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31/12/2025

REPÚBLICA DE BANANAS: ARROMBARAM OS CORREIOS E NÃO TEM NINGUÉM PRESO

Justiça congela precatórios dos Correios por 90 dias após rombo de R$ 702 milhões

O presidente do TST e do Conselho Superior da Justiça do Trabalho (CSJT), ministro Luiz Philippe Vieira de Mello Filho, determinou nesta quarta-feira (31) a suspensão, por 90 dias, do pagamento de precatórios da Justiça do Trabalho contra os Correios. A decisão também autorizou o parcelamento da dívida consolidada da estatal, que soma R$ 702 milhões, em nove parcelas mensais.

A medida atende a um pedido dos próprios Correios e da AGU, em meio à maior crise financeira já enfrentada pela empresa. Segundo o ministro, o objetivo é garantir a continuidade de serviços considerados essenciais, como comunicação, transporte de medicamentos e atividades ligadas à segurança nacional.

Na decisão, o magistrado afirma que a estatal enfrenta uma crise econômico-financeira capaz de comprometer a continuidade das atividades. Ele destaca ainda risco iminente de prejuízos irreparáveis caso não sejam adotadas medidas urgentes para conter os efeitos da situação financeira.

A suspensão vale a partir de 1º de janeiro e se aplica aos precatórios inscritos até 2 de abril de 2024, com pagamento previsto até 31 de dezembro. As parcelas começam a ser pagas em abril, sem necessidade de aceite dos credores, e a quitação total deve ocorrer até o fim do ano.

29/12/2025

FATO: O GOVERNO DO PT ENTERROU OS CORREIOS

Plano contra crise prevê corte de R$ 2 bilhões em gastos com pessoal, venda de imóveis e fechamento de mil agências

Os Correios apresentaram nesta segunda-feira (29) um plano de reestruturação que prevê corte de R$ 2 bilhões em gastos com pessoal, fechamento de mil agências e venda de imóveis. A estatal pretende reduzir em até 15 mil o número de funcionários nos próximos dois anos por meio de um programa de demissão voluntária (PDV), o que representa 18% da folha.

O plano foi detalhado pelo presidente da empresa, Emmanoel Rondon, que afirmou que o modelo econômico atual deixou de ser viável após 12 trimestres consecutivos de prejuízo. A meta é recuperar a saúde financeira em 2026 e voltar a lucrar em 2027.

A proposta detalhada nesta segunda visa recuperar a saúde financeira da empresa em 2026 para que possa voltar a ter lucro a partir de 2027. Para isso, os Correios esperam:
  • redução em R$ 2,1 bilhões nos custos com pessoal (PDV – Programa de Desligamento Voluntário)
  • vender R$ 1,5 bilhão em imóveis não operacionais
  • redução de mil pontos de venda deficitários
  • reformulação do plano de saúde para reduzir o custo em R$ 500 milhões anuais
Para reforçar o caixa, a empresa contará com R$ 10 bilhões em crédito: Banco do Brasil, Caixa e Bradesco devem aportar R$ 3 bilhões cada, enquanto Itaú e Santander emprestarão R$ 1,5 bilhão cada. Parte dos recursos entra até 31 de dezembro; o restante, em janeiro de 2026.

Em setembro, os Correios registraram prejuízo de R$ 4,3 bilhões no primeiro semestre de 2025. Segundo Rondon, sem ajustes, a perda poderia chegar a R$ 23 bilhões em 2026. A empresa também busca novas estratégias para elevar receitas, com meta de R$ 21 bilhões em 2027.

Entre 2027 e 2030, a estatal pretende investir R$ 4,4 bilhões, com financiamento do banco do Brics, em automação, modernização logística, frota menos poluente e tecnologia da informação.

27/12/2025

PERIGO: CORREIOS CONSEGUE EMPRÉSTIMO DE R$ 12 BILHÕES - QUEM VAI ADMINISTRAR A 'BUFUNFA?'

Governo publica extrato de empréstimo de R$ 12 bilhões

O governo federal publicou o extrato do empréstimo de R$ 12 bilhões aprovado para os Correios. Com a oficialização feita na edição deste sábado (27) do Diário Oficial da União (DOU), a estatal está apta para prosseguir com as captações, parte do seu plano de reestruturação.

Conforme o extrato, os recursos poderão ser utilizados como financiamento para capital de giro e investimentos estratégicos da estatal. O documento prevê, entre as destinações, o pagamento da comissão de estruturação da operação de crédito, além de outras despesas vinculadas ao plano de reestruturação.

O grupo de instituições financeiras que fechou a proposta de empréstimo é formado por Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil, Bradesco, Itaú e Santander. O financiamento terá prazo de pagamento de 15 anos, com taxa de juros próxima à Selic. A operação recebeu aval do Tesouro Nacional há pouco mais de uma semana, após uma tentativa frustrada de aprovação no início de dezembro.

