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11/09/2026

STF: MORAES, MENDONÇA E GONET SE ENCONTRAM COM FACHIN E CONVERSAM SOBRE SESSÃO DO DIA 15

Fachin conversa com Moraes, Mendonça e Gonet sobre sessão da próxima semana

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, conversou nesta quinta-feira (10) com ministros da Corte e com o procurador-geral da República, Paulo Gonet, sobre a sessão agendada para a próxima terça-feira (15). Está na pauta de julgamentos o pedido feito por André Mendonça para que Moraes seja investigado por ligações com o banqueiro Daniel Vorcaro.

Fachin tenta um consenso entre os ministros sobre o formato da sessão. O presidente inicialmente previu que ela seja realizada de forma presencial e aberta ao público. Parte dos ministros defende que a discussão seja a portas fechada.

Também ainda será definido se a discussão será iniciada por aspectos formais do caso. O grupo ligado a Moraes defende que haja arquivamento logo no início da sessão, porque Mendonça não poderia ter pedido para a Polícia Federal apurar fatos sobre um ministro sem antes ter submetido isso ao plenário.

No caso de haver votação sobre o mérito – ou seja, se deve ou não ser aberto procedimento contra Moraes -, é preciso definir se o ministro terá direito a apresentar defesa em plenário e se poderá ser acompanhado de um advogado.

Nesta quinta-feira, 10, estiveram pessoalmente no gabinete da presidência do Supremo, além de Gonet, os ministros Alexandre de Moraes, André Mendonça e Dias Toffoli. Fachin conversou com outros ao telefone. A intenção dele é conversar com todos individualmente até o fim do dia.

Ministros que estiveram com Fachin hoje relataram que ele está com o semblante tranquilo e tem conduzido as conversas com calma.

infomoney

10/09/2026

STF, CREDIBILIDADE ZERO!

Para não piorar imagem do STF, Fachin é pressionado a fazer sessão fechada em julgamento de Moraes

O presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Edson Fachin, tem sido pressionado a realizar uma sessão fechada para a análise, na próxima terça-feira (15), do pedido de investigação contra o ministro Alexandre de Moraes.

O objetivo seria não expor publicamente, por meio de transmissão televisiva, eventuais desavenças e discussões entre os ministros, — principalmente Moraes e André Mendonça.

Além disso, o argumento do grupo favorável a Moraes é de que uma transmissão televisiva pode aumentar a pressão popular magistrados a votarem a favor da investigação.

São citados, por exemplo, os casos dos ministros Kassio Nunes Narques e Carmen Lúcia, que costumam ser mais sucetíveis à opinião pública em seus votos.

Fachin, porém, ainda não tomou uma decisão. Ele sinalizou que fechar a sessão pode, na verdade, passar uma impressão negativa de que a Suprema Corte não está aberta à transparência.

Hoje, o placar da votação marcada para terça-feira (15) é inconclusivo. A expectativa é de que o ministro Dias Toffoli se declare impedido, já que também é suspeito de envolvimento com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.

No STF, há ainda a aposta de que um dos ministros possa pedir vista com o objetivo de jogar uma análise do episódio para depois do período eleitoral deste ano, assim como fez Gilmar Mendes na análise do afastamento do delegado-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues.

Moraes planeja fazer um pronunciamento na próxima segunda-feira (14), véspera do julgamento. O objetivo é se defender das suspeitas e reafirmar que nunca teve envolvimento pessoal com Vorcaro.

Com informações da CNN

FACHIN ACABA COM A 'GRAÇA' DE DINO E LEVA DECISÃO DE DELEGADO DA PF PARA PLENÁRIO

Fachin revoga decisões de Dino e Mendonça sobre Andrei

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, suspendeu as decisões dos ministros André Mendonça e Flávio Dino que haviam, sucessivamente, afastado e restaurado o cargo do diretor da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues. Fachin também suspendeu o trâmite da ação relatada por Mendonça que trata do tema. A decisão será submetida ao plenário no dia 15 de setembro, às 10h. Até lá, Rodrigues permanece no cargo.

No despacho publicado nesta quarta-feira (09), Fachin destacou que os conflitos e “sobreposições processuais” configuram “grave lesão à ordem pública e à integridade do Supremo”.

– A Presidência tem o dever de zelar pela preservação da integridade da Corte e tem a convicção de que o faz e fará – ressaltou.

– Todos os elementos contidos nas decisões proferidas até o presente momento evidenciam que os fatos merecem a devida elucidação. Há especial dever de se assegurar a integridade e a adequada direção dos trabalhos desta Corte.

