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27/06/2026

ESSE POVO ESTÁ INVENTANDO MUITA 'MUNGANGA'

STF e TSE: a disputa pelo comando das eleições de 2026

O Supremo Tribunal Federal avalia assumir funções do Tribunal Superior Eleitoral nas eleições de 2026. Hoje, o TSE é presidido por Nunes Marques, indicado por Jair Bolsonaro. Essa mudança de comando expôs fissuras internas no STF, onde existe, sim, uma ala lulista — e essa ala não aguenta, pira. Meus amigos, no Supremo há uma ala lulista, e isso não é escândalo, é realidade.

Há algo profundamente corrosivo na geometria do poder, quando aqueles que deveriam ser os guardiões da Constituição decidem que a própria Constituição é um detalhe acessório, um obstáculo menor no caminho de uma agenda política nefasta. O Brasil vive hoje o espetáculo patético da desmoralização institucional. Ao ensaiar o sequestro das competências do TSE, agora que o bastão do comando eleitoral mudou de mãos, o STF revela não zelar pela democracia, mas sim pelo pânico de uma elite togada que perdeu o seu monopólio de conveniência.

Em 2022, o silêncio do Supremo sobre as manobras do TSE era o silêncio cúmplice de quem detinha o controle. Hoje, sob a presidência de Nunes Marques, o mesmo tribunal que deveria ser templo de imparcialidade transforma-se em palanque de facções. É a tragédia de um país onde o Judiciário se tornou extensão partidária, onde o conceito de “ala lulista” não é escândalo, mas descrição burocrática, sinal claro de que a toga deixou de ser símbolo de justiça para virar uniforme de militância.

Não estamos diante de uma defesa da democracia, mas da manutenção vergonhosa de um status quo, que vê a independência dos outros poderes como traição à sua hegemonia. Quando o guardião da lei decide que a lei só é válida se a decisão final emanar de seu próprio altar, a democracia não foi protegida, foi executada.

O modelo de indicações que nos trouxe a este abismo — esse conluio onde se nomeiam amigos para pagar dívidas de gratidão — é o câncer que corrói o Estado brasileiro. Enquanto o topo da pirâmide judiciária for escolhido como quem escolhe aliados num jogo de pôquer, e não como quem seleciona magistrados de carreira, o Brasil continuará a ser essa república vergonhosa de fachada.

O que vemos hoje é o desespero de quem, ao perder o controle da caneta que carimba os votos, resolveu simplesmente assumir a mão que segura a caneta. É o fundo do poço, e o barulho da queda é ensurdecedor para qualquer um que ainda acredite na ideia de uma nação livre, onde o poder emana das urnas e não do gabinete de quem deveria, por dever de ofício, apenas garantir que o silêncio da lei prevaleça sobre o ruído da política.

JCO

21/06/2026

ELEIÇÃO SUPLEMENTAR: ELEITORES DE RORAIMA ESCOLHEM NOVO GOVERNADOR NESTE DOMINGO (21)

Roraima elege hoje governador para mandato tampão até 2027

Mais de 384 mil eleitores de Roraima estão aptos a irem às urnas, neste domingo (21), para escolher o chefe do Executivo estadual em mandato tampão até janeiro de 2027. A votação segue até às 17h00, no horário local, em 350 locais de votação no estado.

A eleição suplementar foi convocada após a cassação, pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), no último dia 30 de abril, do mandato do ex-governador Edilson Damião (União Brasil), que assumiu a vaga de Antonio Denarium após ele renunciar ao cargo.

A chapa foi condenada no TSE por abuso de poder político e econômico nas eleições de 2022, devido a práticas envolvendo entrega de cestas básicas e repasses de verbas a municípios sem respeitar as regras legais, entre outras irregularidades.

DISPUTA DESTE DOMINGO

No pleito deste domingo (21), disputam o mandato tampão o candidato Arthur Henrique (PL), apoiado pelo ex-governador cassado; o atual governador, Soldado Sampaio (Republicanos), que era presidente da Assembleia Legislativa e assumiu interinamente o Executivo; e a socióloga Nelita Frank (PT), da oposição local.

O candidato Arthur Henrique, ex-prefeito da capital Boa Vista (RR), entra na disputa concorrendo “sob judice”, podendo vir a ser barrada depois, mesmo que eleito. Isso porque a candidatura dele foi questionada no Supremo Tribunal Federal (STF) com decisão do ministro Flávio Dino favorável à reclamação.