Com prejuízo acumulado superior a R$ 6 bilhões entre janeiro e setembro de 2025 e déficits recorrentes desde 2022, que já ultrapassam R$ 10 bilhões, os Correios buscam reequilibrar suas contas. O plano de reestruturação prevê, além do empréstimo, um programa de demissão voluntária com potencial desligamento de cerca de 15 mil funcionários entre 2026 e 2027, fechamento de agências e venda de imóveis, com expectativa de arrecadar aproximadamente R$ 1,5 bilhão.

Com informações AE

15/12/2025

GREVE: A PARTIR DESTA TERÇA-FEIRA (16) FUNCIONÁRIOS DOS CORREIOS PODERÃO PARALISAR SERVIÇOS

Funcionários dos Correios ameaçam entrar em greve

Funcionários dos Correios indicaram a possibilidade de greve a partir da próxima terça-feira (16). A sinalização foi feita durante reunião com o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos, na qual representantes sindicais afirmaram que a paralisação ocorrerá caso a empresa mantenha a retirada de direitos.

O encontro ocorreu após um ato realizado em frente ao Palácio do Planalto, organizado pelo Sindicato dos Trabalhadores dos Correios e Telégrafos do Distrito Federal (Sintect-DF) e pela Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Correios e Telégrafos (Fentect).

De acordo com comunicado do Sintect-DF, os representantes apresentaram demandas relacionadas à campanha salarial, às mudanças em benefícios e à situação financeira da estatal. Os sindicatos afirmam que a empresa vem promovendo o que classificam como “retirada de direitos” e não apresentou contraproposta econômica.

“Os representantes expuseram os problemas enfrentados, incluindo a campanha salarial, a retirada de direitos e a falta de contraproposta econômica pela ECT”, informou o sindicato.

Segundo a entidade, o quadro de crise financeira dos Correios também foi discutido durante a reunião.

Ainda conforme a nota, Guilherme Boulos afirmou que levará as reivindicações ao petista Lula.

Os sindicatos alegam que a negociação coletiva sofreu recuo após a estatal cancelar uma reunião e solicitar mediação do Tribunal Superior do Trabalho (TST). No fim da tarde, a Fentect informou ter recebido notificação oficial da Corte sobre o pedido.

08/12/2025

ROMBO DE R$ 700 MILHÕES A CADA 3 MESES NO PLANO DE SAÚDE AJUDA A QUEBRAR OS CORREIOS

Rombo de plano de saúde ajuda a quebrar Correios: R$700 milhões a cada 3 meses

Prestes a registrar rombo de R$10 bilhões só em 2025 e na iminência de um colapso, a estatal Correios luta para manter o Postal Saúde, plano de saúde exclusivo para funcionários, aposentados e dependentes, que drena bilhões dos cofres públicos. Além dos cônjuges e filhos, o plano também beneficia pais dos funcionários e mais 203 mil aposentados. A cada três meses, R$700 milhões são tirados de quem paga impostos para cobrir o rombo do Postal, que aumentou 80% em relação a 2024.

Despesas explodem

O envelhecimento da clientela reduz a chance de recuperação do Postal Saúde: 25% dos 203 mil aposentados beneficiários têm mais de 59 anos.

Lipoaspiração

O custeio anual do Postal Saúde já chega a R$2 bilhões, segundo fontes dos Correios, consumindo 10% do faturamento da empresa.

Bomba-relógio

Sindicalistas do PT que dirigiram os Correios condenaram a empresa à morte, fechando acordos que ignoravam a sustentabilidade financeira.

Não pagou, parou

A situação é tão crítica o atraso nos repasses levou hospitais como Rede D'Or e Unimed a suspender atendimentos dos beneficiados do plano.

07/12/2025

A VIA CRUCIS DOS CORREIOS CONTINUA

Correios elevam para 15 mil meta de programa de demissão voluntária

Os Correios aumentaram para 15 mil a meta do Programa de Demissão Voluntária (PDV). A empresa já fala em outras alternativas ao empréstimo de R$ 20 bilhões que vinha sendo negociado com bancos.

O governo avalia uma chamada “solução ponte” para que a empresa consiga iniciar o plano de reestruturação sem precisar de negociar com as instituições financeiras em condições desfavoráveis.

Os funcionários dos Correios já foram avisados a respeito do programa de demissão voluntária.

O PDV vista atingir 10 mil desligamentos em 2026 e mais 5 mil em 2027, gerando uma economia de R$ 1,7 bilhão por ano com a folha de pagamentos, segundo cálculos da estatal.