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PRÓXIMO DIA 15 DE SETEMBRO STF JULGARÁ RELATÓRIO DE VORCARO E MORAES

STF julgará relatório de Moraes e Vorcaro em 15 de setembro

O plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) irá se reunir na próxima terça-feira (15) para julgar um pedido de investigação contra o ministro Alexandre de Moraes. O presidente da Corte, Edson Fachin, definiu a data para que o Supremo analise um relatório da Polícia Federal (PF) que apontou relação entre o banqueiro Daniel Vorcaro e Moraes.

No julgamento, os ministros irão discutir a validade do documento produzido no caso relatado pelo ministro André Mendonça. Também será avaliado um pedido de nulidade da Procuradoria-Geral da República.

O relatório tem por base mensagens encontradas pela PF no celular de Vorcaro que teriam como destinatário Moraes. O julgamento está marcado para começar às 10h.

09/09/2026

FACHIN AOS POUCOS ESTÁ 'IMPLODINDO' MORAES

Fachin impõe a 2ª derrota do dia a Moraes e encurrala o ministro

Uma quarta-feira péssima para o ministro Alexandre de Moraes. Excelente para o povo brasileiro.

Primeiro, o ministro Edson Fachin retirou Moraes da relatoria do famigerado Inquérito das Fake News.

Na sequência, o presidente do STF marcou para o dia 15 de setembro, às 10h, o julgamento que analisará o relatório da PF que detalhou a relação entre o ministro Alexandre de Moraes e o banqueiro Daniel Vorcaro.

Os ministros devem decidir se abrirão ou não uma investigação contra Moraes.

Fachin convocou uma sessão pública para analisar o caso.

EMPRESÁRIOS, CIENTISTAS E ECONOMISTAS PEDEM INVESTIGAÇÃO NO STF ATRAVÉS DE MANIFESTO

Manifesto de empresários, cientistas e economistas pede investigação dos escândalos no STF

Um grupo de 157 empresários, executivos, economistas, cientistas e personalidades publicou o manifesto “Pela lei e pelo Brasil”, que pede apuração rápida e independente de fatos envolvendo o Supremo Tribunal Federal e outras instituições.

A iniciativa surge após a divulgação de trocas de mensagens entre o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, e o ministro Alexandre de Moraes. Os signatários afirmam que os episódios recentes não são isolados e pedem o afastamento cautelar de quem for formalmente investigado, além da adoção de um código de conduta vinculante para cortes superiores e órgãos de investigação.

Entre os nomes estão Armínio Fraga, Elena Landau, Gustavo Franco, Persio Arida, Ana Paula Vescovi, Luiza Helena Trajano, Luciano Huck, Nelson Motta, Mayana Zatz, Pedro Parente, Walter Schalka e o movimento Mulheres do Brasil.

O texto defende a integridade das instituições dos Três Poderes e diz que cabe a elas apurar responsabilidades com as garantias do devido processo. Walter Schalka afirmou que o presidente do STF, Edson Fachin, tem a obrigação de agir com celeridade.

ATÉ O PRESIDENTE DA SUPREMA CORTE É DESMORALIZADO POR DINO

Dino atropela Mendonça e até Fachin para reintegrar cúpula da Polícia Federal

O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta quarta-feira (9) o retorno de Andrei Rodrigues ao cargo de diretor-geral da Polícia Federal (PF). A decisão é uma manobra para tirar o caso da Segunda Turma, que já formou maioria para a manutenção do afastamento. No plenário, a “bancada”do governo Lula é majoritária.

O gesto de Dino atropelou decisão de ontem (8) do ministro André Mendonça, juiz natural do caso. Dino também não deu a mínima para o fato de o caso já estar sob relatoria do próprio presidente do STF, Edson Fachin, que, no exame de recurso, já havia fixado prazo de 72 horas para que Mendonça apresentasse suas razões para a decisão.

Na decisão, Dino afirma, sem apresentar fatos concretos, que a decisão anterior de André Mendonça “impede o andamento de – quiçá – centenas de investigações, inclusive trabalhos e diligências em feitos da minha relatoria, que envolvem diretamente a função constitucional de prestação jurisdicional”.

Dino também considerou que o Partido Novo não tinha legitimidade para pedir o afastamento de Andrei Rodrigues, muito embora, no governo de Jair Bolsonaro, o ministro Alexandre Moraes tenha feito o mesmo atendendo mandado de segurança do PDT, partido aliado de Lula, para impedir a posse de Alexandre Ramagem na direção-geral da Polícia Federal.

DP

08/09/2026

MESMO ERRADAS AS COBRAS PREPARAM O 'BOTE'

Gilmar Mendes deve pedir a Fachin julgamento no plenário do STF sobre afastamento do diretor-geral da PF

O ministro Gilmar Mendes deve pedir ao presidente do STF, Edson Fachin, que o plenário da Corte julgue o afastamento do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues.

O caso está na Segunda Turma, que já formou maioria para manter a decisão do ministro André Mendonça de afastar Andrei e o diretor de Inteligência da PF, Leandro Almada. Gilmar suspendeu a análise após pedir vista.