O magistrado derrubou norma do Tribunal Regional Eleitoral de Roraima (TRE-RR) que flexibilizou o prazo para os candidatos saírem dos cargos públicos antes do pleito, que poderia ocorrer até 24 horas após convenção partidária que definiu o nome do candidato.

Porém, Dino rejeitou esse entendimento do TRE local ao decidir que a desincompatibilização dos cargos não poderia ser flexibilizada, devendo ser respeitado o prazo de três ou seis meses previsto na Lei das Inelegibilidades.

Como ainda cabe recurso à decisão de Dino, o candidato apoiado pelo ex-governador cassado está nas urnas, mas disputa a vaga como candidato “sob judice”.

A decisão de Dino também alterou os planos do PT no estado. A legenda havia indicado a professora Antônia Pedrosa para a vaga. Porém, ela não se afastou do cargo na rede pública de ensino antes do prazo de desincompatibilização.

Por isso, em seu lugar, foi indicada a candidata Nelita Frank. Mas, na urna, ficou mantida o nome e a foto da candidata barrada Antônia Pedrosa. Segundo o TRE-RR, não houve tempo hábil para troca do nome e foto previstos nas urnas eletrônicas.

ELEIÇÕES MUNICIPAIS

Além dos eleitores roraimenses, os habitantes de cinco municípios do país vão às urnas escolher os prefeitos das suas cidades em eleições complementares para mandatos tampões até janeiro de 2029. Os novos pleitos foram marcos após perdas dos mandatos dos gestores eleitos em 2024.

Serão eleitos novos prefeitos(as) e vice-prefeitos (as) em Reginópolis (SP), Tuiuti (SP), Joviânia (GO), Amparo da Serra (MG) e Bonito de Minas (MG).

Em Reginópolis (SP), concorre ao cargo de prefeito João Paulo (PSD), tendo como candidato a vice-prefeito Marquinho do Gás (Podemos) e Marquinho Bastos e Fernando Inácio (União Brasil).

Em Tuiuti (SP), disputam a prefeitura as chapas formadas por Pedrinho e Andrezão (MDB/Republicanos), Milena do Amarildo e Guinho (PSB) e Careca e Nina do Gabinete (União Brasil).

Em Joviânia (GO), concorrem Pedro Lucas, conhecido como Macaco, e Leandro da Leancellys (MDB/Agir), além de Elisberto da Retro e Rogério Potim (Podemos/PSDB).

Em Amparo da Serra (MG), disputam a prefeitura as chapas encabeçadas por Aila da Farmácia e Robertinho Bellico (Avante/Republicanos) e por Túlio Cária e Marcelino do Açougue (MDB/PRD).

Em Bonito de Minas (MG), concorrem João Neto do Sindicato e Professora Cris (Podemos/União Brasil), além de Miqueias Figueiredo e Joelma Magalhães (Republicanos/PDT).

Agência Brasil

05/06/2026

MAIOR FATIA DO FUNDO ELEITORAL PARA CAMPANHAS DO TSE FICARÁ COM O PL

PL receberá maior fatia do fundo eleitoral para campanhas do TSE

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) informou nesta quarta-feira (3) que serão distribuídos R$ 4,9 bilhões do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC) para os 30 partidos que vão disputar as eleições de outubro.

O PL vai receber R$ 881 milhões e será a legenda com a maior fatia do fundo. Em segundo lugar, está o PT, que receberá R$ 615 milhões. Em seguida, aparece o União, com R$ 526 milhões. As três legendas vão receber cerca de 40% dos recursos.

O repasse dos recursos está previsto na Lei das Eleições e leva em conta a divisão igualitária entre todos os partidos registrados no TSE, que levam 2% do total, mais 35% em relação aos votos obtidos na Câmara dos Deputados, mais 48% conforme o tamanho da bancada na Câmara (fusões e incorporações), além da cota de 15% pela bancada no Senado.

O Fundo Eleitoral é repassado aos partidos em anos de eleições. O repasse foi criado pelo Congresso em 2017 após a decisão do Supremo, que, em 2015, proibiu o financiamento das campanhas por empresas privadas.

Além do Fundo Eleitoral, os partidos também contam com o Fundo Partidário, que é distribuído anualmente para manutenção das atividades administrativas.

