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09/08/2026

EUA: É MUITO DOLOROSO CÂNCER DE BIDEN - REVELA SEU FILHO

Câncer de ex-presidente dos Estados Unidos se espalha e é muito doloroso, revela filho

O câncer de próstata que afeta Joe Biden metastizou nos ossos “e além”, com a consequente deterioração de sua saúde, dada a natureza especialmente “dolorosa e debilitante” que a doença adquiriu.⁣

⁣Em declarações à emissora britânica BBC, Hunter Biden, filho do ex-presidente dos Estados Unidos, confirmou que a doença “se espalhou, o que é “muito doloroso e muito debilitante em muitos aspectos”.⁣

Joe Biden foi diagnosticado, em maio de 2025, com uma forma agressiva de câncer de próstata, o que obrigou o ex-presidente, de 83 anos, a se submeter a um tratamento de radioterapia. “É realmente muito difícil e muito triste de ver”, lamentou seu filho. “Gostaria que ele reclamasse mais, porque ele não está bem”, acrescentou.⁣

07/08/2026

EMBAIXADOR DO BRASIL É APROVADO PELO SENADO DOS EUA

Senado dos EUA aprova Daniel Perez para embaixada no Brasil

O Senado dos Estados Unidos aprovou, nesta sexta-feira (7), a indicação de Daniel Perez para o cargo de embaixador norte-americano no Brasil.

O nome do diplomata foi confirmado por 51 votos favoráveis e 47 contrários, encerrando a etapa de aprovação no Legislativo americano.

Apesar do aval do Senado, Perez ainda não poderá assumir o posto imediatamente.

A nomeação depende agora da concessão do agrément pelo governo brasileiro, autorização diplomática formal concedida pelo país anfitrião para que um embaixador estrangeiro exerça suas funções.

Indicado pelo presidente Donald Trump em junho deste ano, Daniel Perez foi escolhido para ocupar a representação diplomática dos Estados Unidos em Brasília, vaga desde o retorno de Trump à Casa Branca, em janeiro de 2025.

A tramitação da indicação foi marcada por divergências entre os governos brasileiro e americano.

O Itamaraty manifestou desconforto após a Casa Branca anunciar publicamente o nome de Perez antes da conclusão das consultas diplomáticas reservadas que tradicionalmente antecedem o envio oficial de um embaixador ao país de destino.

A situação ganhou novos contornos quando Washington passou a cobrar uma resposta do governo brasileiro sobre a concessão do agrément.

Autoridades americanas alegaram demora na análise do pedido, enquanto o governo brasileiro sustentou que o processo seguia o rito diplomático habitual e permanecia em avaliação pelo Ministério das Relações Exteriores.

06/08/2026

O VERDADEIRO GENOCIDA DA COVID COMETEU DESACATO A COMITÊ DO SENADO DOS EUA

Comitê do Senado dos EUA decide que Fauci cometeu desacato

Em decisão nesta quinta-feira (6), o Comitê de Segurança Interna e Assuntos Governamentais do Senado determinou que o doutor Anthony Fauci cometeu desacato contra o Congresso em audiência realizada no último dia 29, ao se recusar a responder mais de 100 perguntas sobre sua gestão à época da Covid-19.
Fauci, que foi a principal autoridade na área da saúde nos EUA durante a pandemia, se fez valer da Quinta Emenda da Constituição estadunidense a fim de evitar a autoincriminação.

Presidente do colegiado, o senador republicano Rand Paul argumentou que o médico não tinha direito de invocar a Quinta Emenda porque havia recebido perdão presidencial prévio por parte do ex-presidente Joe Biden.

– O dr. Fauci não enfrentava nenhum risco de processo federal. Tudo o que ele precisava fazer era dizer a verdade – argumentou.

Após votação entre os membros do comitê, ficou decidido que o cientista cometeu desacato e, por isso, o caso será levado ao Departamento de Justiça, que decidirá se o acusará criminalmente.

Fauci foi convocado sob acusação de que teria encoberto informações sobre origem da Covid-19 e erros durante sua administração como diretor do Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas do país.

Na audiência, Fauci afirmou que o “único motivo” para ter sido convocado é para que dissesse algo que pudesse ser usado contra ele mesmo para prendê-lo. O médico afirma que Rand Paul possui “obsessão” em incriminá-lo e fez “repetidas promessas públicas” sobre colocá-lo “atrás das grades”.

'DEI TODAS AS OPORTUNIDADES' - DIZ TRUMP EM TOM AMEAÇADOR PARA LULA

Trump sobe o tom e ameaça Lula: "Dei todas as oportunidades"

O governo dos Estados Unidos afirmou que manteve negociações com o Brasil durante semanas antes de decidir revogar o visto da embaixadora brasileira em Washington. Em meio ao aumento da tensão diplomática entre os dois países, um porta-voz do Departamento de Estado declarou que a administração do Donald Trump disse que ele deu ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva “todas as oportunidades para fazer a coisa certa” antes de adotar a medida.

Segundo a autoridade americana, a revogação do visto foi tomada com base no princípio da reciprocidade e não representa uma declaração de persona non grata. De acordo com o governo dos Estados Unidos, a decisão poderá ser revista caso o Brasil conceda o agrément, o aval diplomático, ao indicado de Trump para assumir a embaixada americana em Brasília.