Segundo o ministro, pela gravidade do caso e pelo contexto da disputa entre Mendonça e Alexandre de Moraes, a questão deveria ser analisada pelos dez ministros do Supremo. Os relatórios da PF que embasaram as acusações também foram levados ao plenário.

Gilmar está na Itália, mas mantém contato com os demais ministros por telefone. O eventual pedido será analisado por Fachin.

CARTA ABERTA AO PRESIDENTE DO STF EDSON FACHIN

Carta Aberta

Importantíssimo posicionamento de ex-ministros do STF e que também foram presidente da alta Corte sobre a mais aguda crise de história do STF.

Que pelo menos sensibilize e seja a voz de quem deseja a restauração da autoridade, legitimidade, respeitabilidade e a garantia da segurança jurídica da Nação já tão desgastadas do STF que são base e fundamento da Democracia e da Liberdade.


Nem os ex aguentam a Suprema Corte!

AFASTAMENTO DE DIRETOR-GERAL DA PF TEM MAIORIA NA SEGUNDA TURMA DO STF

Segunda Turma do STF tem maioria para manter afastamento de diretor-geral da PF

A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal tem maioria para manter o afastamento preventivo do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, e do diretor de Inteligência Policial da corporação, Leandro Almada da Costa.

O ministro Gilmar Mendes solicitou vista do julgamento, que começou em sessão virtual. Porém, os ministros Luiz Fux e Kássio Nunes Marques anteciparam os seus votos, acompanhando a decisão de André Mendonça, divulgada nesta terça-feira (8).

O pedido de vista fez com que o julgamento permaneça em aberto. Eventualmente, os magistrados podem mudar seus votos, conforme permite o regimento do Supremo. Com isso, a decisão monocrárica de Mendonça continua em vigor.

Resta ainda o voto do ministro Dias Toffoli. Nas últimas determinações que envolveram as apurações de fraudes do Banco Master, Toffoli se declarou impedido de votar.

"Monitoramento ilícito"

Em sua decisão, Mendonça cita "irregularidades e potenciais ilicitudes" na conduta de Andrei Rodrigues, apontando um "monitoramento sistemático e coleta dirigida". Segundo o ministro, pelo menos seis relatórios de inteligência foram encaminhados pelo diretor-geral ao ministro Alexandre de Moraes, dentro do Inquérito das Fake News. Os documentos foram produzidos de forma sigilosa entre 3 e 31 de agosto de 2026.

Mendonça, na peça processual, revela ainda que ele próprio foi submetido a um monitoramento ilícito e sistemático por parte da inteligência da PF há mais de 30 dias. Além dele, o Advogado-Geral da União, Jorge Messias, também foi alvo da ação e de uma "coleta dirigida" de informações.

Os relatórios produzidos também foram identificados com fragilidade técnica "autoevidente" pelo ministro.

07/09/2026

QUEM JULGA OS JULGADORES? O TAPETE NÃO É MAIS SUFICIENTE... CRISE NO STF!

Crise no STF – Quem Julga os Julgadores? O tapete não é mais suficiente...

Nos últimos meses, veio à tona um dos maiores escândalos a envolver o sistema de Justiça brasileiro, alcançando integrantes da mais alta corte do país, o procurador-geral da República e o diretor-geral da Polícia Federal.

A imprensa já vinha noticiando o suposto envolvimento de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) no caso do Banco Master, sobretudo em razão de suas relações pessoais com o controlador da instituição, Daniel Vorcaro — alvo da Operação Compliance Zero, deflagrada em novembro de 2025 após apuração de fraude bilionária na venda de carteiras de crédito ao BRB. Segundo as reportagens, houve um esforço hercúleo de autoridades para abafar as apurações.

O inquérito, que tramitava em primeiro grau, foi avocado pelo STF por decisão do ministro Dias Toffoli, atendendo recurso de Vorcaro, sob o argumento de que envolvia deputado federal com prerrogativa de foro. Toffoli impôs sigilo absoluto e designou os peritos responsáveis por examinar o celular de Vorcaro.¹

Pouco depois, veio a público que um fundo ligado ao Master havia adquirido participação no Resort Tayayá (PR), no qual o ministro e seus irmãos detinham cotas — vendidas em 2021 a um fundo com aportes do cunhado de Vorcaro.² Toffoli negou irregularidades e afirmou nada ter recebido do banqueiro.³ Relatório da PF encaminhado ao presidente do STF, ministro Edson Fachin, aponta pagamento de R$ 35 milhões pela participação no empreendimento.

