novo PAC”. Por mais que a ação não tenha decolado e ameaça ser outro projeto petista que flerta com o fiasco, o valor destinado é de R$4,4 bilhões; R$500 milhões atrás daquilo que caciques políticos vão poder torrar até outubro.

Emergência é o bolso

O fundão bancaria cerca de 15.123 ambulâncias para Unidades de Suporte Básico, ideais em emergências que exigem assistência imediata.

Vergonha na UTI

A fortuna destinada aos partidos também poderia comprar 10.425 do modelo Unidades de Suporte Avançado, conhecidas como UTI móvel.

Dá e sobra

Seria possível destinar duas ambulâncias para cada um dos 5.570 municípios do Brasil e ainda sobrariam 3.983 unidades de socorro.

Fundão da imoralidade

O fundão também supera os R$4,1 bilhões que o governo destinou para construir 1.178 creches e escolas de educação infantil via PAC.

07/06/2026

DANOU-SE: NEM O PRESIDENTE DO REPUBLICANOS AGUENTA CLEITINHO

Presidente do Republicanos, sobre Cleitinho: 'Não sabe o que quer'

O presidente nacional do Republicanos, deputado Marcos Pereira (SP), afirmou que o senador Cleitinho (Republicanos-MG) parece não saber se quer disputar o governo de Minas Gerais em 2026.

Ao Poder360, o dirigente disse que a sigla dá respaldo para que o congressista construa uma candidatura, mas atribuiu ao próprio senador a falta de definição sobre o projeto eleitoral.

A declaração foi dada depois de Cleitinho afirmar ao jornal O Globo que não confia ter a legenda do Republicanos para concorrer ao Palácio Tiradentes. O senador também criticou Edir Macedo, fundador da Igreja Universal do Reino de Deus, a quem chamou de “falso profeta”.

“Não faço nenhuma questão de vir candidato, mas está virando uma onda o meu nome”, disse o congressista ao jornal.

Republicanos rebate fala de Cleitinho

Segundo Marcos Pereira, a Executiva Nacional do Republicanos autorizou Cleitinho a trabalhar uma candidatura ao governo mineiro. O dirigente afirmou que a falta de definição sobre a disputa não parte da sigla.

O deputado disse ao Poder360 que o partido está aberto à construção do projeto, mas avaliou que o senador ainda não demonstrou convicção sobre qual caminho pretende seguir em 2026. A fala ocorre em meio às articulações da oposição para a sucessão estadual em Minas Gerais.

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) está entre os defensores da candidatura de Cleitinho ao governo mineiro. A proposta discutida entre aliados prevê que o PL indique o candidato a vice-governador na chapa.

Minas Gerais é o segundo maior colégio eleitoral do país e é considerado estratégico para os planos da direita nas eleições de 2026. Cleitinho aparece com frequência nas discussões sobre a formação de um palanque oposicionista no Estado.

As declarações de Cleitinho sobre Edir Macedo também provocaram desconforto dentro do Republicanos. O fundador da Igreja Universal é uma das principais referências da base ligada à legenda. Marcos Pereira, que preside o partido, é pastor licenciado da Igreja Universal.

revistaoeste

31/05/2026

AÉCIO É CANDIDATO PARA EVITAR 'FECHAMENTO' DA GAIOLA TUCANA

Possível candidatura de Aécio visa eleição de parlamentares para tentar evitar o fim do PSDB

O PSDB foi esvaziado após a Operação Lava Jato e a eleição do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL, à época no PSL), em 2018, e desde então vem sendo ameaçado pela chamada cláusula de barreira. O partido, no entanto, ainda busca preservar espaço institucional em meio à reorganização da política brasileira.

Uma possível candidatura de Aécio Neves (PSDB-MG) ao Palácio do Planalto tem sido aventada. A movimentação, no entanto, é interpretada nos bastidores menos como um projeto presidencial competitivo e mais como uma tentativa de sobrevivência política do PSDB.

Antes disso, a eventual candidatura de Ciro Gomes, filiado ao PSDB em 2025, foi considerada pelo partido para a disputa presidencial. Mas, no último dia 16, ele anunciou a pré-candidatura ao governo do Ceará.