Em nota, os Correios disseram que o novo PDV tem quer reajuste o quadro, mas sem rupturas. As informações são do Estadão.

– “O novo PDV dos Correios está sendo dimensionado com base em estudos técnicos em curso. O foco é garantir adesão voluntária e economicamente viável, com impacto positivo sobre o custo fixo no médio prazo. O objetivo é ajustar o quadro de forma responsável, sem rupturas e valorizando quem construiu a história dos Correios. As informações serão divulgadas às empregadas e empregados oportunamente – diz o texto.

06/12/2025

COLAPSO: CORREIOS APERTAM FUNCIONÁRIOS AO CANCELAR VALE-NATAL DE R$ 2,5 MIL

Em colapso financeiro, Correios cancelam vale-Natal de R$ 2,5 mil e apertam funcionários

Afundados em uma crise sem precedentes, os Correios decidiram cortar o vale-Natal de R$ 2,5 mil que havia sido pago aos funcionários em 2024 por meio do Acordo Coletivo de Trabalho. O comunicado interno foi enviado na noite de quarta-feira (3), confirmando que o benefício não será renovado neste fim de ano por falta de recursos e necessidade urgente de enxugar gastos.

A medida ocorre enquanto a estatal tenta destravar negociações para um empréstimo de cerca de R$ 20 bilhões. O Tesouro Nacional já sinalizou que não dará aval caso os bancos mantenham juros acima de 120% do CDI — a proposta apresentada, de 136%, foi rejeitada, empurrando as conversas para a próxima semana. A equipe econômica busca uma solução temporária que alivie a pressão sobre a empresa, mas ainda sem definição clara.

O rombo financeiro é grave: de janeiro a setembro, os Correios acumularam prejuízo de R$ 6,05 bilhões. A direção pretende usar o empréstimo para quitar dívidas, bancar um programa de desligamento voluntário e investir em melhorias logísticas para tentar recuperar mercado e reconquistar clientes. Fornecedores também aguardam regularização de pagamentos atrasados, considerada essencial para restabelecer a operação.

O ministro Fernando Haddad afirmou que qualquer ajuda do Tesouro seguirá as regras fiscais, mas a indefinição aumenta a tensão interna. Sem o benefício natalino e diante de cortes sucessivos, funcionários veem o fim de ano marcado pela crise que ameaça a sobrevivência da estatal.

Com informações do R7

29/11/2025

PQP: SE OS CORREIOS NÃO PAGAR, O QUE CERTAMENTE VAI ACONTECER, NÓS PAGAREMOS

Correios aprovam empréstimo de R$ 20 bilhões a ser contratado com cinco bancos; Tesouro Nacional assumirá pagamento em caso de inadimplência

O conselho de administração dos Correios aprovou neste sábado (29) a contratação de um empréstimo de R$ 20 bilhões para ajudar na reestruturação da estatal.

A proposta foi apresentada por um sindicato formado por Banco do Brasil, Citibank, BTG Pactual, ABC Brasil e Safra, com garantia do Tesouro Nacional, que assumirá o pagamento em caso de inadimplência.

A taxa de juros ficou um pouco abaixo dos 136% do CDI, valor da proposta anterior, e as condições foram consideradas mais flexíveis pelos negociadores. Inicialmente, os bancos exigiam garantias adicionais, como lucro mínimo e recebíveis futuros, algo incomum em operações com aval soberano.

O empréstimo também servirá para quitar uma dívida de R$ 1,8 bilhão contratada no início do ano com BTG, Citibank e ABC Brasil. A Caixa, que participou das primeiras rodadas, deixou as negociações.

A operação é vista como essencial para aliviar o caixa dos Correios, que enfrentam prejuízo acumulado de R$ 6,1 bilhões até setembro e registram resultados negativos desde 2022. O crédito está diretamente ligado ao plano de reestruturação da empresa, considerado decisivo pelos bancos para avaliar a capacidade de recuperação da estatal.

O governo Lula deverá editar um decreto e uma portaria interministerial para viabilizar a concessão da garantia do Tesouro e concluir o processo.

Com informações de Folha de S. Paulo

ABSURDO: AUMENTA O 'ROMBO' DOS CORREIOS E CHEGA A R$ 6 BILHÕES

Rombo nos Correios triplica e chega a R$ 6 bi

O prejuízo dos Correios atingiu R$ 6 bilhões até setembro deste ano. O valor é quase três vezes maior que o registrado no mesmo período do ano anterior, quando a estatal acumulou mais de R$ 2 bilhões em perdas.

Relatórios da empresa mostram que a queda nas receitas e o aumento das despesas operacionais, somados a novas obrigações judiciais e trabalhistas, contribuíram para o resultado negativo. Nos meses recentes, a direção dos Correios negociou com um grupo de bancos públicos e privados um empréstimo de R$ 20 bilhões, com garantia do Tesouro Nacional.