Revelou-se também o contrato firmado entre o Master e o escritório Barci de Moraes, comandado pela esposa do ministro Alexandre de Moraes e integrado por dois filhos do casal como sócios: R$ 131,3 milhões brutos em três anos, com vigência a partir de janeiro de 2024, cuja cópia foi apreendida no celular do banqueiro.⁵ Dados da Receita Federal indicam repasses de R$ 80,2 milhões até a liquidação da instituição.⁶ A banca sustenta ter prestado ampla consultoria e nega qualquer atuação perante o STF.⁷

Em 12 de fevereiro de 2026, após a PF informar a Fachin sobre menções a Toffoli nas mensagens extraídas do aparelho, os ministros reuniram-se a portas fechadas. Toffoli manifestou intenção de permanecer na relatoria, mas cedeu à pressão pública. Em nota, a Corte externou apoio ao colega e afastou a suspeição. O inquérito acabou redistribuído por sorteio ao ministro André Mendonça.

Sob a condução de Mendonça, o procedimento ganhou novo ritmo. O relator reuniu-se com delegados no dia seguinte, reforçou a equipe técnica da PF, destituiu o perito e o delegado outrora indicados por Toffoli e restringiu o repasse de dados sigilosos a instâncias superiores e a terceiros, passando a cobrar diligências e celeridade.

A postura rigorosa cindiu a Corte entre a ala alinhada a Moraes e os pares favoráveis a Mendonça.

Segundo o portal Metrópoles, em 31 de agosto, Moraes teria confrontado Mendonça em seu gabinete ao tomar ciência de que este determinara o aprofundamento das investigações sobre os diálogos mantidos com Vorcaro. Questionado sobre como obtivera acesso a autos sigilosos alheios, Moraes teria respondido que dispunha de fontes próprias e lembrado sua passagem pelo Ministério da Justiça.

Em 1º de setembro, diante de relatório da PF que recuperou mensagens e metadados do aparelho do banqueiro — 52 delas com indícios de envio a Moraes —, Mendonça levantou o sigilo do material. Na abertura do Jornal Nacional, César Tralli e Renata Vasconcellos destacaram: ao longo de treze dias, o banqueiro solicitara intervenção do ministro para conter as investigações, citara o diretor-geral da PF e o procurador-geral da República e propusera um encontro às vésperas de sua prisão. As mensagens apontavam ainda que Moraes teria participado da revisão da minuta do contrato do escritório familiar.

Mendonça ordenou a cisão do material em petição autônoma — a PET 16.662 — e seu encaminhamento ao plenário para apreciação estritamente técnica e jurídica, independentemente de prévia manifestação da PGR.

A PGR, por sua vez, postulou a nulidade do procedimento, sustentando que a determinação direta à polícia para investigar alvos específicos, à míngua de representação ministerial ou provocação da autoridade policial, exorbitaria as atribuições do magistrado na fase inquisitorial.

Com a devida venia, a tese de nulidade carece de suporte consistente: os elementos foram colhidos fortuitamente no curso de apuração regular. Como bem assinala o processualista Aury Lopes Jr., STJ e STF consolidaram jurisprudência rechaçando nulidades em hipóteses de encontro fortuito de provas (serendipidade). Ademais, Mendonça não quebrou o sigilo telefônico de Moraes, mas do investigado originário; ao constatar menções a autoridades com prerrogativa de foro, remeteu incontinenti os elementos ao órgão colegiado competente.

Na noite de 3 de setembro, o embate escalou. Moraes tornou pública decisão no âmbito do Inquérito 4.781 (das fake news) e a enviou a Fachin, apontando supostos indícios de improbidade administrativa, abuso de autoridade e crime de responsabilidade na condução dos casos Master e INSS por Mendonça. Amparado em informes de inteligência da PF, imputou ao colega o direcionamento das apurações para constranger o próprio Moraes, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, e Fábio Luís Lula da Silva.⁹ Em contrapartida, conforme noticiado pela jornalista Natuza Nery, Mendonça teria formalizado a Fachin pedido de afastamento cautelar de Moraes, ad referendum do plenário.

O conflito ameaça aprofundar-se, em prejuízo direto da credibilidade do Judiciário e da higidez do Estado Democrático de Direito. Para resguardar a própria instituição, impõe-se que as autoridades nominadas nos diálogos declarem-se impedidas, afastem-se temporariamente de suas funções e exerçam a plenitude de sua defesa. Indícios, por mais graves que soem, exigem respeito irrestrito ao devido processo legal para legitimar qualquer juízo de responsabilidade. O que se mostra intolerável é o eventual uso de prerrogativas funcionais para embaraçar apurações ou acossar magistrado que tão somente cumpriu o dever de processar indícios de ilicitude.

Tenho Dito!!!

Notas e Fontes

[1] Revista Oeste.

[2] Agência Brasil; CartaCapital; Gazeta do Povo.

[3] CartaCapital; Migalhas.

[4] Revista Oeste; Poder360.

[5] Coluna de Malu Gaspar, O Globo; Poder360, a partir dos documentos anexados ao relatório da PF.