“Uma candidatura Aécio em 26 não tende a transformar o cenário, mas pode sim posicionar o PSDB no debate eleitoral - nas mentes e bocas - e assim, ajudar o partido a conquistar mais cadeiras, seja na Câmara, seja no Senado”, avalia a analista política na BMJ Consultores, Raquel Alves.

O movimento ganhou força especialmente após manifestações de lideranças de partidos como o Cidadania e o Solidariedade, que também são ameaçados pela cláusula de barreira. A medida estabelece exigências, como número mínimo de deputados eleitos, para que as siglas tenham acesso a benefícios como o Fundo Partidário.

As lideranças que apoiam Aécio Neves dizem defender a construção de um “campo democrático” alternativo à polarização entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Jair Bolsonaro, agora representado pelo seu filho, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que é pré-candidato à Presidência.

Entre os defensores da reconstrução desse espaço político está Roberto Freire, liderança histórica do Cidadania, que recentemente voltou a defender publicamente a reorganização de um "centro político democrático" fora dos polos ideológicos dominantes.

“Aécio construiu uma trajetória marcada pelo compromisso com as liberdades, com as instituições e com um Brasil moderno, aberto ao mundo e preparado para os desafios da nova sociedade digital, da economia do conhecimento, da inovação e das profundas transformações do século XXI”, escreveu Freire em seu perfil no X.

EM SÃO PAULO HADDAD SÓ VENCE TARCÍSIO EM REJEIÇÃO

Tarcísio lidera com folga as intenções de voto ao governo paulista

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), soma 45,8% das intenções de voto para o governo paulista. É o que indica o levantamento que o instituto Vox Brasil divulgou neste sábado, 30.

Com esse patamar, Tarcísio abre exatamente 11 pontos porcentuais de vantagem sobre o segundo colocado, o ex-ministro da Fazenda e ex-prefeito da capital paulista, Fernando Haddad (PT). O petista registra 34,8%.

Ex-prefeito de Santo André, Paulo Serra (PSDB) surge com 6,9%. O deputado federal e coordenador nacional do Movimento Brasil Livre, Kim Kataguiri (Missão), tem 2,8%.

Pela margem de erro do material, de 2,55 pontos porcentuais para mais ou para menos, Serra e Kataguiri estão tecnicamente empatados. O integrante do Missão, contudo, também está em condição de empate técnico com o cientista político Felipe D’Avila (Novo), que conta com 0,8% das intenções de voto.

Conforme o instituto, 5,8% dos entrevistados não quiseram responder ou preferiram não opinar. Além disso, 3,1% compõem o bloco de nenhum/branco/nulo.

Simulação de 2º turno

O Vox Brasil realizou simulação de segundo turno entre Tarcísio e Haddad. Nesse cenário, o membro do Republicanos também supera o representante do PT: 48,3% a 36,5%, com 8,8% de não sabem/não opinaram e 6,4% de nenhum/branco/nulo.

Haddad vence Tarcísio, mas em rejeição

A pesquisa deste sábado também apresenta números referentes à rejeição ao cargo de governador de São Paulo. Nesse quesito, o petista é quem ocupa — com folga — a liderança. 

Afinal, mais de 40% afirmaram que jamais votariam em Haddad para comandar o Palácio dos Bandeirantes.

Ao todo, a lista de rejeição para o governo de São Paulo é a seguinte:
  1. Fernando Haddad (PT) — 46,8%;
  2. Tarcísio de Freitas (Republicanos) — 28,4%;
  3. Kim Kataguiri (Missão) — 9,3%;
  4. Paulo Serra (PSDB) — 5,2%; e
  5. Felipe D’Avila (Novo) — 3,8%.

Segundo a pesquisa, 3,2% não rejeitam nenhum dos cinco pré-candidatos. Já 6,1% não souberam responder ou não quiseram participar da entrevista.

O instituto informa que cada entrevistado poderia rejeitar mais de um nome da lista. Dessa forma, a soma supera os 100 pontos porcentuais.