Empréstimo bilionário para os Correios

Apesar de buscar condições mais favoráveis para o acordo, a administração dos Correios pretende concluir a negociação na próxima semana. O governo considera a operação essencial para evitar a interrupção dos serviços e garantir a continuidade da empresa.

O empréstimo será repassado em duas ou mais parcelas. A medida evitaria que recursos fiquem parados e gerem custos desnecessários em juros, já que parte dos valores só será utilizada em 2026.

O empréstimo à estatal

O pagamento do empréstimo será realizado em 15 anos, com início previsto apenas depois de um período de carência de pelo menos dois anos.

No escopo desse plano, está prevista a saída de pelo menos 10 mil funcionários por meio de programa de demissão voluntária, além do fechamento de mil agências. Caso as iniciativas não avancem, a estatal projeta perdas de ao menos R$ 23 bilhões em 2026.

revistaoeste

27/11/2025

NOTA DE FALECIMENTO

Ex-presidente critica plano dos Correios e diz que estatal caminha para “encerramento programado”

O ex-presidente dos Correios, Guilherme Campos, fez duras críticas ao plano de recuperação aprovado recentemente pela atual gestão da estatal. Segundo ele, a estratégia — que prevê a contratação de até R$ 20 bilhões em empréstimos com garantia do Tesouro Nacional — representa uma espécie de “morte assistida” da empresa. Campos argumenta que o foco excessivo na redução de custos, sem medidas claras para ampliar receitas, aponta para um futuro de enfraquecimento da companhia.

Campos presidiu os Correios entre 2016 e 2018, durante o governo Michel Temer, e afirma que o que tem sido divulgado não apresenta perspectiva de crescimento. “O que vejo é apenas uma visão de corte, de quem não acredita nos Correios como empresa. Tomar empréstimos de longo prazo sem estratégia de expansão pode significar administrar o fechamento da estatal lá na frente”, disse. Ele destacou ainda que as informações divulgadas até agora são insuficientes para indicar uma virada de rumo.

Os Correios enfrentam uma das piores crises da sua história. Entre janeiro e junho deste ano, a empresa acumulou prejuízo de R$ 4,37 bilhões — três vezes maior que o déficit registrado no mesmo período do ano passado. O plano aprovado prevê um ciclo dividido em três etapas: recuperação financeira, consolidação e, por fim, crescimento. Entre as medidas anunciadas estão um Programa de Demissão Voluntária, ajustes no plano de saúde, modernização da operação e garantia de liquidez até 2026. A estatal não comentou as críticas do ex-presidente.

Guilherme Campos assumiu os Correios após dois anos consecutivos de forte prejuízo e conseguiu reverter o cenário, alcançando lucro em 2017 e 2018. Hoje, atua como secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura. O atual presidente da estatal, Emmanuel Rondon — servidor de carreira do Banco do Brasil — foi nomeado em setembro pelo presidente Lula, em substituição a Fabiano Silva dos Santos, que deixou o cargo após poucos meses no comando.

Com informações do Estadão

22/11/2025

TRISTE SINA: NOVAMENTE OS CORREIOS

Correios aprovam fechar agências e demissão voluntária

Os Correios aprovaram um plano de reestruturação que prevê entre outras medidas, um novo programa de demissão voluntária, o fechamento de 1 mil agências consideradas deficitárias e a venda de imóveis da estatal que podem render R$ 1,5 bilhão.

O plano prevê, até o fim de novembro, um empréstimo de até R$ 20 bilhões, parar reduzir o déficit, retomar o equilíbrio financeiro em 2026 e gerar lucro em 2027.

As ações planejadas para garantir “continuidade, eficiência e qualidade” dos serviços postais foram aprovadas na última quarta-feira (19).

Segundo os Correios, o plano foi elaborado após análises da situação financeira e do atual modelo de negócio para retomar o equilíbrio financeiro em um prazo de 12 meses.

“Diante do cenário de queda de receitas e aumento de custos operacionais, a reestruturação contempla três fases: recuperação financeira, consolidação e crescimento”, justifica a estatal .

Entre as medidas, estão:

– Programa de Demissão Voluntária;
– Redução dos custos com plano de saúde dos empregados;
– Modernização e readequação do modelo operacional e infraestrutura tecnológica;
– Redução de até 1 mil agências deficitárias para melhorar a rede de atendimento;
– Venda de imóveis para gerar receitas, estimativa de R$ 1,5 bilhão.

Há previsão de expansão no e-commerce e parcerias estratégicas, além da possibilidade de operações de fusões, aquisições e outras reorganizações societárias para aumentar a competitividade no médio e longo prazo.