[6] CNN Brasil.

[7] Terra; CNN Brasil.

[8] Poder360; Jornal Nacional, 1º.set.2026.

[9] Agência Brasil; Gazeta do Povo.


Bady Elias Curi - Advogado fundador do Esc. Bady Curi Advocacia Empresarial, Prof. Mestre de Direito, ex-juiz do TRE/MG, escritor.

JCO

PRESIDÊNCIA: STF TERÁ NUNES APÓS MORAES

Nunes Marques presidirá o STF no pós-Moraes

Atual presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o ministro Kassio Nunes Marques é o próximo da fila para assumir a presidência do Supremo Tribunal Federal (STF) após Alexandre de Moraes, sucessor previsto para comandar a Corte por dois anos a partir de setembro de 2027. No STF funciona assim: é “eleito” presidente o ministro com o maior tempo de Supremo que ainda não tenha exercido o cargo.

Ordem não muda

Na possibilidade de Moraes não assumir o cargo no ano que vem, nada muda: Nunes Marques será presidente seguinte.

Vice assume

Daqui a um ano Nunes Marques assume a vice-presidência do STF no lugar de Alexandre de Moraes, que hoje ocupa essa função.

Ordem natural

Após Nunes Marques será a vez de André Mendonça, que assumirá a presidência do STF em 2031.

06/09/2026

STF: MENSAGENS ENTRE MORAES E VORCARO É LIBERADO PARA PLENÁRIO - DECISÃO CABE A FACHIN

Mendonça libera para plenário do STF caso de mensagens entre Moraes e Vorcaro; decisão cabe a Fachin

O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, liberou neste domingo (6) para o plenário da Corte a investigação sobre o caso das trocas de mensagens entre o ministro Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro. Agora, cabe ao presidente do STF, ministro Edson Fachin, decidir o que fazer.

Fachin deve aguardar até sexta-feira (11) para se pronunciar, data em que vende o prazo dado por ele para que os ministros do tribunal André Mendonça e Alexandre de Moraes, o procurador-geral da República (PGR), Paulo Gonet, e o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, se manifestem sobre os acontecimentos que causaram uma crise no STF.

No caso de optar pelo plenário, Fachin ainda precisa definir se será uma sessão aberta ou fechada. Os ministros decidirão então se abrem investigação ou se arquivam as apurações que implicam Moraes.

Fachin pode decidir ainda por uma reunião reservada, como ocorreu em fevereiro, quando outro relatório da PF mostrou troca de mensagens entre o ministro Dias Toffoli e o ex-dono do Banco Master.

Há ainda a possibilidade de o ministro Fachin decidir de forma individual se abre ou arquiva o relatório. Essa alternativa é considerada, por pessoas ouvidas pela reportagem, mais remota.

A indicação é de que Fachin teria preferência por uma sessão pública, mas que o modelo só deve ser confirmado após uma consulta que vem fazendo aos colegas.

O regimento do STF não trata especificamente sobre como uma investigação contra um ministro deve ser conduzida. O documento diz apenas que compete ao plenário processar e julgar.

A Procuradoria-Geral da República (PGR) manifestou na terça-feira (1º) pela nulidade da investigação comandada por André Mendonça, que apontou relação entre o ministro Alexandre de Moraes e Daniel Vorcaro.

A PGR argumentou que o ministro André Mendonça não deveria ter solicitado apuração sobre o destinatário das mensagens do ex-banqueiro, sem um pedido do Ministério Público ou da própria PF, e que a competência para decidir sobre a eventual apuração sobre Moraes é do plenário da Corte.

Mendonça defendeu a análise pelo plenário do STF, argumentando que, “diante do teor das informações apresentadas”, o caminho inevitável seria a avaliação pelo colegiado, já que é “instância soberana para analisar, de modo técnico e estritamente jurídico”.

g1

SEM 'VIGILÂNCIA' É MELHOR DE AGIR'(!?)

Gilmar propõe proibir delegados e militares em gabinetes do STF

O ministro Gilmar Mendes apresentou uma proposta de emenda ao Regimento Interno do Supremo Tribunal Federal (STF) para proibir a atuação de militares e integrantes das carreiras policiais nos gabinetes dos ministros.

A proposta representa um novo desdobramento do debate sobre a presença de delegados da Polícia Federal (PF) no STF e surge depois das críticas da Associação Nacional dos Delegados da Polícia Federal (ADPF) ao ministro.
O documento prevê a proibição da nomeação ou designação de integrantes das Forças Armadas e das carreiras policiais previstas no artigo 144 da Constituição para cargos em comissão ou funções comissionadas nos gabinetes dos ministros.

A restrição também alcança servidores licenciados ou cedidos ao Supremo.