18/05/2026

ELEIÇÕES SUPLEMENTARES NO RN ACONTECIDAS NESTE DOMINGO (17) NÃO DEU PARA O PT

PT faz teste no nordeste em eleições suplementares para prefeito e o resultado é catastrófico

As eleições suplementares realizadas neste domingo (17) no Rio Grande do Norte terminaram com duas derrotas para candidatos do PT nos municípios de Ouro Branco e Itaú.

Em Ouro Branco, Professor Amariudo (PP) foi eleito prefeito com 1.971 votos, o equivalente a 50,22% dos votos válidos. A candidata Dra. Fátima (PT) recebeu 1.954 votos, somando 49,78%. A diferença entre os dois candidatos foi de apenas 17 votos.

Já no município de Itaú, Zé Roberto Pezão (União Brasil) venceu a disputa com 2.469 votos, alcançando 54,61% da votação. Fabrício Regis (PT) ficou em segundo lugar, com 2.052 votos, equivalente a 45,39%.

Os resultados das eleições suplementares movimentam o cenário político no interior nordestino e fortalecem grupos de oposição ao PT na região.



JCO

08/05/2026

E O LIMITE DO PODER EM ANO ELEITORAL - QUEM VIGIA QUEM? O STF OU O TSE?

Quem vigia quem? O STF ou o TSE? E o limite do poder em ano eleitoral

O Brasil entra em mais um ciclo eleitoral sob uma pergunta incômoda, porém inevitável: quem está, de fato, delimitando o poder das instituições?

Nos últimos anos, o Supremo Tribunal Federal (STF) expandiu sua atuação para além do papel tradicional de guardião da Constituição. Decisões que impactam diretamente o Legislativo e o Executivo passaram a fazer parte do cotidiano institucional, redesenhando o equilíbrio entre os poderes.

Agora, o foco se desloca para outro ponto sensível: o processo eleitoral.

A JUSTIÇA ELEITORAL SOB PRESSÃO

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE), responsável por organizar e garantir a lisura das eleições, passa a ocupar o centro de um debate cada vez mais intenso.

Casos recentes envolvendo figuras públicas, pré-candidatos e parlamentares acenderam o alerta para uma possível ampliação do STF para o controle judicial sobre o ambiente político-eleitoral.

A questão não é simples — nem deve ser tratada como tal.

LIBERDADE OU CONTROLE?

Em períodos eleitorais, a linha entre combate à desinformação e limitação do debate político se torna extremamente tênue.

Quando decisões judiciais começam a interferir diretamente na manifestação pública de candidatos e agentes políticos, surge um dilema fundamental:

- até que ponto se protege o processo democrático…

- e a partir de que ponto se restringe a própria democracia?

A JUDICIALIZAÇÃO DA POLÍTICA

O fenômeno não é novo, mas ganhou força.

A política, incapaz de resolver seus próprios conflitos, passou a recorrer cada vez mais ao Judiciário. Como consequência, o Judiciário passou a ocupar espaços que antes pertenciam ao debate político.

O problema não está apenas na atuação… mas na ausência de limites claros.

O OLHAR INTERNACIONAL E A RESPONSABILIDADE INTERNA

O Brasil não está mais isolado.

O processo eleitoral brasileiro é agora observado por instituições, governos e organismos internacionais.

Isso eleva o grau de responsabilidade.

Não basta que as eleições sejam corretas.

Elas precisam parecer corretas, transparentes e confiáveis para todos.

O RISCO DO DESEQUILÍBRIO

Quando uma instituição concentra poder além do esperado, o sistema deixa de operar em equilíbrio.

Democracia não é apenas voto.

É também:
- previsibilidade
- segurança jurídica
- igualdade de condições

Sem isso, a confiança se deteriora.

O debate que se impõe não é ideológico. É estrutural.

O Brasil precisa discutir, com maturidade, os limites de atuação de cada poder — especialmente em ano eleitoral.

Porque no fim… não é sobre esquerda ou direita, é sobre a integridade do processo

E sem confiança no processo, não há resultado que sustente uma democracia.

Jayme Rizolli - Jornalista.

JCO

11/02/2026

EM SÃO PAULO TARCÍSIO PODE SER ELEITO NO 1º TURNO CONTRA QUALQUER CANDIDATO DE LULA

Tarcísio pode ser reeleito em primeiro turno em SP contra qualquer candidato do governo Lula, diz pesquisa

O governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) continua o favorito para a eleição em São Paulo, com potencial de se reeleger ainda no primeiro turno, como mostra levantamento da Paraná Pesquisas divulgado nesta quarta, 11.