Dados da pesquisa

A equipe do Vox Brasil entrevistou 1.480 eleitores em potencial no Estado de São Paulo, de 26 a 28 de maio. A margem de erro do levantamento é de 2,55 pontos porcentuais, com o grau de confiança em 95%. O código SP-02228/2026 é o registro da pesquisa no Tribunal Superior Eleitoral.

revistaoeste

28/05/2026

CÂMARA DERRUBA ESCALA 6X1

Câmara aprova, em dois turnos, PEC pelo fim da escala 6x1

A Câmara dos Deputados aprovou na noite desta quarta-feira (27), em dois turnos, a proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221/19 que acaba com a escala de trabalho 6x1. Foram 461 votos favoráveis e 19 contrários, no segundo turno.

O texto segue para votação no Senado.

A PEC determina a redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais, sem perda salarial. A proposta ainda garante duas folgas semanais, sendo uma preferencialmente aos domingos. As mudanças entrarão em vigor 60 dias após a promulgação do texto.

O texto segue para votação no Senado.

A PEC determina a redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais, sem perda salarial. A proposta ainda garante duas folgas semanais, sendo uma preferencialmente aos domingos. As mudanças entrarão em vigor 60 dias após a promulgação do texto.

"Essa aprovação ficará registrada na história desta legislatura e na trajetória de cada parlamentar, que compreendeu que desenvolvimento econômico e dignidade humana precisam caminhar juntos", completou.

Transição

De acordo com o texto aprovado, após 60 dias, a jornada será reduzida de 42 horas semanais para 40 horas. Doze meses após a entrada em vigor das 42 horas, a duração do trabalho será reduzida para 40 horas semanais, com o máximo de 8 horas diárias de trabalho.

A transição foi incluída após um acordo do governo com o presidente da Câmara dos Deputados.

Depois do prazo de 60 dias e dentro do período de redução da jornada, o texto prevê a possibilidade de ampliar a duração diária do trabalho normal. Essa ampliação deverá ser feita por negociação em convenção ou acordo coletivo de trabalho.

Veja as regras de transição da PEC que acaba com a escala 6x1:

  • escala de 5 dias de trabalho com 2 dias de descanso (após 60 dias);
  • redução da jornada de 44 horas para 42 horas semanais (após 60 dias)
  • jornada de 42 horas para 40 horas semanais, mantida a escala 5x2 (em 14 meses).
Antes da votação em plenário, o texto foi aprovado na comissão especial que analisou a matéria. Pela manhã, Motta realizou uma sessão protocolar de oito minutos para que fosse liberada a votação do texto na comissão especial. Dos 38 membros da comissão, 34 votaram a favor e 4, contra. Na sequência, a PEC foi incluída na Ordem do Dia da Câmara, ou seja, na pauta de votações no plenário.

A aprovação da PEC foi comemorada pelos parlamentares da base governista e criticada pela oposição.

“Vamos fazer história mostrando em que lado nós estamos. Nós estamos do lado do povo mais sofrido, das pessoas que mais precisam”, comemorou o líder do governo na Câmara, Paulo Pimenta (PT-RS).

A deputada Dandara (PT-MG), que trabalhou como caixa de loja de departamento em escala 6x1, recordou a rotina desgastante e afirmou que a redução vai dar tempo para os trabalhadores poderem viver.

“Eu conheço o barulho do busão [sic] lotado às 5h, o café corrido, o uniforme vestido ainda no escuro. Eu conheço o pé inchado de tanto ficar em pé: oito, 10, 12 horas. Eu conheço porque eu vivi. Eu sei que a escala 6x1 não cabe no calendário. Não cabe, porque não é sobre tempo, somente, é sobre a vida”, disse.

A deputada Alice Portugal (PCdoB-BA) lembrou que a iniciativa é uma pauta de várias centrais sindicais.

“Essa é uma luta que começou há muito tempo. Mas, no Brasil, essa batalha não evoluiu, a cultura escravocrata, a visão colonialista, a visão racista, prevaleceu, mas nós vamos derrubar a escala seis por um. Hoje, aqui, vamos fazer história”, afirmou.