Proposta prevê retorno imediato aos órgãos de origem

O texto estabelece uma exceção para servidores que exerçam atividades de segurança. Mesmo nesses casos, porém, eles não poderão participar da instrução de inquéritos ou processos nem exercer atividades de assessoramento jurídico.

A proposta determina ainda que o presidente do STF providencie o retorno imediato aos órgãos de origem dos servidores que estejam no Tribunal em desacordo com a nova regra.

A emenda entraria em vigor na data de sua publicação.

A iniciativa de Gilmar Mendes ocorre em meio à discussão sobre a presença de delegados da Polícia Federal nos gabinetes dos ministros do Supremo.

Atualmente, dois delegados da PF assessoram o ministro André Mendonça. O ministro Alexandre de Moraes também conta com dois delegados em seu gabinete.

A proposta de Gilmar levou o presidente da Associação Nacional dos Delegados da Polícia Federal, Edvandir Paiva, a criticar a iniciativa.

Leia também: “Babá do Brasil“, artigo de Augusto Nunes e Cristyan Costa, publicado na Edição 329 da Revista Oeste

Paiva afirmou que os delegados destacados para os gabinetes exercem atividades em razão de sua experiência e conhecimento técnico. Segundo ele, responsabilizar esses profissionais pelos problemas enfrentados pelo Supremo desvia a atenção de questões que, em sua avaliação, deveriam receber maior atenção da Corte.

“Certamente os problemas atuais da Suprema Corte não são responsabilidade dos delegados da Polícia Federal, nem dentro, nem fora da Polícia”, afirmou Paiva.

O presidente da associação também criticou o que chamou de tentativa de “demonizar” os delegados. Segundo ele, a iniciativa pode desviar o foco dos problemas enfrentados pelo STF.

revistaoeste

'FLAGRANTE' NOS MINISTROS DO STF RINDO É DESCRITO POR FOTÓGRAFO

Fotógrafo descreve o “flagrante” nos ministros do STF

Uma fresta entre uma cortina e um vidro permitiu ao fotógrafo Brenno Carvalho, do jornal O GLOBO, registrar uma imagem que ganhou ampla repercussão: a do ministro Alexandre de Moraes dando gargalhada entre colegas magistrados ao sair de sessão no Supremo Tribunal Federal.

No vídeo abaixo, Brenno explica como foi feita a foto, clicada um dia depois da crise provocada pela revelação da troca de mensagens entre Moraes e o banqueiro Daniel Vorcaro.

Veja o vídeo:

05/09/2026

VIVA A DEMOCRACIA 'XANDISTA'

STF bloqueia fotógrafos depois de foto de Moraes rindo

A segurança do Supremo Tribunal Federal (STF) bloqueou o trabalho de fotógrafos e cinegrafistas nesta quinta-feira, 3. Os agentes impediram a aproximação dos profissionais de imprensa das vidraças do Salão Branco. A ordem de restrição ocorreu depois da repercussão de uma fotografia que flagrou ministros às gargalhadas no auge do escândalo do Banco Master.

O fotógrafo Brenno Carvalho, do jornal O Globo, registrou o momento na quarta-feira 2. A imagem capturou Alexandre de Moraes, Gilmar Mendes e Cristiano Zanin em risadas na saída do plenário. O presidente da Corte, Luiz Edson Fachin, apareceu de costas na cena captada através da fresta de uma cortina.
Controle de imprensa e blindagem

Os seguranças da Corte repreenderam a equipe de reportagem no dia seguinte ao flagrante. Os agentes exigiram o afastamento imediato das câmeras e proibiram imagens dos bastidores pelas aberturas dos panos. A administração do tribunal recusou comentários sobre o bloqueio.

O episódio ocorreu em meio ao desgaste gerado pelas revelações da Polícia Federal. Relatórios da corporação expuseram mensagens do ex-banqueiro Daniel Vorcaro que apontam Moraes como interlocutor para tentar paralisar investigações policiais.

Reação e cobrança de explicações

Moraes reagiu à crise com uma ofensiva contra o ministro André Mendonça, relator dos inquéritos do Banco Master e do INSS no STF. O magistrado pediu apurações contra o colega de Corte. Fachin estipulou o prazo de cinco dias para Moraes, Mendonça, a Procuradoria-Geral da República e a Polícia Federal entregarem esclarecimentos sobre o relatório policial.

04/09/2026

INUSITADO: VEJA O QUE ACONTECE EM LIGAÇÃO DE ALLAN DOS SANTOS PARA O STF EM BUSCA DE MORAES

Allan dos Santos liga para o STF em busca de Moraes e algo impressionante acontece

Um dos maiores algozes do ministro Alexandre de Moraes, jornalista Allan dos Santos, resolveu ligar para o STF.

Allan buscava uma resposta de "Xandão".

O que acontece é impressionante. 