Tarcísio aparece numericamente com mais de 50% das intenções de voto totais nos cenários em que enfrentaria os ministros da Fazenda, Fernando Haddad (PT), ou do Empreendedorismo, Márcio França (PSB), e fica bem perto disso quando o adversário é o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB).

A margem de erro é de 2,5 pontos percentuais para mais ou para menos. Para liquidar a eleição já no primeiro turno, o candidato precisa ter 50% dos votos válidos (excluindo brancos e nulos) mais um.

Veja

23/01/2026

ELEIÇÕES 2026: NO CEARÁ O PT QUER CAMILO SANTANA ENFRENTANDO CIRO GOMES

Alas do PT preferem Camilo no duelo com Ciro

Tem motivo para que Camilo Santana fique com a coordenação da campanha de Lula no Nordeste: o risco de humilhante derrota do PT em dois Estados, mesmo com a máquina na mão. No Ceará, Santana conseguiu eleger o sucessor Elmano de Freitas, mas cresce as os sinais de que o raio não vai cair duas vezes no mesmo lugar. Pesquisas que circulam entre petistas mostram o amplo favoritismo do principal adversário Ciro Gomes (PSDB), segundo apurou a Paraná Pesquisas.

Botão de pânico

O afastamento permite, por exemplo, que Santana dispute o governo cearense e empurre Freitas para o Senado na última hora.

Risco de vexame

A Bahia é outro Estado que preocupa o PT. O opositor ACM Neto tem dado canseira para o governador petista Jerônimo Rodrigues.

Estepe

Sem muita adesão ainda, mas já há defesa de testar o nome do ministro e ex-governador Rui Costa (Casa Civil) na Bahia. E não é ao Senado.

20/06/2025

SENADOR FAZ ALERTA SOBRE NOVO CÓDIGO ELEITORAL

Surge alerta grave sobre o novo Código Eleitoral

O senador Esperidião Amin (PP-SC) questionou pontos do novo Código Eleitoral (PLP 112/2021) em discussão na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). O parlamentar demonstrou preocupação com artigos que tratam de crimes eleitorais de forma subjetiva, o que, segundo ele, pode gerar insegurança jurídica. O parlamentar também defendeu que os partidos analisem com atenção os dispositivos de natureza penal.

"Cada partido deve indicar um liderado seu, um integrante seu, para fazer uma análise, especialmente dos artigos de natureza penal que estão inscritos no novo Código Eleitoral, porque qualquer coisa que não esteja respeitando o que se chama boa legística — a legística na elaboração da lei —, o que não preencher essas condições não pode ser aprovado. Tem que ser muito objetivo o propósito do artigo", declarou.

Amin também destacou o voto do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), sobre a constitucionalidade do artigo 19 do Marco Civil da Internet. O senador lembrou que o magistrado defendeu os princípios constitucionais para preservar a prerrogativa da Justiça nas decisões sobre remoção de conteúdo das plataformas digitais.

O senador lembrou sua atuação como relator da CPI dos Crimes Cibernéticos e afirmou que o sistema jurídico brasileiro já dispõe de mecanismos para responder às demandas geradas pelo ambiente digital.

"O artigo 19 faz parte de uma boa lei e está muito bem redigido. É claro que nós respeitaremos a decisão do Supremo, a quem compete tomar essas decisões, mas não posso deixar de registrar que o voto do ministro André Mendonça é um alerta para aqueles que querem legislar fora do Congresso", afirmou.

jornaldacidadeonline

05/04/2025

PRÓXIMO: ELEIÇÕES DEIXARÃO DE SER DE 2 EM 2 ANOS, SERÁ UNIFICADA PARA SER DE 5 EM 5 ANOS

Eleição de dois em dois anos pode estar com os dias contados

O presidente da CCJ, senador Otto Alencar (PSD-BA), pretende votar até o meio do ano a proposta de emenda à Constituição (PEC 12/2022), que acaba com as eleições de dois em dois anos.

A proposta tem como objetivo consolidar em uma única lei a legislação eleitoral brasileira. A PEC unifica as eleições nacionais e municipais para que que aconteçam de cinco em cinco anos. Além disso, a matéria veda a possibilidade de reeleição para prefeitos, governadores e presidente da República.

Apresentada pelo senador Jorge Kajuru, do PSB de Goiás, a PEC unifica as eleições municipais e as nacionais, quando os eleitores escolhem o presidente da República, governadores, deputados federais, estaduais e distritais, além dos senadores. Todos esses cargos seriam eleitos de uma só vez, a cada cinco anos. A proposta ainda reserva 20% das cadeiras nas Casas Legislativas para as mulheres.