Durante a sessão, deputados da oposição se posicionaram contra a redução da jornada de trabalho.

O deputado Kim Kataguiri (Missão-SP) afirmou que a proposta não vai melhorar a vida do trabalhador.

"Eu não vou mentir para o trabalhador dizendo para ele que com a aprovação dessa PEC vai acabar a escala 6x1”, disse.

O deputado Sérgio Turra (PP-RS) chamou a proposta do governo de eleitoreira. “Estamos tratando do futuro de um país e da dignidade dos trabalhadores", afirmou.

Entenda mais pontos da PEC pelo fim da escala 6x1:

- Jornada de trabalho não deverá ser superior a oito horas diárias e 40 horas semanais, podendo haver compensação e redução de jornada mediante acordo ou convenção coletiva de trabalho.

  • Lei ordinária irá tratar da jornada e descanso de regimes diferenciados, como trabalhadores com seis horas diárias de trabalho.
  • Nova regra não se aplica: a quem tem jornada igual ou inferior a 40 horas semanais, a empregados com nível superior e com remuneração mensal igual ou superior a R$ 8.475,55 (equivalente a duas vezes e meia o limite máximo dos benefícios do INSS)
  • Lei complementar poderá adotar medidas de transição para os microempreendedores individuais, as microempresas e as empresas de pequeno porte.
Agência Brasil

PSOL SENDO PSOL: E SE FOSSE NIKOLAS QUE FIZESSE ESSA BAIXARIA?

Treta no Congresso! Sâmia invade entrevista de Nikolas

A deputada Sâmia Bomfim, do PSOL, interrompeu entrevista de Nikolas Ferreira à Jovem Pan.

O motivo? Entregar um “óleo de peroba” ao parlamentar.

As "tretas" começaram no Congresso...

Sem dúvidas, juntaram 90% do lixo da política brasileira e fundaram o PSOL.

Assista:

27/05/2026

ESQUERDA É DESAFIADA PELO LÍDER DO PL NA CÂMARA

Líder do PL na Câmara propõe escala 4×3 e desafia a esquerda

O líder da bancada do PL na Câmara, deputado Sóstenes Cavalcante, anunciou que o partido apresentará uma emenda para propor a escala de trabalho 4×3. A proposta será levada à votação nesta quarta-feira (27), ampliando o debate sobre o fim da jornada 6×1.

A proposta será apresentada com destaque de preferência pelo PL, a comissão terá então que avaliar o modelo antes da proposta inicial da escala 5×2, proposta pelo atual governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Segundo o parlamentar, a decisão ocorreu após reunião com a bancada. O deputado afirmou que a sigla defende uma mudança imediata na lei trabalhista para permitir que o trabalhador atue quatro dias e descanse três, com aplicação logo após a aprovação da medida.

Em pronunciamento, Cavalcante fez um apelo público para que partidos de esquerda, como o PT e o PSOL, votem junto com o PL. O congressista declarou que a oposição quer testar o apoio da base governista a uma redução de jornada ainda mais drástica para o país.

— Como nós estamos contra governo, que gosta de mentir, de maquiar, de enganar e, além disso, de roubar a esperança dos brasileiros, nós tomamos a decisão de amanhã, na hora da votação, nós vamos apresentar destaque de preferência para votarmos a escala 4×3, porque nós somos a favor do trabalhador trabalhar menos, ficar em casa, descansar na sua família e não somos hipócritas e oportunistas como este governo — afirmou.

O anúncio da emenda surge logo após o deputado Marcon pedir vista do relatório final na comissão especial da Câmara. O parecer sobre a jornada de trabalho foi apresentado pelo relator Leo Prates e a votação do texto principal estava prevista para esta semana.

pleno.news

26/05/2026

'NÃO SOU OPORTUNISTA E DEFENDO A UNIÃO DA DIREITA' - DIZ RONALDO CAIADO

Caiado diz que não é ‘oportunista’ e defende união da direita

Enquanto o ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), condenou a aproximação de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) com Vorcaro, o ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil), evitou endurecer o tom contra o senador, afirmou não ser “oportunista” e defendeu a união da centro-direita contra o PT. O goiano também participou do evento promovido pela Câmara Americana de Comércio para o Brasil (Amcham).

