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25/06/2026

LAMENTÁVEL: FLÁVIO NÃO PODE ESQUECER O QUE CIRO FALOU SOBRE SEU PAI E MICHELLE

Michelle diz que foi desrespeitada por Flávio após crítica a Ciro

Nesta quarta-feira (24), a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro divulgou a segunda parte de um vídeo em que relata desentendimentos com o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) após criticar uma possível aliança entre o PL do Ceará e o grupo político de Ciro Gomes para as eleições de 2026.

Michelle afirmou que se opõe ao acordo por considerar Ciro um adversário histórico de Jair Bolsonaro. Segundo ela, o ex-governador foi responsável pelo processo que levou à inelegibilidade do ex-presidente e fez diversos ataques à família ao longo dos últimos anos.

– Ciro não terá meu apoio nunca e, na minha opinião, não deveria ter de ninguém da direita que apoie Bolsonaro – declarou.

A ex-primeira-dama disse que se surpreendeu ao ver publicações de Flávio Bolsonaro e de seus irmãos em defesa da aliança. Ela afirmou que tentou contato com o senador após as manifestações nas redes sociais.

– Peguei o telefone, procurei mensagens do Flávio, procurei uma ligação perdida, procurei qualquer sinal de que ele tinha tentado falar comigo antes de falar para o Brasil. Não tinha nada – relatou.

Segundo Michelle, quando os dois conversaram por telefone, ela foi tratada de forma desrespeitosa.

– Ele foi muito ríspido, me desrespeitou e me maltratou no telefone. Ele disse que seria melhor eu ficar fora das decisões do partido. Disse que eu havia chegado ontem e não entendia nada de política – afirmou.

Michelle declarou que, após a conversa, decidiu se afastar das discussões partidárias. Ela também rebateu críticas sobre sua atuação política, citando o trabalho à frente do PL Mulher.

– Eu percorri o Brasil inteiro. Instalei diretórios em todas as 27 unidades da federação. Ajudei a eleger 1.005 mulheres em 2024, um aumento de 45,8% em relação a 2020, mas para ele e alguns que o cercam, eu não entendo de política – disse.

A ex-primeira-dama ainda negou informações divulgadas por pessoas ligadas ao partido. Segundo Michelle, nunca exigiu desculpas públicas nem condicionou qualquer apoio a mudanças na aliança política do Ceará.

Outro ponto destacado por Michelle foi a relação atual com Flávio Bolsonaro. Ela afirmou que, embora o senador frequente sua residência regularmente, não houve tentativa de diálogo desde o episódio.

– O Flávio vai à minha casa toda semana, mais de uma vez. Se ele realmente quisesse falar comigo, já teria falado. Se considerasse necessário o meu apoio, já teria conversado – declarou.

Michelle também criticou ataques feitos por aliados dos filhos de seu marido nas redes sociais e afirmou que as publicações acabam afetando sua filha adolescente.

– Eles fazem postagens e vídeos retirando do meu nome o sobrenome Bolsonaro, na tentativa de me atingir. Não me atingem. Mas será que eles pensam no que estão provocando na vida da minha filha? – questionou.

Ao encerrar o vídeo, Michelle disse que continuará apoiando o ex-presidente Jair Bolsonaro e a pré-candidatura de Flávio à Presidência, apesar dos desentendimentos relatados.

24/06/2026

STM NEGA PEDIDO DE BOLSONARO

STM rejeita recurso de Bolsonaro sobre suspeição de ministro da Corte

Por unanimidade, o STM (Superior Tribunal Militar) rejeitou nesta quarta-feira (24) um recurso apresentado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para afastar um dos ministros do julgamento que poderá decidir pela perda de seu posto e patente militar.

No recurso, a defesa de Bolsonaro tenta reverter uma decisão da presidente da Corte, ministra Maria Elizabeth Rocha, que rejeitou o pedido para declarar suspeito o brigadeiro Joseli Parente Camelo.

Os advogados argumentam que o ministro teria se manifestado publicamente sobre a condenação do ex-presidente pelo STF (Supremo Tribunal Federal) no processo relacionado à trama golpista, o que comprometeria sua imparcialidade.

Nesta quarta-feira, porém, a ministra Maria Elizabeth manteve sua decisão e rejeitou os argumentos da defesa. Segundo ela, Bolsonaro apenas repetiu as alegações já apresentadas anteriormente, sem trazer fatos novos que justificassem o afastamento do ministro do caso.

A magistrada afirmou que as manifestações de Joseli Camelo citadas pela defesa eram genéricas e não faziam referência direta a Bolsonaro nem ao processo que resultou em sua condenação. Por isso, não seriam suficientes para caracterizar suspeição ou impedimento.