O relator da matéria, senador Marcelo Castro, do MDB do Piauí, entregou à CCJ o seu novo relatório na última quarta-feira (2). A comissão adiou a análise da matéria para realizar três audiências públicas nas próximas semanas. Para o senador Otto Alencar, a economia nos gastos com as eleições é um dos principais motivos para que a matéria seja votada o mais rápido possível.

– O próprio congresso vai pagar um preço muito caro no futuro mantendo a eleição em dois dois anos. Tem em 4 anos, três eleições. Além disso, são três fundos eleitorais, que custam um valor muito alto, a média é de 5 bilhões para o fundo eleitoral de cada eleição, você bota a conta aí 15 bilhões de reais de gastos com fundo eleitoral. Antes do recesso, pretendo que essas matérias sejam votadas na CCJ e vá pro plenário do Senado Federal para ser votado – disse Castro.

Caso aprovado, o novo modelo vai começar a ser aplicado nas eleições de 2030. Ele explicou que os prefeitos e vereadores eleitos em 2028 terão mandato de apenas dois anos. No caso dos prefeitos de primeiro mandato, será possível uma reeleição para os próximos cinco anos.

Agência Senado

30/10/2024

SAIBA QUAIS DEPUTADOS FEDERAIS SE ELEGERAM PREFEITO NAS ÚLTIMAS ELEIÇÕES

11 deputados federais se elegem para prefeito; confira os nomes

Onze deputados federais foram eleitos nas eleições de 2024, sendo seis deles no primeiro turno e cinco no segundo. Entre os vencedores, dois conquistaram prefeituras em capitais: Abilio Brunini (PL) em Cuiabá, Mato Grosso, e Paulinho Freire (União) em Natal, Rio Grande do Norte.

Os deputados eleitos no primeiro turno foram: Alberto Mourão (MDB) em Praia Grande (SP), Carmen Zanotto (Cidadania) em Lages (SC), Dr. Benjamim (União) em Açailândia (MA), Gerlen Diniz (PP) em Sena Madureira (AC), Hélio Leite (União) em Castanhal (PA) e Washington Quaquá (PT) em Maricá (RJ).

Os deputados eleitos no segundo turno são: Abilio Brunini (PL) para Cuiabá (MT), Paulinho Freire (União) para Natal (RN), Márcio Correa (PL) para Anápolis (GO), Naumi Amorim (PSD) para Caucaia (CE) e Ricardo Silva (PSD) para Ribeirão Preto (SP).

Outros seis deputados disputaram prefeituras em capitais neste domingo, mas não conseguiram vencer, ficando em segundo lugar. Os candidatos foram André Fernandes (PL) em Fortaleza (CE), Capitão Alberto Neto (PL) em Manaus (AM), Delegado Éder Mauro (PL) em Belém (PA), Guilherme Boulos (Psol) em São Paulo (SP), Maria do Rosário (PT) em Porto Alegre (RS) e Natália Bonavides (PT) em Natal (RN).

No total, 82 deputados se candidataram nas eleições deste ano, sendo 73 para prefeito, dois para vice-prefeito e sete para vereador.

29/10/2024

ELEIÇÕES 2024 / 2º TURNO: PARTIDOS QUE MAIS ELEGERAM PREFEITOS O RN - VEJA

Veja partidos que mais elegeram prefeitos no RN nas eleições 2024

Com o fim das eleições de 2024, o Rio Grande do Norte definiu os prefeitos dos 167 municípios. No pleito, o MDB foi o partido que mais conquistou prefeituras neste ano, com 45. Em segundo lugar aparece o União Brasil com 28. E em terceiro, aparece o PSD com 21. Nesta eleição, o PT conquistou apenas sete prefeituras.

Após Paulinho Freire ser eleito em Natal, o União conquistou mais um prefeitura, totalizando assim 28 cadeiras municipais. Já o MDB, conquistou a prefeitura em 45 municípios e entre as cidades estão Angicos, Baía Formosa, Lajes e Monte Alegre.

No caso do PT, que em 2020 teve três prefeituras, este ano conquistou sete, registrando assim um aumento de 233% em comparação a eleição anterior. Outro partido que teve aumento foi o Podemos, que saiu de zero para 6 prefeituras em 2024.