– Não sou oportunista. Não farei pré-julgamento. Mas o mais importante no Brasil, neste momento, é nós também não fazermos o jogo que o PT quer. Mantermos a centro-direita unida, consolidada, para derrotarmos o PT no segundo turno. Este é o objetivo – disse Caiado em coletiva a jornalistas.

Ele complementou dizendo que o candidato que passar para o segundo turno deverá receber o apoio dos demais para derrotar o PT.

Caiado afirmou, por diversas vezes, que há uma “desordem institucional” no país e que a governabilidade do Executivo “vai depender da estatura moral do próximo presidente da República”.

Questionado se Flávio tem estatura moral para cumprir a função, Caiado respondeu que “essa decisão virá do eleitor” e voltou a dizer que, até o momento, os argumentos que Flávio trouxe para explicar as suas conversas com Vorcaro “não foram convincentes”.

Tanto Caiado quanto Zema dedicaram parte de seus discursos a criticar o Supremo Tribunal Federal (STF). O goiano defendeu que a Corte tome uma decisão interna corporis para afastar ministros atingidos por denúncias relacionadas à própria trajetória.

Zema, por sua vez, propôs estabelecer idade mínima de 60 anos para ministros, acabar com decisões monocráticas para temas relevantes e mudar o critério de indicação dos integrantes da Corte, adotando uma lista tríplice com nomes sugeridos por instituições.

– Para que possamos desenvolver, avançar, o Supremo deveria ter essa condição de cortar na própria carne. Pouparia o país de um processo de crise – afirmou Caiado.

Já Zema disse:

– O Supremo sempre foi um porto seguro, um poder moderador no Brasil no passado, mas de uns 15 anos para cá virou um incendiário.

AE

25/05/2026

HUGO MOTTA DIZ QUE FIM DA 6X1 TERÁ JORNADA DE 40HS E TRANSIÇÃO DE UM ANO

Fim da 6x1 terá jornada de 40 horas e transição de um ano, diz Hugo

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), disse nesta segunda-feira (25) que a proposta pelo fim da escala 6x1 determinará uma jornada de 40 horas semanais e um período de transição de um ano.

Em reunião nesta manhã com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), foi acordada uma redução de duas horas na carga horária semanal após 60 dias da promulgação da nova regra. Depois, após 12 meses, deverá ser implementada uma jornada máxima de 40 horas.

"Colocaremos no texto que 60 dias após a promulgação da PEC [proposta de emenda à Constituição], nós já faremos a redução de duas horas imediatamente", disse Hugo. "Faremos a redução de 44 horas para 40 em um ano após essa primeira redução de duas horas", declarou.

Os 60 dias serão contados após a oficialização da nova emenda à Constituição, ou seja, após a aprovação nas duas Casas legislativas. A intenção do presidente da Câmara é votar o texto nesta semana e enviar a proposta para análise do Senado.

O relator da proposta, deputado Leo Prates (Republicanos-BA), deve apresentar o seu parecer na comissão especial nesta tarde. O relatório da PEC (proposta de emenda à Constituição) deverá trazer a garantia de duas folgas ao trabalhador e a preservação de salários.

A Constituição prevê atualmente uma jornada semanal máxima de 44 horas. No total, até chegar às 40 horas, serão 14 meses. O relator sustenta, no entanto, que após os 60 dias da promulgação, ao garantir as duas folgas, o trabalhador já terá direito a uma escala 5x2.

"A jornada é o total que você pode trabalhar em uma semana. Escala é como você arruma esse tempo. A [redução da] escala será feita em 60 dias [após a promulgação], que foi o mote que mobilizou o Brasil", afirmou Prates a jornalistas.

A defesa do governo era pela vigência imediata da redução assim que aprovada pelo Congresso Nacional. A resistência de setores produtivos e a pressão de empresários, no entanto, pesaram para que o Executivo fosse favorável a negociar uma transição curta.