O novo modelo de negócio reforça a universalização dos serviços postais, como missão pública dos Correios, mesmo nas localidades mais remotas e de difícil acesso.

A expectativa é de que, adotadas tais medidas, o déficit seja reduzido ao longo do ano que vem, e que a lucratividade seja retomada já em 2027.

Após fechar o ano de 2024 no vermelho, com o prejuízo total de R$ 2,6 bilhões, a empresa anunciou, em maio deste ano, um pacote de medidas que incluiu outro programa de demissão voluntária (PDV); redução de jornada de trabalho para 6 horas diárias em unidades administrativas; suspensão temporária das férias de 2025 e a decretação do fim do trabalho remoto.

A última edição do PDV do Correios teve a adesão de aproximadamente 3,5 mil empregados, o que gerou uma economia anual de cerca de R$ 750 milhões.

Os Correios estão presentes nos 5.568 municípios, além do Distrito Federal e do Distrito Estadual de Fernando de Noronha (PE), de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A estrutura abrange mais de 10 mil agências de atendimento, 8 mil unidades operacionais (de distribuição e tratamento de encomendas e correspondências), 23 mil veículos e 80 mil empregados diretos.

Entre os serviços realizados pelos Correios estão entrega de livros didáticos às escolas públicas; a distribuição das provas do Enem simultaneamente em todo o território; a entrega das urnas eletrônicas em locais de difícil acesso; distribuição de mantimentos e outros artigos em situações de emergência e calamidade, como nas enchentes no Rio Grande do Sul, e mais recentemente, às famílias atingidas pelo tornado em Rio Bonito do Iguaçu (Paraná), em 7 de novembro.

Com informações da Agência Brasil

14/11/2025

O GOVERNO QUE DIZ QUE EMPREGA AGORA PODERÁ SER OBRIGADO A DEMITIR

Correios correm para captar R$ 10 bilhões e visam demitir 10 mil

Com a saúde financeira em péssimo estado, os Correios correm contra o tempo para captar ao menos R$ 10 bilhões em um prazo de 15 dias. O aporte, que deverá vir por meio de um empréstimo com garantia da União, é considerado indispensável para estabilizar as contas, que já vivem um momento delicado. A intenção é concluir a operação até o fim do mês.

A direção da companhia, sob comando de Emmanoel Rondon, decidiu reduzir o valor inicial pretendido — que era de R$ 20 bilhões — após constatar que as condições apresentadas pelos bancos na primeira rodada de negociação tornaram a operação financeiramente inviável.

A obtenção de crédito é vista como pilar do plano de reorganização interna. O foco central é cortar despesas com pessoal, incluindo a implementação de um Programa de Demissão Voluntária (PDV) voltado para alcançar 10 mil empregados.

A meta é enxugar a folha em aproximadamente R$ 2 bilhões por ano, mas alcançar esse número exigirá incentivos mais robustos do que os ofertados no último PDV, quando apenas 3,6 mil servidores aderiram, embora cerca de 8 mil tivessem manifestado interesse.

A estatal encaminhou a proposta de empréstimo a cerca de dez instituições financeiras e estabeleceu como teto o custo equivalente a 120% do CDI, patamar utilizado pelo Tesouro como referência em operações com garantias federais. Na rodada inicial, porém, os bancos chegaram a pedir um custo de 136% do CDI, nível considerado excessivamente oneroso.

Só em 2025, os Correios acumulam R$ 4,3 bilhões de prejuízo. No segundo trimestre, a perda somou R$ 2,6 bilhões, quase cinco vezes o resultado negativo do mesmo período de 2024. O déficit mensal gira em torno de R$ 750 milhões.

Essa deterioração financeira influenciou diretamente a prestação de serviços. O índice de entregas dentro do prazo, que chegou a apenas 76% no primeiro semestre, está em 92% — ainda abaixo da meta mínima de 95% considerada essencial para manter grandes clientes, especialmente empresas de comércio eletrônico.

pleno.news

11/11/2025

CHEQUE SEM FUNDO DE R$ 280 MILHÕES DE PAI DE SANTO FAZ CORREIOS CANCELAR LEILÃO

Correios cancelam leilão por cheque sem fundo de ONG de pai de santo

A venda de uma propriedade avaliada em R$ 280 milhões, em Brasília (DF), foi anulada pelos Correios. O motivo foi o recebimento de um cheque sem fundo como pagamento.

O cheque veio de uma ONG chamada CPM Intercab, que arrematou o terreno após ser a única participante da licitação. No local funcionava uma escola de gestão e um clube para funcionários da empresa.

Com sede em Taguatinga (DF) a ONG tem como dirigente Jorge Luiz Almeida da Silveira. Ele é um líder religioso do candomblé conhecido como Pai Jorge de Oxossi.