A maior perda de cadeiras nesta eleição ficou para o PSDB, que no RN, elegeu 15 prefeitos, enquanto que em 2020, conseguiu 31 chefes do Executivo. Outro partido que registrou queda foi o Republicados, que elegeu apenas quatro, enquanto que na eleição passada foram 11.

No cenário nacional, PSD e MDB foram as legendas que mais elegeram prefeitos com 887 e 853, respectivamente. Nas capitais, os partidos ficaram com cinco cada.

28/10/2024

PABLO MARÇAL RECEBEU 19,6 MIL VOTOS MESMO FORA DA DISPUTA EM SP

Mesmo fora da disputa, Marçal recebeu 19,6 mil votos no 2° turno

Embora estivesse fora da disputa do segundo turno, o ex-candidato à Prefeitura de São Paulo Pablo Marçal (PRTB) recebeu o voto de quase 20 mil eleitores, que digitaram o seu número, 28, nas urnas eletrônicas. Como apenas Ricardo Nunes (MDB) e Guilherme Boulos (PSOL) estavam concorrendo, os votos em favor do prtbista não valeram, tendo sido, portanto, anulados.

Em uma disputa acirrada, Marçal acabou como terceiro colocado no primeiro turno, obtendo 28,14% dos votos válidos contra 29,07% de Boulos e 29,48% de Nunes.

No segundo turno deste domingo (27), outros quase 16 mil eleitores também anularam seus votos digitando o número 45, do ex-candidato José Luiz Datena. O 22, da sigla do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), foi digitado 8.226, enquanto o 13, do partido do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), recebeu 13.011 votos.

Ao todo, 430.746 pessoas anularam seus votos. Entretanto, esse número não impactou o resultado das eleições, visto que Nunes foi eleito por 1.069.209 votos de diferença de seu adversário psolista.

POR MUITO POUCO O PT NÃO DESAPARECE DA GRANDE SÃO PAULO

PT quase some da Grande SP e mantém desempenho ruim no Estado

O Partido dos Trabalhadores, do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, conseguiu eleger só 4 prefeitos no Estado de São Paulo, das 144 cidades onde teve candidatos. Perdeu na capital paulista, onde apoiou Guilherme Boulos, do Psol, e teve Marta Suplicy (PT) como vice na chapa. Quase não tem mais prefeituras na região da Grande São Paulo, o berço político da legenda. O partido manteve apenas o comando de Mauá na região, com a reeleição de Marcelo Oliveira.

Também elegeu candidatos em Matão, Santa Lúcia e Lucianópolis, cidades no interior do Estado. Nenhuma delas chega a 100 mil habitantes. Segundo o IBGE, têm 79.033, 7.149 e 2.372 moradores, respectivamente. No 2º turno, perdeu em Diadema, na grande São Paulo, onde o atual prefeito José de Filippi Jr., perdeu para Taka Yamauchi, do MDB.

Apesar de manter o mesmo número de prefeituras em 2024, o eleitorado somado (393.714) não chega a metade do obtido em 2020 (895.347), quando o partido ganhou em Araraquara, com 169.925 eleitores, e em Diadema, com 340.373. Nestas eleições, trocou as cidades por Santa Lúcia e Lucianópolis. Somadas, elas têm 8.661 votantes.

O PT não conseguiu se recuperar em eleições municipais, a partir de 2016, dos efeitos da operação Lava Jato que prendeu integrantes do partido, incluindo o próprio presidente Lula, condenado por corrupção passiva e lavagem de dinheiro envolvendo o caso do triplex no Guarujá. A seguir, 2 mapas com os 39 municípios da região da Grande São Paulo, que abriga 16 milhões de eleitores. Um mapa mostra o resultado do PT em 2020. O outro, com o que sobrou para a sigla em 2024.

Poder 360

ELEIÇÕES 2024 / 2º TURNO: CONHEÇA OS 51 PREFEITOS ELEITOS NESTE DOMINGO (27)

Conheça os prefeitos eleitos no 2º turno em 51 municípios

Eleitores de todo o Brasil, exceto Brasília (DF) e Fernando de Noronha (PE), que não possuem eleições municipais, elegeram neste domingo (27), os prefeitos que irão representar seus municípios pelos próximos quatro anos.

Como no primeiro turno, quando a direita elegeu 3,3 mil prefeitos e o PT apenas 248, também, no segundo turno a derrota dos candidatos de esquerda foi acachapante, com um único candidato do PT eleito nas capitais: Evandro Leitão, em Fortaleza.