O anúncio do acordo entre o governo, o relator e a cúpula da Câmara foi feito de forma conjunta na Câmara nesta tarde. Além de Hugo Motta e do relator, também estavam presentes os ministros Luiz Marinho (Trabalho e Emprego) e José Guimarães (Secretaria de Relações Institucionais).

Participaram ainda o presidente da comissão especial que a analisa a proposta, deputado Alencar Santana (PT-SP), e o deputado Reginaldo Lopes (PT-MG), um dos autores da proposta de redução na jornada.

Na entrevista, os ministros fizeram um apelo para uma análise rápida no Senado. Guimarães, responsável pela articulação com Congresso, afirmou que fará "de tudo" para o texto avançar e ser votado pelos senadores. Marinho também fez um apelo por "celeridade".

Segundo o relator, o cronograma ideal estima cerca de 30 dias para o Senado analisar o texto, após a aprovação na Câmara esperada para esta semana.
MEIs

Na reunião com Lula, Hugo Motta afirmou ter trado sobre o caso dos MEIs (microempreendedores individuais). Para mitigar impactos no mercado de trabalho, medidas específicas serão tratados via projeto de lei, como a atualização do limite de faturamento para se enquadrar na categoria e a possibilidade de contratação de mais de uma pessoa.

Regras para servidores públicos também deverão ser tratadas por meio de projeto de lei. Em acordo com o governo, os casos mais específicos serão tratados por meio do projeto enviado pelo Executivo. Essa matéria deverá trazer as nuances infraconstitucionais e as previsões direcionadas a setores com jornadas diferenciadas.

"Vamos usar o projeto de lei enviado pelo Poder Executivo, pelo presidente Lula, para poder posteriormente à promulgação tratar das excepcionalizações que possam ser feitas, de acordo com a particularidade de cada setor porque nós não queremos que essa medida venha trazer nenhuma dificuldade", disse Hugo.

Leo Prates também reforçou a intenção de incluir no parecer uma sugestão, que já tinha sido levantada na semana passada, para trazer mais funcionários para a CLT. Para isso, uma das ferramentas seria flexibilizar a alocação da jornada de trabalho para quem ganha mais de R$ 23 mil e esteja registrado.

A ideia seria ter um teto de 160 horas mensais que poderiam ser alocadas de acordo com a negociação entre o empregador e o funcionário. Segundo Prates, os trabalhadores que recebem acima desse valor e são contratados como PJ (pessoa jurídica) já não são submetidos a escalas de trabalho definidas.

Para o relator, isso tornaria mais atraente a conversão de trabalhadores em regime PJ para o CLT por justamente permitir às empresas que tenham uma flexibilidade parecida entre os trabalhadores que são registrado e os que são informais.

"Vai estar expresso no texto que precisa ter acordo de jornada e escala. Eu acho que estou ajudando os trabalhadores, porque muitos desses que ganham acima são PJ e não têm direitos. O objetivo é dar direitos para eles", afirmou.

CNN

'LULA É A GRANDE MENTIRA DO SÉCULO' - DIZ SERGIO MORO

Moro chama Lula de ‘a grande mentira do século’

O senador Sergio Moro (PL/PR) reagiu às declarações do presidente Lula sobre a Operação Lava Jato e elevou o tom ao rebater críticas feitas pelo petista na TV Brasil.

Em vídeo publicado na sexta-feira 22, nas redes sociais, o ex-juiz afirmou que Lula é “a grande mentira do século” e acusou o presidente de tentar distorcer os fatos envolvendo a operação.


A resposta veio depois de Lula usar a estrutura de comunicação oficial do governo para afirmar que a Lava Jato teria sido “a grande mentira do século 21” no Brasil e fazer críticas à atuação de Moro e do ex-procurador Deltan Dallagnol.
Moro cita Petrobras e lembra do INSS

Na gravação, Moro saiu em defesa da operação e afirmou que a Lava Jato recuperou mais de R$ 6 bilhões para a Petrobras. O senador também destacou que diretores da estatal e empresários investigados foram condenados durante o avanço das investigações.