Maria Elizabeth também sustentou que afastar um magistrado por uma manifestação que apenas reproduz um entendimento jurídico amplamente consolidado, de que eventuais punições dependem do devido processo legal, do contraditório e da ampla defesa, representaria uma interpretação mais rígida do que a adotada pelo próprio STF em casos semelhantes.

A análise do recurso não discute o mérito da condenação criminal nem a pena aplicada pelo Supremo sobre a trama golpista. A análise se limita aos efeitos da condenação sobre a condição militar do ex-presidente.

O processo foi aberto na Corte Militar em razão da condenação do ex-presidente por tentativa de golpe de Estado. Pela legislação militar, oficiais condenados a mais de dois anos de prisão podem ser submetidos a um procedimento para avaliar se são indignos ou incompatíveis com o oficialato. Caso o STM conclua que Bolsonaro não reúne condições éticas para permanecer na carreira militar, ele perderá o posto de capitão reformado.

Rito de julgamento

Mais cedo nesta quarta, o STM também julgou um recurso apresentado pelo ex-comandante da Marinha Almir Garnier, que foi condenado junto a Bolsonaro no STF por tentativa de golpe de Estado.

Embora o caso envolvesse especificamente Garnier, a decisão servirá para definir como a Corte deverá conduzir os próximos processos sobre perda de posto e patente militar.

Até março, o regimento interno do STM não permitia a apresentação de provas nesse tipo de julgamento. A defesa podia apenas apresentar uma manifestação prévia. Em abril, porém, a Corte alterou as regras e passou a permitir a indicação de provas, o que levou Garnier a recorrer de uma decisão anterior que havia negado esse pedido.

Os advogados argumentaram que o STM precisa realizar uma análise própria sobre a manutenção do posto e patente do militar e não apenas reproduzir automaticamente os efeitos da condenação criminal imposta pelo STF. Por isso, pediram a produção de provas e a escuta de testemunhas.

A relatora do caso ministra Verônica Abdalla afirmou que era necessário definir o alcance da nova regra. Segundo ela, o regimento passou a permitir a "indicação" de provas, o que não é sinônimo de "produção" de provas, como pedido pela defesa.

Isso significaria que os advogados poderiam sim anexar documentos e relatos de testemunhas ao processo, desde que sejam provas já existentes, ou seja, produzidas durante o julgamento no STF.

Ela foi seguida pela maioria dos ministros, que decidiram proibir a realização de audiências novas com testemunhas, mas autorizaram a apresentação de documentos, provas já existentes e declarações escritas de testemunhas abonatórias, que são as destinadas a atestar a conduta e a reputação do militar, sem entrar nos fatos da condenação por golpe.

"Não há espaço para permissão de oitiva ou produção de prova oral sob pena de transformar o processo de indignidade ao oficialato em uma indesejável instância de revisão criminal. A oitiva neste caso serviria apenas para tentar relativizar o que o transito em julgado da condenação criminal [no STF] já consolidou, gerando insegurança jurídica", afirmou a relatora.

CNN

ARMA EM CASA PODE COMPLICAR VIDA DE BOLSONARO - NOS MORROS TODO MUNDO TEM, MAS É NORMAL!

Moraes pede posição da PGR por eventual falta grave cometida por Bolsonaro

O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), solicitou manifestação da PGR (Procuradoria-Geral da República) sobre a prisão domiciliar temporária do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Na solicitação, o magistrado deu prazo de 48 horas tanto para o procurador-geral da República, Paulo Gonet, como para a defesa do dirigente de direita, se manifestarem sobre o episódio.

No documento, Moraes faz referência ao episódio da pistola registrada no nome de Bolsonaro e encontrada no carro de um militar que fazia segurança do ex-presidente de direita.

O ministro observa que o regime de cumprimento de pena pode ser alterado, inclusive com o retorno a uma prisão em regime fechado, caso medidas cautelares sejam desobedecidas.

“Nos termos da Lei de Execução Penal, comete falta grave o condenado à pena privativa de liberdade que possuir, indevidamente, instrumento capaz de ofender a integridade física de outrem”, ressalta.

O ministro cita trecho do depoimento concedido por Bolsonaro à Polícia Civil do Distrito Federal. Na oitiva, realizada na terça-feira (23), o dirigente de direita admitiu tanto a propriedade da arma de fogo apreendida quanto a posse em sua residência durante o cumprimento da prisão domiciliar.

No depoimento, Bolsonaro teria justificado a presença de três mulheres em sua casa e afirmado que “não podia ficar desarmado”.

“A Lei de Execução Penal prevê as consequências para o reconhecimento da prática de falta grave pelo condenado, como a regressão no regime de cumprimento de pena, inclusive com a cessação da prisão domiciliar”, ressalta.