Segundo os Correios, uma nova licitação será realizada.

Já o pai de santo afirmou que não sabia das irregularidades e que ainda pretende comprar o imóvel.

As informações são do Estadão.

28/10/2025

PIOR IMPOSSÍVEL: GOVERNO AFUNDANDO AS ESTATAIS E DESCARADAMENTE DIZ QUE ESTÁ 'TUDO BEM'

Nem de graça os Correios interessam mais a investidores

O insolvente Correios não consegue banco disposto a emprestar-lhe os R$20 bilhões para pagar dívidas, como pretende, até porque o risco de calote é do tamanho do rombo. A saída pode ser ainda pior: o governo Lula (PT) obrigar os bancos estatais, já fragilizados, a bancar o crédito. A situação dos Correios é tão crítica que até de graça sairia caro. Ainda que conseguissem vende-la pelo valor de mercado, isso seria mal seria suficiente para o pagamento de menos de um terço das dívidas.

Os Correios passaram a dar lucro com a Lei das Estatais do governo Temer, mas Lula conseguiu que o STF a suspendesse. E tudo desandou.

Lula pediu e o STF suspendeu a Lei das Estatais, a fim de nomear quem quisesse como diretores. Para os Correios, designou seu churrasqueiro.

Além de liquidar sua principal receita, taxando blusinhas, Lula fez crescer gastos com pessoal nos Correios para quase R$13,3 bilhões/ano.

DP

20/09/2025

ABSURDO: PARA SUPERAR DÍVIDAS CORREIOS PRECISAM DE R$ 7 BILHÕES EM 2026

Correios precisam de R$ 7 bilhões em 2026 para superar dívidas

Os Correios divulgaram que, para sair da crise financeira em que se encontra, precisa de um aporte de R$ 7 bilhões para 2026 do Tesouro Nacional. O montante também serviria para pagar um empréstimo que foi feito com alguns bancos.

De acordo com informações do jornal O Globo, o novo presidente da companhia, Emmanoel Schmidt Rondon, vai continuar insistindo com o Ministério da Fazenda, chefiado por Fernando Haddad, que a pasta injete dinheiro na estatal. O presidente anterior dos Correios, Fabiano Silva dos Santos, foi demitido em julho.

Ainda de acordo com o veículo, intgrantes da Fazenda afirmaram que, caso o aporte aconteça, os Correios seriam considerados depentes. Ou seja, os gastos da empresa entrariam nos gastos do Orçamento da União, que já estão apertados, e influenciaria nos cortes do governo federal.

No governo de Jair Bolsonaro, havia o plano de privatizar os Correios. Quando Lula assumiu seu terceiro mandato, mudou os planos e manteve a empresa como estatal. No entanto, as contas da companhia estão no vermelho e os prejuízos só crescem. Para manter a folha de pagamento em dia, por exemplo, outras contas ficam em atraso.

07/09/2025

TRIPLICOU ROMBO DOS CORREIO$? AGUENTA FIRME, O VALE GÁS ESTÁ CHEGANDO!

Prejuízo dos Correios triplica e chega a R$ 4,37 bilhões

Os Correios registraram um prejuízo de R$ 4,37 bilhões, no primeiro semestre de 2025, informou a empresa estatal nesta sexta-feira,5. O resultado representa um aumento de 222% (triplo) em relação ao prejuízo de R$ 1,35 bilhão registrado no mesmo período do ano anterior.

No segundo trimestre, o prejuízo chegou a R$ 2,64 bilhões – um aumento de quase cinco vezes em relação ao rombo de R$ 553 milhões do mesmo período de 2024.

No primeiro semestre, a empresa viu a sua receita líquida cair de R$ 9,28 bilhões em 2024 para R$ 8,18 bilhões em 2025. Ao mesmo tempo, despesas gerais e administrativas saltaram de R$ 1,2 bilhão para R$ 3,4 bilhões, enquanto as despesas financeiras aumentaram de R$ 3,09 milhões para R$ 673 milhões, na mesma comparação.

Os custos com produtos vendidos e serviços prestados subiram de R$ 7,8 bilhões para R$ 7,9 bilhões.

Na divulgação do balanço, a empresa afirmou que “enfrenta restrições financeiras decorrentes de fatores conjunturais externos que impactaram diretamente a geração de receitas.”

– Entre os principais motivos, destaca-se a retração significativa do segmento internacional, em razão de alterações regulatórias relevantes nas compras de produtos importados, que provocaram a queda do volume de postagens e o aumento da concorrência, resultando na redução das receitas vinculadas a esse segmento – diz a empresa.