Veja:

'NENHUMA AUTORIDADE ESTÁ ACIMA DA CONSTITUIÇÃO' - DIZ FACHIN FALANDO SOBRE 'CRISE MASTER' NO STF

'Crise Master' no STF: Fachin diz que fatos estão em apuração e que nenhuma autoridade está acima da Constituição

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Edson Fachin, afirmou nesta sexta-feira (4) que os fatos "graves" da "crise Master" que atinge a Corte estão em apuração e que nenhuma autoridade está acima da Constituição Federal.

Ele também afirmou que a "gravidade" dos acontecimentos tornados públicos nesta semana – que envolvem relações do banqueiro Daniel Vorcaro com ministros da Corte e com o procurador-geral da República, Paulo Gonet, e a atuação de magistrados – "não autoriza atalhos".

O presidente do STF acrescentou que a resposta institucional ao que foi revelado nesta semana será "firme".

Fachin declarou ainda que a sua gestão à frente do STF tem como metas o fim do "inquérito das fake news", que já tem sete anos de duração, e adoção de um código de conduta para magistrados.

O magistrado participou nesta sexta, no Palácio do Planalto, de uma cerimônia em que o presidente Lula sancionou a criação de fundo para reunir recursos destinados ao sistema de Justiça. O evento também contou com a presença de Paulo Gonet.

Mensagens de Vorcaro a Moraes

Na última terça-feira (1º), o ministro André Mendonça retirou o sigilo de um relatório da Polícia Federal que expõe mensagens e contatos entre o banqueiro Daniel Vorcaro, e o ministro Alexandre de Moraes.

🔎Moraes, Andrei e Gonet foram citados por Daniel Vorcaro em mensagens obtidas pela Polícia Federal no celular do dono do Banco Master.

Mendonça sugeriu na mesma decisão que os elementos constantes dos relatórios da PF sobre o caso fossem avaliados pelo plenário da Corte.

Após a divulgação das informações, o relator também determinou que a PGR desse seu parecer sobre o tema. O procurador Paulo Gonet – mencionado nos relatórios publicizados por Mendonça – afirmou que a investigação é nula e não poderia ter sido feita sem um pedido do Ministério Público ou da própria PF.

Moraes reagiu

O ministro Alexandre de Moraes, por sua vez, encaminhou na noite dessa quinta-feira (3) ao presidente da Corte, ministro Edson Fachin, um pedido de investigação contra o Mendonça.

Na petição, Moraes disse que há presença de fortes indícios da prática de improbidade administrativa, abuso de autoridade, crime de responsabilidade e favorecimento a determinados grupos políticos no exercício da relatoria dos casos Master e INSS.

No entanto, ele cita um relatório da PF em que os investigadores apontam a ressalva de que o documento é de uso restrito, não tem poder de decisão, não pode ser usado como prova e não pode ser usado para fundamentar representação ou ser citado "como fonte em documento externo".

🔎 Na prática, isso indica que o material de inteligência produzido pela PF não teria validade legal para servir como prova de um processo. Isso porque não cumpriria requisitos formais.

🔎Relatórios de inteligência em geral, por sua natureza, não são feitos para serem usados em processos judiciais. É por isso que, nesse caso, seu conteúdo é tratado como indício.

Mas, com base nas informações citadas pela PF, Moraes afirmou que Mendonça teria usurpado as autoridades policiais da direção das investigações, conduzido irregularmente tratativas de eventual delação e direcionado, por “motivos pessoais e políticos", a investigação de determinados alvos, e cita seu próprio nome, e o do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP).

Moraes citou a Constituição Federal e o regimento do STF, que afirmam ser de competência de órgão colegiado analisar a possível prática de crime comum por parte de magistrados.

Segundo Moraes, o relatório da PF indica medidas tomadas por Mendonça “com flagrante perda de imparcialidade”.


g1

03/09/2026

NÃO TEM QUE DIVIDIR NADA, É SEPARAR O JOIO DO TRIGO. O BRASIL AGRADECE!

STF se divide entre investigar Moraes e anular atos de Mendonça


Um grupo defende uma resposta que permita apurar a conduta de Moraes. A ala alinhada ao magistrado, por sua vez, tenta deslocar o debate para os procedimentos adotados pelo relator do caso Master, André Mendonça, e sustenta que decisões tomadas por ele podem ser anuladas. Em meio ao confronto, Fachin também recebe conselhos para não levar o caso imediatamente ao plenário, como quer Mendonça.

A eventual votação pode, portanto, terminar tanto na abertura de uma investigação formal contra Moraes quanto no reconhecimento de irregularidades na atuação de Mendonça.

Plenário dividido sobre Moraes e Mendonça

No cenário atual, Luiz Fux é considerado o único voto seguro em apoio a Mendonça. Do outro lado, Flávio Dino, Cristiano Zanin e Gilmar Mendes demonstram resistência à forma como o relator conduziu o caso.