CNN

APÓS CONDENAÇÃO PELO STF STM DECIDE NESTA QUARTA-FEIRA (24) SE BOLSONARO PERDE PATENTE MILITAR

STM decide se Bolsonaro pode perder patente militar após condenação do STF

O Superior Tribunal Militar (STM) analisa nesta quarta-feira (24) um recurso apresentado pela defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) em um processo que pode levar à perda de sua patente de capitão reformado do Exército.

O julgamento ocorre após a condenação de Bolsonaro pelo STF a 27 anos e 3 meses de prisão no âmbito de uma ação relacionada à chamada trama golpista. O processo no STM não reavalia a condenação criminal, mas trata dos efeitos dessa decisão na condição militar do ex-presidente.

A defesa tenta afastar do caso o brigadeiro Joseli Parente Camelo, integrante da Corte, sob o argumento de possível falta de imparcialidade. Os advogados citam uma entrevista concedida pelo ministro em 2023, na qual ele comentou que eventuais crimes de militares seriam punidos caso chegassem ao tribunal.

O pedido já havia sido rejeitado pela presidente do STM, ministra Maria Elizabeth Rocha, sob o entendimento de que não se enquadra nas hipóteses legais de suspeição. Agora, o recurso será analisado pelo plenário da Corte, que vai decidir se mantém ou não o magistrado no julgamento.

Paralelamente, o STM também analisa o procedimento que pode avaliar se Bolsonaro é “indigno” ou “incompatível” com o oficialato. Caso essa conclusão seja confirmada, ele pode perder o posto de capitão reformado.

Prazo inicial da domiciliar termina nesta quarta (24)

O julgamento ocorre no mesmo período em que Bolsonaro cumpre prisão domiciliar humanitária, concedida pelo ministro Alexandre de Moraes. O prazo inicial da medida termina nesta quarta-feira (24), e ainda depende de nova decisão do STF sobre eventual prorrogação ou encerramento.

15/06/2026

TIRA O NOME DA MÃE DE BOLSONARO E COLOCA O NOME DO 'PARÇA' MARCOLA

PT quer retirar nome da mãe de Bolsonaro de viaduto em SP

A homenagem à mãe do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), Olinda Bolsonaro, em um viaduto de Diadema, na Grande São Paulo, passou a ser alvo de uma disputa política na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp). A deputada estadual Beth Sahão (PT) apresentou um projeto de lei propondo a retirada do nome da matriarca da família Bolsonaro da estrutura localizada no km 15 da Rodovia dos Imigrantes.

A mudança de nome do viaduto partiu de um projeto de lei de 2023 do deputado estadual Paulo Mansur (PL) e foi sancionada pelo governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) na última quarta-feira (10).

Pela proposta da deputada petista, o viaduto passaria a se chamar Viaduto Beatriz Accorsi Pardi, em homenagem à ex-deputada estadual Bia Pardi, uma das fundadoras do Partido dos Trabalhadores. A ex-parlamentar faleceu na última terça (9).

Olinda Bonturi Bolsonaro morreu em 2022 aos 94 anos. viveu em Eldorado (SP), na região do Vale do Ribeira, onde o ex-presidente residiu até a adolescência.

09/06/2026

ENTRA NA RETA FINAL PRISÃO DOMICILIAR DE BOLSONARO

Prisão domiciliar de Bolsonaro entra na reta final

O prazo de 90 dias da prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro está perto do fim. A medida foi determinada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), no fim de março, e deve se encerrar dentro de duas semanas.

Bolsonaro cumpre a pena em casa após apresentar problemas de saúde. A decisão foi tomada depois que ele recebeu diagnóstico de broncopneumonia bacteriana e precisou ser internado no Hospital DF Star, em Brasília.

Condenado pela Primeira Turma do STF a 27 anos e três meses de prisão por tentativa de golpe, o ex-presidente foi transferido para o regime domiciliar em razão do agravamento de seu quadro clínico.

Durante esse período, Bolsonaro permaneceu sob uma série de restrições. Entre elas, o uso obrigatório de tornozeleira eletrônica, a proibição de utilizar celular e redes sociais e a limitação de visitas apenas a familiares e advogados.

Segundo interlocutores da defesa ouvidos pela revista Veja, um pedido de prorrogação da prisão domiciliar deverá ser apresentado ao Supremo. A alegação é que as condições médicas que justificaram a medida continuam presentes.