Os Correios fizeram referência, de forma indireta, à taxa das blusinhas que foi implementada pelo governo Lula (PT).

A empresa ainda diz que implementou um plano de contingência, com objetivo de buscar o reequilíbrio econômico.

– As ações priorizam o incremento de receitas, por meio dadiversificação de serviços e da expansão da atuação comercial, bem como a otimização e racionalização das despesas e a reduçãode custos operacionais, preservando a universalização dos serviços e assegurando ganhos de produtividade e sustentabilidadefinanceira – disse a companhia.

Os Correios também citam a implementação de um market place próprio, com a entrada no segmento do e-commerce, e a autorização de uma linha de crédito de R$ 4 bilhões junto ao Novo Banco de Desenvolvimento (NDB), o banco do Brics, para investir em modernização, operações logísticas e automação de processos.

Em uma tentativa de contornar a crise, a empresa se comprometeu com a equipe econômica a economizar R$ 1,5 bilhão ainda em 2025. Uma das esperanças de cortar os gastos é o Plano de Desligamento Voluntário, com o qual a empresa prevê economizar R$ 1 bilhão ao ano.

O presidente da empresa, Fabiano Silva dos Santos, entregou pedido de demissão, no início de julho, mas permanece no cargo. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez o pedido para que ele continuasse, até encontrar um substituto, o que ainda não aconteceu, em uma situação inédita para a companhia.

Desde 2022, os Correios vêm apresentando prejuízos, mas o resultado negativo vem piorando. Naquele ano, a empresa fechou no vermelho em R$ 767 milhões, com pequena redução para R$ 596 milhões, em 2023. Em 2024, contudo, o rombo chegou a R$ 2,59 bilhões e, agora, no primeiro semestre, o número negativo salto para 4,36 bilhões.

Com informações AE

02/06/2025

ROUBALHEIRA: PT FEZ DOS CORREIOS UMA 'CÉLULA' DA PETROBRAS

Correios têm prejuízo de R$ 1,7 bilhão no 1º trimestre de 2025

Os Correios registraram um prejuízo de R$ 1,7 bilhão no primeiro trimestre de 2025. O valor é 115% maior que em 2024.

Os dados foram divulgados, na última sexta-feira (30), quando a empresa expôs as demonstrações financeiras do primeiro trimestre de 2025.

Este foi o pior começo de ano da empresa desde 2017, de acordo com informações do G1, de quem são as informações.

No primeiro trimestre de 2024, o déficit dos Correios foi de R$ 801 milhões. Este é o décimo primeiro trimestre seguido de prejuízo dos Correios, nove deles foram sob a gestão do atual presidente, Fabiano Silva.

Apesar do resultado negativo, a empresa não justificou as causas e os impactos que o prejuízo auferido nos três primeiros meses do ano tiveram nas operações.

Em nota, os Correios somente apontaram que “a continuidade operacional para 2025 está assegurada”.

SÉRIO ISSO?: ESSE POVO DEVE ESTAR DE BRINCADEIRA COM FUNCIONÁRIOS E A POPULAÇÃO

Correios abrem licitação para carros de luxo para diretoria

Os Correios abriram uma licitação para contratar carros de luxo para a diretoria da empresa. O valor da contratação é mantido em sigilo.

O objetivo é ter o fornecimento de quatro veículos de luxo por 30 meses, com motorista e combustível inclusos.

De acordo com a proposta de contrato, cada carro poderá rodar até 1.000 quilômetros por mês por um valor fixo.

Há ainda a previsão de um custo variável de até 115 quilômetros adicionais por mês. As informações são do Radar, da Veja.

PRESIDENTE DOS CORREIOS AUMENTOU PRÓPRIO SALÁRIO

Na contramão da realidade econômica dos Correios, a diretoria da estatal sofreu expressivo reajuste salarial nos últimos dois anos. Em meio ao rombo histórico que assola a empresa, o presidente da instituição, Fabiano Silva dos Santos, concedeu a si mesmo um aumento de 14% desde que foi nomeado, enquanto os demais funcionários foram reajustados em pouco mais de amargos 4% neste mesmo período em questão, de acordo com o site Metrópoles.

O déficit financeiro dos Correios chegou, em 2024, ao montante de R$ 2,6 bilhões, valor que corresponde a quatro vezes o prejuízo de 2023, que foi de R$ 597 milhões. O fracasso representa o primeiro resultado negativo bilionário da estatal desde o ano de 2016. Mas isso não é, necessariamente, um problema para o presidente da empresa, que aumentou seu salário de R$ 46,7 mil (em março de 2023) para R$ 53,3 mil (em abril de 2024).

Os benefícios também foram reajustados. O auxílio-moradia foi de R$ 4,3 mil para R$ 4,7 mil, o auxílio-alimentação aumentou de R$ 699 para R$ 1.036, e a previdência complementar foi ajustada de R$ 7,6 mil para R$ 7,9 mil.