O ex-juiz ainda associou os governos petistas a escândalos de corrupção e citou casos como o Mensalão, o Petrolão e as suspeitas recentes envolvendo descontos indevidos em aposentadorias e pensões do INSS. Segundo ele, os governos de Lula se tornaram “sinônimo de roubalheira e corrupção”.

Moro também citou o Paraná, Estado que representa no Senado. Afirmou que Lula enfrenta alta rejeição [67%] entre os eleitores da região. Ao encerrar a declaração, pediu que o presidente “pare de mentir” sobre a Lava Jato e disse que a população conhece o histórico da operação e os desdobramentos envolvendo os governos do PT.

revistaoeste

23/05/2026

HIPOCRISIA: PSOL QUER INVESTIGAR MARIO FRIAS POR RACHADINHA - ESQUECERAM QUE SALVARAM JANONES POR RACHADINHAS?

PSOL pede que Mario Frias seja investigado por suspeita de rachadinha

O PSOL pediu à Procuradoria-Geral da República que investigue o deputado Mário Frias (PL-SP), ex-secretário da Cultura no governo Bolsonaro, pela suposta prática de rachadinha.

A representação criminal foi apresentada neste sábado (23) pelo deputado Chico Alencar (PSOL-RJ).

Segundo reportagem do portal G1, a ex-assessora Gardênia Morais, que atuou no gabinete de Frias entre 2023 e 2024, devolvia grande parte de seu salário ao então chefe de gabinete, além de pagar despesas da família do parlamentar.


“O deputado sabia, o deputado estava ciente de todas as devoluções. Foi um combinado inicial, o deputado sempre participa”, disse a ex-funcionária ao G1.

O atual chefe de gabinete de Frias, Diego Ramos, afirmou que desconhece as suspeitas e tem a convicção de que Frias também não tem conhecimento.

Para Chico Alencar, o caso envolve a suposta prática de seis crimes: concussão, peculato, corrupção passiva, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

Frias voltou ao noticiário nos últimos dias como produtor executivo do filme “Dark horse”, inspirado na vida de Jair Bolsonaro e bancado por Daniel Vorcaro. Em diálogos divulgados pelo Intercept Brasil, Frias chama o dono do Banco Master de “irmão” e “meu brother”.

O Globo

21/05/2026

O DC TROCOU ALDO RABELO POR UM EX-MINISTRO 'FUJÃO'

DC anuncia expulsão de Aldo Rebelo após troca por Joaquim Barbosa

O partido Democracia Cristã (DC) anunciou nesta quinta-feira (21/5) a abertura de um processo disciplinar para expulsar o ex-ministro Aldo Rebelo dos quadros da legenda. A decisão aprofunda o racha interno no partido, intensificado após a filiação do ministro aposentado do Supremo Tribunal Federal (STF) Joaquim Barbosa para disputar a Presidência da República em 2026.

Em comunicado divulgado pela executiva nacional, o partido afirmou que a medida foi tomada após tentativas frustradas de entendimento com Rebelo.

“Diante do esgotamento das diversas tentativas de resolução harmoniosa, a Direção Nacional do DC deliberou pela abertura imediata de procedimento disciplinar. Tal medida resultará em sua expulsão sumária”, informou a legenda.

A crise ganhou força após o anúncio do presidente do partido, o ex-deputado João Caldas, de lançar Joaquim Barbosa como nome da sigla para o Palácio do Planalto. A decisão surpreendeu dirigentes estaduais e também Aldo Rebelo, que desde janeiro vinha sendo apresentado pelo partido como pré-candidato à Presidência.

O movimento expôs divisões internas no Democracia Cristã e colocou em xeque a candidatura de Rebelo, que havia sido oficializada meses antes. Segundo as informações, o ex-ministro ameaça recorrer à Justiça após a troca de candidato promovida pela direção nacional da legenda.

A disputa interna agora deve ampliar o embate político dentro do partido, em meio às articulações para as eleições presidenciais de 2026.

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SERÁ QUE OS 'CRISTÃOS' ESQUERDISTAS TAMBÉM VÃO NESSA?