07/06/2026

STM JULGARÁ BOLSONARO NO PRÓXIMO DIA 24/06

Julgamento que pode condenar mais uma vez Bolsonaro é marcado

O Superior Tribunal Militar (STM) definiu para o dia 24 de junho a análise de um recurso apresentado pela defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) contra uma decisão relacionada ao processo que avalia sua permanência no oficialato das Forças Armadas.

O recurso contesta o indeferimento de um pedido de suspeição formulado contra o brigadeiro do ar Francisco Joseli Parente Camelo, integrante da Corte Militar e um dos magistrados que participarão do julgamento sobre a eventual perda da patente de capitão reformado do ex-presidente.

Os advogados de Bolsonaro sustentam que o oficial não reuniria as condições necessárias de imparcialidade para atuar no caso. Entretanto, a presidente do STM, ministra Maria Elizabeth Rocha, rejeitou o pedido ao entender que os argumentos apresentados pela defesa não se enquadram nas hipóteses legais previstas para o reconhecimento de suspeição.

Após a decisão, os defensores do ex-presidente recorreram por meio de um agravo, instrumento processual que agora será examinado pelo plenário do Tribunal Militar.

Segundo a argumentação da defesa, o brigadeiro teria feito manifestações públicas envolvendo o julgamento de Bolsonaro no Supremo Tribunal Federal (STF), relacionado à suposta trama golpista, circunstância que, na avaliação dos advogados, comprometeria sua imparcialidade para participar do processo em tramitação no STM.

O julgamento possui relevância direta para a situação militar do ex-presidente. Caso a Corte conclua que Bolsonaro se tornou indigno ou incompatível com o oficialato, ele poderá perder sua patente de capitão reformado.

Nessa hipótese, os valores atualmente recebidos a título de soldo não seriam mais pagos diretamente ao ex-presidente. A remuneração passaria a ser convertida em pensão destinada aos seus dependentes legais, conforme previsto na legislação militar.

A discussão sobre a perda do oficialato teve início após a conclusão dos processos relacionados aos atos de 8 de janeiro. Em 2025, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal condenou Jair Bolsonaro a 27 anos e 3 meses de prisão por liderar a trama golpista.

Com o trânsito em julgado da condenação, etapa em que não existem mais recursos disponíveis, o STF determinou o cumprimento das penas impostas aos condenados e encaminhou ao Superior Tribunal Militar a análise específica sobre a manutenção ou não das patentes militares dos envolvidos.

O STM não possui competência para rever as condenações impostas pelo Supremo. Sua atuação limita-se à avaliação das consequências militares decorrentes dessas decisões judiciais, verificando se os oficiais condenados permanecem aptos a integrar o oficialato.

Além de Bolsonaro, outros militares condenados no chamado núcleo 1 da trama golpista também estão submetidos ao mesmo procedimento perante a Justiça Militar.

Perseguição sem fim!

27/05/2026

ALGUMA DÚVIDA QUE O BRASIL VIVE LITERALMENTE UMA GUERRA CIVIL DIREITA X ESQUERDA?

Embaixada do Brasil nega suporte para Flávio atender imprensa

A assessoria de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) declarou, em nota enviada à imprensa nesta terça-feira (26), que a Embaixada do Brasil em Washington, Estados Unidos, negou prestar suporte para que o senador pudesse atender aos jornalistas.

O texto critica a negativa e cita divergências ideológicas como possível motivação para a decisão.

É inadmissível que um espaço público, que pertence ao povo brasileiro, seja utilizado de forma seletiva para atender conveniências ideológicas – diz parte na Nota.

E continua:

– Na medida em que o senador Flávio Bolsonaro, um parlamentar eleito e uma das principais lideranças políticas do país, se reúne com o homem mais poderoso do mundo, causa estranheza que a embaixada não aceite um pedido simples para ceder espaço para atendimento à imprensa. A pergunta que fica é: desde quando a diplomacia brasileira passou a agir como extensão partidária do PT? Em uma democracia de verdade, as instituições devem servir ao Brasil, e não a um grupo político.

Flávio esteve na Casa Branca para um encontro com Donald Trump, a reunião não estava na agenda oficial do presidente dos EUA. Segundo o jornalista Paulo Figueiredo, foram 1h40 de conversa, onde Trump perguntou sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro, e ouviu Flávio defender que facções criminosas brasileiras devem ser consideradas como organizações terroristas.

24/05/2026

REFLEXÕES SOBRE PODER, PERSEGUIÇÃO POLÍTICA E O FUTURO DO POVO - NO FINAL DO FILME TODOS MORREM

No final do filme, todos morrem: Reflexões sobre poder, perseguição política e o futuro do povo

A história recente do Brasil começou a mudar com o rastro de destruição de Mariana e Brumadinho. Mas foi na pandemia que o cenário político virou uma guerra implacável. Diante de uma população com medo da morte, ficou fácil para o sistema fabricar um culpado por uma doença que veio da natureza. Com a desculpa da saúde, fecharam a economia, trancaram as pessoas em casa e usaram a crise sanitária como arma para acusar e tentar destruir o adversário político — cuja rejeição real nunca foi comprovada nas ruas.