Diretores receberam aumento salarial de R$ 40,6 mil para R$ 46,3 mil entre o início desta gestão e em 2024, recebendo ainda os acúmulos dos benefícios.

Foi sob o comando de Fabiano Santos, o atual presidente dos Correios, indicado pelo presidente Lula (PT), que os Correios viram sua boa fase desmoronar. No governo Jair Bolsonaro (PL), a estatal vinha acumulando superávit, mas na mudança de governo, a empresa começou a ruir financeiramente. A atual gestão dos Correios chegou a realizar uma manobra na contabilidade a fim de colocar na conta de 2022 os gastos realizados já nesta gestão, tentando disfarçar o péssimo trabalho realizado.

pleno.news

26/05/2025

PENSÃO: ARROMBARAM O 'FUNDO' DOS CORREIOS

Correios voltam a atrasar repasses e acumulam dívida com fundo de pensão

A gestão de Fabiano Silva dos Santos na presidência dos Correios voltou a descumprir compromissos com o Postalis, fundo de pensão dos funcionários da estatal.

Mesmo depois de firmar, em 2023, um contrato de confissão de dívida de R$ 7,6 bilhões, a empresa deixou de repassar valores previstos nos dois principais planos previdenciários.

Nos últimos dois meses, o atraso somado chega a R$ 120 milhões. O valor se refere a parcelas em aberto do Postalprev, voltado à previdência complementar, e do Plano de Benefício Definido (BD), fechado a novos participantes desde 2008.

Para não sofrer sanções judiciais, os Correios mantêm os atrasos abaixo de 90 dias. A estratégia consiste em pagar parte da dívida antes que esse prazo se esgote.

Atualmente, os repasses de março e abril estão em aberto, e a fatura de maio vence no quinto dia útil de junho. A direção da estatal deve quitar ao menos uma dessas parcelas para evitar consequências legais.

O contrato de 2023 previa repasses mensais de aproximadamente R$ 30 milhões ao Postalis. A estatal também arca com juros e multas pelos atrasos: 1% ao mês mais 2% de multa no Postalprev, e 0,03% ao dia mais 2% de multa no Plano BD.

O rombo do fundo de pensão dos Correios remonta a investimentos malsucedidos realizados de 2011 a 2016, durante o governo de Dilma Rousseff. As perdas diretas somaram R$ 4,7 bilhões, corrigidos para R$ 9,1 bilhões — cerca de 60% do prejuízo total.

Em vez de responsabilizar os gestores da época ou acionar judicialmente a BNY Mellon, então administradora do Postalis, a estatal e o governo optaram por dividir o rombo com os servidores. Metade da dívida ficou com aposentados e pensionistas, que sofrem descontos mensais na folha de pagamento.
Indicado por Lula, presidente dos Correios enfrenta críticas

Fabiano Silva dos Santos, ex-militante do PT e aliado político do ex-ministro José Dirceu, assumiu o comando dos Correios em 2023 por indicação direta do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Conhecido por sua atuação no Prerrogativas, grupo que reúne advogados aliados ao PT, o dirigente tenta barrar qualquer debate sobre privatização da estatal. Mesmo assim, enfrenta crescente insatisfação interna.

revistaoeste

AGORA QUEBRA DE VEZ: OS CORREIOS NÃO DÁ VOTOS, DÁ DINHEIRO, E ISSO BASTA!

Centrão pode ganhar os Correios, após o governo Lula inviabilizar a estatal

Como a reforma ministerial subiu no telhado e sobraram apenas mudanças no segundo escalão para Lula oferecer aos aliados no Congresso, a presidência dos Correios entrou no radar do centrão. A estatal é presidida por Fabiano Silva dos Santos, ligado ao Prerrogativas, grupo de advogados de esquerda pró-Lula na Lava Jato, que se agarra ao cargo mesmo com sua gestão empurrando a empresa para o vermelho. União Brasil e MDB disputam o comando da estatal.

Calendário na mão

O mandato de Fabiano como presidente dos Correios expira em agosto. A aposta é que o “churrasqueiro de Lula” não será mantido.

Motivos de sobra

Fabiano é criticado por turbinar o próprio salário, pelo rombo da estatal, atraso no repasse do FGTS, corte do plano de saúde etc.

Ladeira abaixo

Além de contratos milionários pouco explicados, a atual direção levou os Correios, que davam lucro, a um prejuízo anual de R$2,6 bilhões.

Caçador babando

Caçador de cargos profissional, o senador Davi Alcolumbre emplacou o ministro das Comunicações, Frederico Siqueira, e baba pelos Correios.