Os votos de Cármen Lúcia, Nunes Marques e do próprio Fachin ainda são considerados incertos. Embora os três defendam um código de conduta para o STF, interlocutores afirmam que esse posicionamento não representa apoio automático a Mendonça.

Ministros reconhecem, em caráter reservado, a gravidade das mensagens atribuídas a Moraes. Eles, contudo, ponderam que Mendonça pode ter avançado sobre procedimentos que dependeriam de autorização prévia dos demais membros da Corte.

Moraes não deve participar do julgamento, em virtude de estar diretamente envolvido no episódio. Dias Toffoli também deve ficar de fora, uma vez que se declarou suspeito para atuar nos processos relacionados ao Master na 2ª Turma do tribunal.

Com a aposentadoria de Luís Roberto Barroso e a rejeição, pelo Senado, da indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, para o STF, apenas oito ministros votariam.

Disputa sobre Mendonça

A ala alinhada a Moraes sustenta que Mendonça determinou uma investigação de outro integrante do Supremo sem consultar previamente o plenário. O procurador-geral da República (PGR), Paulo Gonet, também questionou a condução do processo.

Em manifestação enviada ao STF, Gonet requereu a anulação do relatório da Polícia Federal (PF) e afirmou que Mendonça atribuiu à corporação uma investigação que não caberia ao relator determinar naquela fase do processo.

Gonet, no entanto, aparece citado no material produzido pela PF. De acordo com o documento, um advogado encaminhava a Vorcaro mensagens do PGR. Ao pedir a nulidade do relatório, o chefe da PGR não tratou do conteúdo dessas conversas.

O entorno de Mendonça rebate essas críticas. A avaliação é que o juiz do STF não determinou a investigação de Moraes, mas apenas ordenou que a PF identificasse o interlocutor mencionado nas mensagens encontradas no celular de Vorcaro.

Ao retirar o sigilo do material, Mendonça afirmou que a análise pelo plenário é o “caminho inevitável”.

O ministro também revelou que pretendia liberar o processo para julgamento já na próxima semana.

Fachin tenta ganhar tempo

Apesar da pressa demonstrada pelo relator, Fachin é aconselhado por Mendes a esperar a temperatura baixar antes de marcar a sessão.

O presidente pode convocar uma reunião reservada para que os ministros discutam uma saída institucional antes de expor publicamente as divergências.

Uma solução semelhante foi adotada em fevereiro, quando o tribunal discutiu internamente o afastamento de Toffoli da relatoria do caso Master.

Desde a divulgação do relatório da PF, Fachin mantém conversas individuais com os integrantes do Supremo.

Oeste apurou que o presidente ouviu os colegas tanto sobre o episódio que envolve Moraes quanto sobre o teor da manifestação que divulgaria em nome do tribunal. Interlocutores consideraram “adequado” o tom escolhido.

A crise também entrou nas conversas de Fachin com o presidente Lula. O petista tratou do assunto com o presidente do STF na terça-feira 1º e conversou, no mesmo dia, com Mendes.

Fachin fez sua primeira manifestação pública sobre o caso durante um seminário realizado na manhã da quarta-feira 2.

Sem mencionar Moraes nem Mendonça, afirmou que os fatos exigem “serenidade, responsabilidade e firmeza” e anunciou medidas “cabíveis e necessárias”. “A elevada autoridade do cargo não confere privilégio, mas impõe deveres”, declarou o presidente.

revistaoeste

'MORAES NÃO DEVERIA ASSUMIR PRESIDÊNCIA DO STF EM 2027' - AVALIAM MINISTROS

Ministros já avaliam que Moraes não deveria assumir presidência do STF em 2027

A quebra de sigilo da investigação da Polícia Federal, nesta terça (1º), que revelou com riqueza de detalhes a constrangedora relação do ex-banqueiro Daniel Vorcaro com Alexandre de Moraes, provocou uma crise sem precedentes no Supremo Tribunal Federal (STF). Ministros agora discutem maneiras de convencer Moraes a desistir da presidência da Casa, com posse para daqui a um ano, como forma de preservar a instituição e evitar que outros colegas sejam arrastados para a crise.

Falam até em renúncia

Ao menos um ministro, que se queixa das “descortesias” do colega, acha que Moraes deveria renunciar, poupando o STF e encerrando a crise.

Pode ser só o começo

O temor dos ministros é que pode vir mais: o relatório de 247 páginas da PF se baseia na quebra de sigilo de um dos 8 celulares de Vorcaro.

Amor com amor se paga

Indignada, a oposição quer impeachment, ação por tráfico de influência, corrupção etc. O deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) pediu sua prisão.

Vão-se os anéis, ficam...

Para colegas, Alexandre de Moraes teria chance efetiva de “lutar para a preservação do cargo” se ele desistisse da presidência.