Essa obsessão em destruir o ex-presidente começou durante o mandato dele e continuou, de forma ainda mais agressiva, após a tomada do poder pela atual gestão.

Hoje, toda a máquina do Estado — sustentada pelo dinheiro dos nossos impostos, blindada pela grande mídia e apoiada por quem lucra com o sistema — está de joelhos para garantir a sobrevivência desse grupo. O plano de bastidores é escancarado: aprovar novas regras de censura disfarçadas de proteção e usar o cancelamento para manter a oposição refém do medo. Tudo isso serve a um único objetivo: garantir a reeleição do atual mandatário, para que ele termine sua vida pública com "chave de ouro", blindado pelo poder.

O perigo não é um fantasma do futuro; o risco está em curso agora, diante dos nossos olhos. O vale-tudo para manter o controle da máquina pública sobre a população está ativo. Se nada for feito agora, se a sociedade continuar calada e acuada, assistiremos inertes e impotentes à vitória esmagadora do sistema sobre o povo brasileiro.

Mas os poderosos se esquecem de uma regra básica: nenhum trono é eterno. Governos passam, impérios caem e homens que se julgavam intocáveis viram poeira. No final do filme da vida, todos morrem. O que sobram são as feridas abertas, as famílias destruídas e o estrago que ficará de herança para os nossos filhos. A História cobra a conta, e os homens passam, mas as consequências permanecem.

Bernadete Freire Campos - Cidadã brasileira, especialista em neurociência, estudiosa do comportamento humano no contexto político.

JCO

18/05/2026

FILME DE BOLSONARO NÃO TEVE FINANCIAMENTO DE ONG ALVO DO MP E DO SUPREMO

ONG alvo do MP e do Supremo não financiou filme sobre Bolsonaro

A organização não governamental (ONG) Instituto Conhecer Brasil, presidida pela empresária Karina Ferreira da Gama, não desembolsou recursos para a produção do filme Dark Horse, cinebiografia sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro.

O nome da ONG entrou no radar do Ministério Público (MP) e do Supremo Tribunal Federal (STF) depois que o ministro Flávio Dino mandou investigar repasses de emendas parlamentares destinados à Academia Nacional de Cultura, entidade presidida por Karina. A empresária também é presidente do Instituto Conhecer Brasil, que atua em projetos sociais e de inclusão digital, e é sócia da GoUp Entertainment, produtora responsável pelo filme sobre Bolsonaro. No despacho, Dino determinou que órgãos de controle apurem a execução dos recursos públicos e a relação das entidades comandadas por Karina com contratos e projetos financiados com verba federal.

O caso chegou ao STF por uma representação da deputada federal Tabata Amaral (PSB-SP). De acordo com a parlamentar, o deputado federal Mário Frias (PL-SP) destinou ao menos R$ 2 milhões em emendas parlamentares à Academia Nacional de Cultura. A entidade também aparece vinculada a cerca de R$ 2,5 milhões em emendas Pix indicadas por parlamentares do PL, incluindo Bia Kicis (DF), Marcos Pollon (MS), Carla Zambelli (SP) e Alexandre Ramagem (RJ).

Parte dos recursos investigados estava associada ao projeto da série documental Heróis Nacionais — Filhos do Brasil que não se rendem, ligado à estrutura audiovisual do grupo de Karina. De acordo com informações obtidas por Oeste, contudo, Dark Horse foi estruturado exclusivamente com capital privado e investidores internacionais. O assunto que envolve o filme em homenagem a Bolsonaro veio à tona por meio de reportagens do site Intercept Brasil.
Lobby empresarial

Antes da entrada da ONG, o WiFi Livre SP orbitava principalmente empresas privadas do setor de telecomunicações. Uma delas era a Surf Telecom, operadora já ligada a fases anteriores do programa municipal de conectividade. No edital de 2024, a Surf acabou rejeitada pela prefeitura, em razão de inconsistências apontadas pelo Tribunal de Contas do Município (TCM), órgão responsável pela fiscalização de contratos e serviços ligados à administração municipal.

Com o objetivo de aumentar a competitividade do edital, a prefeitura abriu espaço para entidades do terceiro setor participarem da expansão do programa. O Instituto Conhecer Brasil venceu o certame e contratou empresas especializadas para executar a parte técnica da operação. A Ultra IP Tecnologia e Serviços Ltda. foi uma das companhias responsáveis pela instalação, manutenção e suporte dos links de internet utilizados em favelas atendidas pelo programa.