Veja quais foram os prefeitos eleitos no segundo turno das eleições 2024 abaixo:


MunicípioEleito
São Paulo (SP)RICARDO NUNES (MDB)
Campo Grande (MS)ADRIANE LOPES (PP)
João Pessoa (PB)CICERO LUCENA (PP)
Manaus (AM)DAVID ALMEIDA (AVANTE)
Curitiba (PR)EDUARDO PIMENTEL (PSD)
Palmas (TO)EDUARDO SIQUEIRA CAMPOS (PODE)
Fortaleza (CE)EVANDRO LEITÃO (PT)
Belo Horizonte (MG)FUAD NOMAN (PSD)
Belém (PA)IGOR NORMANDO (MDB)
Porto Velho (RO)LÉO (PODE)
Goiânia (GO)MABEL (UNIÃO)
Natal (RN)PAULINHO FREIRE (UNIÃO)
Cuiabá (MT)ABILIO (PL)
Porto Alegre (RS)SEBASTIÃO MELO (MDB)
Aracaju (SE)EMILIA CORREA (PL)
Caxias do Sul (RS)ADILÓ (PSDB)
Canoas (RS)AIRTON SOUZA (PL)
Franca (SP)ALEXANDRE FERREIRA (MDB)
São José dos Campos (SP)ANDERSON (PSD)
Barueri (SP)BETO PITERI (REPUBLICANOS)
Campina Grande (PB)BRUNO CUNHA LIMA (UNIÃO)
Camaçari (BA)CAETANO (PT)
São José do Rio Preto (SP)CORONEL FABIO CANDIDO (PL)
Uberaba (MG)ELISA ARAÚJO (PSD)
Ponta Grossa (PR)ELIZABETH SCHMIDT (UNIÃO)
Taboão da Serra (SP)ENGENHEIRO DANIEL (UNIÃO)
Guarujá (SP)FARID MADI (PODE)
Jundiaí (SP)GUSTAVO MARTINELLI (UNIÃO)
Piracicaba (SP)HELINHO ZANATTA (PSD)
Sumaré (SP)HENRIQUE DO PARAÍSO (REPUBLICANOS)
Petrópolis (RJ)HINGO HAMMES (PP)
Aparecida de Goiânia (GO)LEANDRO VILELA (MDB)
Guarulhos (SP)LUCAS SANCHES (PL)
São Bernardo do Campo (SP)MARCELO LIMA (PODE)
Mauá (SP)MARCELO OLIVEIRA (PT)
Anápolis (GO)MARCIO CORREA (PL)
Pelotas (RS)MARRONI (PT)
Olinda (PE)MIRELLA (PSD)
Limeira (SP)MURILO FÉLIX (PODE)
Caucaia (CE)NAUMI AMORIM (PSD)
Paulista (PE)RAMOS (PSDB)
Ribeirão Preto (SP)RICARDO SILVA (PSD)
Imperatriz (MA)RILDO AMARAL (PP)
Santa Maria (RS)RODRIGO DECIMO (PSDB)
Niterói (RJ)RODRIGO NEVES (PDT)
Santos (SP)ROGÉRIO SANTOS (REPUBLICANOS)
Taubaté (SP)SERGIO VICTOR (NOVO)
Diadema (SP)TAKA YAMAUCHI (MDB)
Londrina (PR)TIAGO AMARAL (PSD)
Serra (ES)WEVERSON MEIRELES (PDT)
Santarém (PA)ZÉ MARIA TAPAJÓS (MDB)

ELEIÇÕES 2024: NO SEGUNDO TURNO PL DE BOLSONARO GANHA EM QUATRO CAPITAIS, E PT DE LULA, EM UMA

PL de Bolsonaro ganha em 4 capitais, e PT de Lula, em 1

O PL, partido do ex-presidente Jair Bolsonaro, conquistou quatro capitais nas Eleições 2024. Já o PT, sigla do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, saiu com um candidato vitorioso.

Ao todo, 26 capitais estavam em disputa. Com os resultados do 2º turno neste domingo (27), o PL ficou entre os partidos que mais conquistaram prefeituras nas principais cidades do país.

MDB e PSD ganharam em 5 capitais,
União Brasil e PL venceram em 4 capitais;
Podemos e PP ganharam em 2 capitais;
Avante, PSB, PT e Republicanos venceram em 1 capital.

Clique aqui para ver o detalhamento dos vencedores.