Pai de santo convoca entidades para proteger Lula

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) recebeu apoio do pai Geová D’Kavungo durante sua participação na 6ª Teia Nacional dos Pontos de Cultura, em Aracruz, no Espírito Santo.

O pai de santo pediu proteção para o petista contra seus inimigos.

— Saudamos todos os nossos inquices, orixás e voduns, Nzambi dya Mpungu, para que deem ao nosso presidente Lula cada vez mais forças, saúde, paz, caminhos abertos, caminhos iluminados, para que o inimigo jamais possa destruí-lo. Porque, se destruir o senhor, estará destruindo o Brasil — disse.

O religioso ainda declarou que o petista cuida do país como se fosse a própria casa e o chamou de “pai da nação”.

— O senhor, quando toma conta do Brasil, é como se estivesse tomando conta da sua casa, dos seus filhos. Porque é um pai que se preocupa com a saúde dos seus filhos; um pai que se preocupa com a educação dos filhos; um pai que se preocupa com a fome. (…) O senhor representa e jamais deixará de representar para todos nós um grande pai da nação brasileira — declarou.

Lula participou do evento acompanhado da primeira-dama, Rosângela da Silva, a Janja, e da ministra da Cultura, a cantora Margareth Menezes.

Assista ao vídeo do evento no Espírito Santo:

PQP: PT E PSOL SEMPRE PROTEGENDO SUAS CRIAS

PT e PSOL se unem na Câmara contra proposta de redução da maioridade penal para 16 anos

O PT se manifestou contra a PEC que prevê a redução da maioridade penal de 18 para 16 anos na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). A informação foi confirmada pelo deputado Rubens Pereira Jr. (PT-MA), membro titular do colegiado, segundo O Antagonista.

A proposta chegou a ser incluída na pauta da CCJ, mas a deliberação acabou adiada devido ao início da ordem do dia no plenário da Câmara e deve retornar aos debates no dia 3 de junho.

O projeto principal estabelece que, ao atingir 16 anos, o cidadão passe a responder criminalmente por seus atos sob as regras do Código Penal comum. O relator validou propostas anexadas das bancadas de oposição, que preveem punições para crimes hediondos e responsabilização de menores de 16 anos.

Em manifestações anteriores sobre o tema, a bancada do PT classificou a redução da maioridade como uma medida recuada.

O partido argumenta em nota oficial que os direitos de crianças e adolescentes integram o núcleo intangível da Constituição Federal e defende que o encarceramento precoce não resolve os índices de violência.

A federação composta por PT, PCdoB e PV detém 10 das 64 cadeiras de membros titulares na CCJ da Câmara. A expectativa é que os governistas usem mecanismos regimentais, como pedidos de vista e requerimentos de retirada de pauta, para adiar a votação do tema.

20/05/2026

MARCHA DOS PREFEITOS: LULA NÃO FOI, MANDOU ALCKMIN, MAS ELE NÃO FOI ESQUECIDO - VÍDEO

Alckmin ouve gritos de “Lula ladrão” e “seu lugar é na prisão” em Marcha dos Prefeitos


Imagens: Reprodução/Bahia Feed


O vice-presidente Geraldo Alckmin (PSD) ouviu protestos durante a sua participação na Marcha dos Prefeitos, em Brasília. Vídeos que circulam nas redes sociais registram o momento em que parte dos presentes iniciou as manifestações.

Mesmo com a ausência do presidente Lula (PT) no evento, o público direcionou as críticas ao governo federal. Coros com as frases “Lula ladrão, seu lugar é na prisão” ecoaram pelo auditório principal do encontro.

O episódio expôs o clima de descontentamento de diversos gestores municipais com a atual gestão federal. Os prefeitos relatam dificuldades financeiras severas devido à queda na arrecadação e ao aumento expressivo das despesas locais.

Enquanto parlamentares da oposição afirmam que o protesto reflete o sentimento real de desgaste do governo em várias regiões, integrantes e aliados da base governista tentam minimizar o ocorrido, classificando o ato como um episódio isolado.