Empresários ligados ao setor afirmam que a Surf, conhecida em Brasília pelo lobby no segmento de telecomunicações, pressionou pela descontinuidade do contrato do instituto com a prefeitura. Esse movimento envolveu tentativas de retirar a ONG de áreas estratégicas da expansão da rede comunitária por meio da cooptação da Ultra IP.

Clique no link abaixo e veja a matéria completa:

17/05/2026

A COLISÃO DOS DESTINOS: JÁ NOS CINEMAS 'FILME DOCUMENTÁRIO' SOBRE A TRAJETÓRIA DE BOLSONARO

O filme 'A Colisão dos Destinos' já está nos cinemas. O documentário é sobre a trajetória de Bolsonaro

O documentário 'A Colisão dos Destinos', sobre a vida e trajetória de Jair Bolsonaro, estreou nesta quinta (14) nos cinemas. Não se trata do filme 'Dark Horse', mas de documentário de 70 minutos e é o primeiro dirigido por Doriel Francisco, da produtora Dori Filmes, contandocom produção do ex-secretário de Cultura Mario Frias.

O roteiro é assinado por Doriel Francisco e William Alves. Nos créditos, consta que o argumento é de Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e de Frias.

O filme mencionado nos áudios de Flávio é 'Dark Horse' (termo em inglês para azarão), obra de ficção estrelando o ator Jim Caviezel, não tem relação com 'A Colisão dos Destinos'. 

De acordo com o site oficial da produção, 'A Colisão dos Destinos' foi lançado no Distrito Federal e em estados de todas as regiões do país, incluindo potências eleitorais como São Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul, além de estados do Nordeste como Bahia, Pernambuco e Ceará.

O filme teve pré-estreia para convidados em Brasília, São Paulo, Recife, Curitiba e Fortaleza. Na prática, o filme reconta a história de Bolsonaro, da infância e adolescência à presidência, passando pela carreira militar.

14/05/2026

BOLSONARO RECOMENDA FLÁVIO A SEGUIR FIRME APÓS VISITA

Flávio visita Jair Bolsonaro e ouve recado do pai para “seguir firme”

Em meio à repercussão dos áudios e mensagens entre o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, a respeito de repasses para a produção de um filme sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), o parlamentar se reuniu nesta quarta-feira (13) com o pai e recebeu orientações dele.

Segundo relato feito por Flávio ao Metrópoles, ele visitou o ex-presidente durante a tarde, apresentou sua versão sobre o episódio e afirmou que não cometeu qualquer irregularidade ao atuar na captação de recursos para o longa Dark Horse, produção biográfica dedicada a Jair Bolsonaro.

– Tudo bem. Segue firme, filho. Vai em frente. Vai pra cima e conta toda a verdade. Nada melhor do que a verdade – disse o ex-presidente ao senador.

O caso veio a público após uma reportagem do Intercept Brasil, que afirmou que Daniel Vorcaro teria financiado cerca de R$ 61 milhões à produção do filme. Segundo a publicação, os recursos teriam sido transferidos entre fevereiro e maio de 2025, em seis operações.

Em um áudio divulgado pelo veículo, Flávio teria demonstrado preocupação com atrasos nos pagamentos prometidos por Vorcaro e mencionado o risco de desgaste com profissionais internacionais envolvidos no projeto.

Parte dos recursos, de acordo com a reportagem, teria sido transferida pela empresa Entre Investimentos e Participações para o fundo Havengate Development Fund LP, sediado no Texas, nos Estados Unidos. O site afirma que o fundo seria controlado por aliados do ex-deputado Eduardo Bolsonaro.

Flávio Bolsonaro, por sua vez, sustenta que não houve ilegalidade nas operações e que sua atuação se limitou à viabilização com recursos privados do projeto audiovisual. O senador ainda ressaltou que conheceu Vorcaro “quando não existiam acusações nem suspeitas públicas sobre o banqueiro”.

09/05/2026

PRÓXIMA: MAIS UMA NARRATIVA CONTRA BOLSONARO VAI PRO SACO

MPF arquiva mais uma investigação contra Jair Bolsonaro

O MPF arquivou uma investigação contra Jair Bolsonaro por intimidação contra o STF numa manifestação em abril de 2025. Para o órgão, a manifestação foi pacífica e dentro da lei.

A denúncia sugeria que a mobilização poderia representar uma forma de coação institucional contra o Judiciário e uma tentativa de obstruir a aplicação da lei.

O órgão decidiu pelo arquivamento do caso argumentando que a manifestação ocorreu de maneira pacífica e sem tons violentos.