Resultados do PL

O partido do ex-presidente Bolsonaro entrou na eleição com candidatos próprios em 14 capitais. Dois foram eleitos já no 1º turno: JHC, que foi reeleito em Maceió (AL), e Tião Bocalom, reeleito em Rio Branco (AC).

Neste domingo, foram duas novas vitórias: com Abílio Brunini, em Cuiabá (MT), e Emília Corrêa, em Aracaju (SE).

Veja como foi o desempenho de cada um deles.

JHC conquistou a reeleição no 1º turno, com mais de 80% dos votos válidos. O prefeito da capital alagoana entrou para o PL em 2022, durante as eleições presidenciais, para apoiar Jair Bolsonaro, então candidato à reeleição.


Abílio Brunini foi eleito em Cuiabá, no 2º turno, com 53,80% dos votos válidos. Brunini já foi vereador. Se candidatou à prefeitura em 2020, mas perdeu no 2º turno. Em 2022, foi eleito deputado federal.

Emília Corrêa venceu no 2º turno com 57,46% dos votos válidos. Ela é a primeira mulher eleita prefeita de Aracaju.

Resultados do PT

O partido do presidente Lula iniciou a eleição com 13 candidatos próprios, mas venceu apenas em Fortaleza (CE), com Evandro Leitão. A disputa foi uma das mais apertadas do Brasil.

Evandro Leitão foi eleito prefeito da capital cearense com 50,38% dos votos válidos, contra o candidato André Fernandes, do PL. A diferença foi de apenas 0,76%.

Apesar do resultado fraco, houve uma melhora para a performance do PT, que não vencia em capitais desde 2016.

A disputa entre os partidos

Quando somadas as candidaturas e coligações — ou seja, as chapas em que um dos partidos entrou como aliado —, o PT e o PL foram adversários em 25 capitais e aliados em uma.

Clique no link abaixo e veja a matéria completa: 

BOULOS NÃO PODERIA SER ELEITO, NÃO CONSEGUIU DERROTAR NEM AS ABSTENÇÕES

Boulos perde até para abstenção

A abstenção em São Paulo, maior cidade do país, chegou a 31,54% neste domingo. Ao todo, 2,9 milhões de eleitores deixaram de votar. A título de comparação, o deputado federal Guilherme Boulos (PSOL) teve 2,3 milhões de votos. Ou seja, a abstenção na maior cidade do país foi maior que a votação do parlamentar apoiado por Lula.

O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), foi reeleito neste domingo, 27, no pleito mais visceral, mais disputado e conflagrado da história da capital paulista. Com 100% das urnas apuradas, Nunes teve 59,35% dos votos válidos contra 40,65% de Boulos.

27/10/2024

ELEIÇÕES 2024 SEGUNDO TURNO: VEJA A LISTA DE PREFEITOS ELEITOS NAS CAPITAIS

Veja a lista de prefeitos eleitos em 2º turno nas capitais

Eleitores de 15 capitais brasileiras voltaram às urnas neste domingo (27/10) para o segundo turno das Eleições. Eles definiram os prefeitos que vão assumir o cargo a partir de 1º de janeiro de 2025.

Outras 11 capitais já tinham definido seus próximos prefeitos ainda no primeiro turno, disputado em 6 de outubro.

Nunes vence 2º turno e vai comandar São Paulo pelos próximos quatro anos

Eleições 2024: qual é o prazo para justificar o voto?

Confira os prefeitos eleitos em 2º turnos nas capitais

Aracaju (SE): Emilia Corrêa (PL)

Belém (PA): Igor Normando (MDB)

Belo Horizonte (MG): Fuad Noman (PSD)

Campo Grande (MS): Adriane Lopes (PP)

Cuiabá (MT): Abílio Brunini (PL)

Curitiba (PR): Eduardo Pimentel (PSD)

Fortaleza (CE): Evandro Leitão (PT)

Goiânia (GO): Mabel (União Brasil)

João Pessoa (PB): Cícero Lucena (PP)

Manaus (AM): David Almeida (Avante)

Natal (RN): Paulinho Freire (União Brasil)

Palmas (TO): Eduardo Siqueira Campos (Podemos)

Porto Alegre (RS): Sebastião Melo (MDB)

Porto Velho (RO): Léo (Podemos)

São Paulo (SP): Ricardo Nunes (MDB)

A cobertura completa da votação na cidade de São Paulo pode ser conferida aqui.

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