O parecer destaca que o comportamento de Bolsonaro teve caráter prioritariamente defensivo e visava buscar uma saída política por meio do Congresso.

Concluiu-se, portanto, pela ausência de justa causa para o início de uma ação penal, uma vez que não foram identificados crimes nas condutas reportadas.

30/04/2026

APÓS DERRUBADA DO VETO DO PL DA DOSIMETRIA COMO FICA A PENA DE BOLSONARO

Como fica a pena de Bolsonaro após derrubada do veto do PL da Dosimetria

O Congresso Nacional derrubou nesta quinta-feira (30) o veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao projeto de lei da dosimetria, que prevê a revisão das penas aplicadas aos condenados pelos atos de 8 de janeiro.

O texto foi vetado integralmente por Lula no começo de janeiro. O anúncio foi feito durante ato que marcou os três anos dos ataques as sedes dos Três Poderes, em 2023.

A principal mudança trazida pela lei diz respeito à acusação simultânea pelos crimes de abolição violenta do Estado Democrático de Direito e golpe de Estado.

Como os dois delitos são considerados similares, o condenado não poderá mais ser punido pelos dois ao mesmo tempo. Valerá apenas a pena mais grave entre eles, o que reduz diretamente o tempo de condenação de todos os réus.

O impacto mais concreto recai sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), condenado a 27 anos e 3 meses de prisão em regime fechado e que, atualmente, está em prisão domiciliar por questões humanitárias concedida pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

Com a condenação atual, a progressão para o regime semiaberto só aconteceria daqui a sete anos. Com a aplicação da dosimetria, esse prazo pode cair para entre dois e quatro anos, a depender da avaliação da Justiça.

A aplicação, no entanto, não é automática. As defesas de todos os condenados precisarão recorrer ao STF, ou o ministro relator – Moraes – poderá fazer o ajuste das penas com base na nova lei. O caminho mais provável é que as defesas provoquem a Suprema Corte.

A base do governo já anunciou que vai questionar a constitucionalidade da lei no Supremo, argumentando que não é possível mudar as regras após o julgamento já ter sido concluído. Ainda assim, a avaliação é de que o STF terá dificuldade em derrubar o texto, já que a dosimetria é diferente da anistia, proposta que ministros da corte já haviam sinalizado resistência.

Clique no link abaixo e assista o vídeo de explicação:


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A JUSTIÇA SOBRE BOLSONARO: 'COMO NÃO TEM CRIME POR ROUBO VAMOS PROCESSAR POR QUALQUER BESTEIRA'

STF julgará queixa-crime de procuradora contra Bolsonaro

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), por unanimidade, reconheceu nesta terça-feira (28), a competência da Corte para processar e julgar uma queixa-crime apresentada pela procuradora da República Monique Cheker Mendes contra Jair Bolsonaro (PL) por calúnia. O caso aconteceu em janeiro de 2022, quando o então presidente afirmou que ela teria “forjado provas” em investigação contra ele.

A fala ocorreu em entrevista ao programa Pingos nos Is, da emissora Jovem Pan. O caso dizia respeito a um suposto crime ambiental (pesca em área protegida) praticado em 2012, quando Bolsonaro ainda exercia o mandato de deputado federal.

Em março de 2023, a ministra Cármen Lúcia, relatora do caso, remeteu o processo à Justiça Federal no Distrito Federal, porque, naquela época, o STF não seria a instância competente para analisá-lo, uma vez que Bolsonaro não tinha mais foro na Corte após o fim do mandato presidencial.

No entanto, o Ministério Público Federal recorreu dessa decisão sob o argumento de que a Corte alterou a jurisprudência sobre o alcance do foro privilegiado. Em uma sessão virtual em 2024, a relatora havia votado contra o recurso da PGR.

Na sessão desta segunda-feira (27), a ministra reviu sua posição. Ela justificou a mudança ao destacar que, em março de 2025, após o início do julgamento do recurso, o Plenário do STF fixou o entendimento de que a prerrogativa de foro para crimes praticados no exercício do cargo e em razão das funções deve ser mantida mesmo após o afastamento, ainda que o inquérito ou a ação penal tenham início posteriormente.

Diante dessa mudança de entendimento, ela votou para reconhecer a competência do STF para julgar a queixa-crime da procuradora. Os ministros Alexandre de Moraes, Cristiano Zanin e Flávio Dino acompanharam a relatora.

Ainda na sessão, o colegiado determinou a intimação da procuradora e de Bolsonaro para se pronunciarem, em dez dias, sobre eventual interesse na realização de audiência de conciliação.

AE

23/04/2026

POLICIAIS MILITARES SÃO MORDIDOS PELO CÃO DE BOLSONARO

Cão de Bolsonaro morde PMs que atuam na prisão domiciliar

Policiais da Polícia Militar do Distrito Federal foram mordidos por cães que vivem na casa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) enquanto realizavam a vigilância da prisão domiciliar dele em um condomínio no Jardim Botânico, em Brasília. Os episódios teriam ocorrido durante o monitoramento da residência, onde o político cumpre determinação judicial.

De acordo com informações divulgadas pelo portal Metrópoles, dois cães sem raça definida, conhecidos como “vira-latas caramelo”, circulam soltos pela propriedade e já teriam atacado policiais em duas ocasiões distintas. Os animais vivem na residência e não ficam presos.

Os agentes da Polícia Militar do Distrito Federal permanecem posicionados apenas na parte externa da casa. A equipe se divide entre a frente do imóvel e os fundos, onde também atuam integrantes do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), responsável pela proteção de ex-presidentes.

Segundo relatos obtidos pela coluna Na Mira, a presença constante dos cães dificulta a movimentação dos policiais e exige atenção durante todo o turno de trabalho.

A operação também enfrenta limitações de estrutura. Os policiais não têm acesso às áreas internas da residência e contam apenas com um banheiro localizado na parte dos fundos do imóvel.

Sem abrigo adequado, muitos permanecem na garagem ou em áreas externas da casa, expostos ao clima e sem espaço apropriado para descanso.

– Não tem estrutura. A gente fica basicamente na rua ou na garagem. É uma situação bem complicada – afirmou uma fonte ouvida pela coluna do jornalista Carlos Carone.

Bolsonaro está em prisão domiciliar desde 27 de março, após receber alta hospitalar. A medida foi determinada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e prevê um período inicial de 90 dias.

Entre as regras impostas pela Corte estão a proibição do uso de celular e o recebimento de visitas, sob a justificativa de “evitar risco de sepse e controle de infecções”.

12/04/2026

PELA SEGUNDA VEZ DELEGADO REVISA INQUÉRITO E CONCLUI QUE NÃO HOUVE INTERFERÊNCIA DE BOLSONARO NA PF

Delegado revisa inquérito e conclui pela segunda vez que não houve interferência de Bolsonaro na PF

A Polícia Federal concluiu novamente que não há provas de crime no inquérito que apura suposta interferência do ex-presidente Jair Bolsonaro na corporação.

O caso havia sido reaberto por decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, após acusações feitas pelo ex-ministro Sergio Moro ao deixar o governo, em 2020.

Na nova análise, já sob o governo de Luiz Inácio Lula da Silva, a PF revisou as provas e manteve a conclusão de que não há elementos para responsabilização penal.

O relatório também cita que não foram encontradas evidências de interferência nem mesmo em materiais relacionados ao inquérito das fake news.

Com o envio do documento ao procurador-geral da República, Paulo Gonet, caberá a ele decidir se solicita novas diligências ou o arquivamento definitivo do caso.

10/04/2026

JÁ TEM DATA DE ESTREIA FILME SOBRE TRAJETÓRIA DE BOLSONARO

Filme sobre trajetória de Bolsonaro tem data de estreia e pôster divulgados

O filme “Dark Horse”, que retrata a trajetória política de Jair Bolsonaro (PL), teve seu pôster oficial e data de estreia divulgados nesta quarta-feira (8). O filme está previsto para estrear no circuito comercial no dia 11 de setembro deste ano, precedendo em poucas semanas a realização do primeiro turno eleitoral. A confirmação da data foi feita por meio das plataformas digitais do protagonista Jim Caviezel, ator consagrado por suas atuações em A Paixão de Cristo (onde fez o papel de Jesus Cristo) e O Conde de Monte Cristo.

Caviezel permaneceu em território brasileiro por aproximadamente um trimestre para a filmagem de suas sequências, sob a direção de Cyrus Nowrasteh. O projeto mescla talentos globais e locais, incluindo no elenco Lynn Collins (John Carter – Entre Dois Mundos) e Esai Morales (Missão: Impossível – O Acerto Final), além da participação do brasileiro Felipe Folgosi, que assume o papel de um agente da Polícia Federal.

O material promocional inicial revisita passagens emblemáticas da vida pública de Bolsonaro, abrangendo seu período como parlamentar, a união com Michelle Bolsonaro e a tentativa de assassinato sofrida durante as eleições de 2018. Gravada majoritariamente na cidade de São Paulo e em locações nos Estados Unidos, a obra contou com o acompanhamento do senador Flávio Bolsonaro (PL) e do ex-vereador Carlos Bolsonaro (PL) em determinados sets de filmagem.