O porta-voz também afirmou que “opções diplomáticas adicionais permanecem sobre a mesa” caso o governo brasileiro continue adiando ou recusando o reconhecimento do diplomata indicado por Washington.


Ainda durante a manifestação, o representante do Departamento de Estado reforçou o posicionamento oficial da Casa Branca de que cabe ao presidente dos Estados Unidos escolher seus representantes diplomáticos e criticou qualquer tentativa de governos estrangeiros de interferirem em processos internos do país.

A declaração ocorre em meio ao agravamento da crise diplomática entre Brasil e Estados Unidos, intensificada após o impasse envolvendo a nomeação do novo embaixador americano em Brasília e a recente revogação do visto da embaixadora brasileira em Washington.

03/08/2026

TRUMP MANDA RECADO PARA ÀS PETROLEIRAS

Trump cobra redução imediata do preço dos combustíveis às petroleiras

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a pressionar as empresas do setor de petróleo a reduzirem os preços dos combustíveis vendidos aos consumidores. Em publicação feita nesta segunda-feira (3) na rede social Truth Social, o republicano escreveu, em letras maiúsculas: “ABAIXEM, AGORA!”.

Na mesma mensagem, Trump atribuiu o bom desempenho da indústria petrolífera às medidas adotadas por seu governo. O presidente comentou uma entrevista concedida pelo diretor-presidente da Chevron, Mike Wirth, à Fox Business, e afirmou que o executivo deixou de reconhecer o papel da atual administração nos resultados positivos da companhia.

“A única coisa que ele convenientemente esqueceu de mencionar ao listar as razões para sua companhia ir tão bem é que, sem a genialidade, visão, força e estabilidade da administração Trump, a indústria petrolífera e os EUA estariam mortos”, escreveu o presidente.

Trump também citou a retomada das operações da Chevron na Venezuela como exemplo do fortalecimento do setor. Segundo ele, a decisão tornou a empresa e outras petroleiras “maiores e mais fortes do que antes”, colocando-as no caminho de uma “fortuna”.

Correio 24h

30/07/2026

TEM JUÍZO: ROBÔS HUMANOIDES DA CHINA TEM IMPORTAÇÃO PROIBIDA POR TRUMP

Donald Trump veta importação de robôs humanoides da China

A Comissão Federal de Comunicações (FCC) do governo Donald Trump proibiu a entrada de novos inversores de energia e robôs quadrúpedes ou humanoides fabricados na China nos Estados Unidos. A medida busca resguardar a segurança nacional e impulsionar a produção local desses equipamentos essenciais.

As restrições visam proteger a cadeia de suprimentos de inteligência artificial americana. Segundo o presidente da FCC, Brendan Carr, esses dispositivos estrangeiros representam riscos cibernéticos e podem criar vulnerabilidades críticas, facilitando o roubo de dados ou a interrupção de serviços.

— Esses dispositivos podem criar vulnerabilidades na cadeia de suprimentos que podem prejudicar a segurança econômica e nacional dos EUA e representar um risco de segurança cibernética que ameaça a infraestrutura crítica americana. (…) A FCC continuará fazendo sua parte para proteger as cadeias de suprimentos críticas dos Estados Unidos — disse.

Em resposta, a embaixada da China em Washington pediu que os Estados Unidos parem de difamar e sancionar suas empresas. O governo chinês também alertou que tomará as medidas necessárias caso seus interesses materiais sejam prejudicados por essas ações americanas.

As novas regras entraram em vigor imediatamente e afetam apenas modelos que ainda não foram lançados no mercado. No entanto, o órgão regulador americano mantém a autoridade para revogar permissões de venda de equipamentos que já haviam sido autorizados anteriormente.

Uma das principais afetadas será a Unitree, líder global em robôs humanoides e recentemente incluída em uma lista de alerta do Pentágono. Autoridades temem que esses robôs, que usam chips avançados de IA, sejam usados para espionar o setor industrial americano.

No setor de energia, o alvo são os inversores chineses, fundamentais para data centers e redes renováveis. A China lidera esse mercado com empresas como Sungrow e Huawei, levantando temores americanos de invasões cibernéticas à infraestrutura crítica nacional.

Autoridades americanas, incluindo o secretário do Tesouro, Scott Bessent, também alertaram sobre punições por roubo de propriedade intelectual. O governo tenta evitar uma dependência tecnológica semelhante à que ocorreu com o mercado de minerais de terras raras.

Para evitar o desabastecimento, a expectativa é que a FCC conceda isenções a diversos fornecedores não chineses de robôs e inversores. A estratégia repete o padrão já adotado recentemente pelo governo em proibições similares envolvendo drones e roteadores estrangeiros.

29/07/2026

DONALD TRUMP DENUNCIA FORMALMENTE PERSEGUIÇÃO POLÍTICA A FAMÍLIA BOLSONARO

Vocês estão preparados para amanhã? Trump pode transformar a eleição no Brasil

O Presidente Donald Trump publicará oficialmente amanhã um documento que denúncia formalmente a perseguição política promovida no Brasil contra Jair Bolsonaro, sua família e seus apoiadores.

No documento, a Casa Branca registra explicitamente:

"Membros do Governo do Brasil estão perseguindo politicamente um ex-Presidente do Brasil, sua família e seus seguidores, o que contribui para a deliberada erosão do Estado de Direito no Brasil, para a intimidação politicamente motivada naquele país e para abusos de direitos humanos."

O deputado Gil Diniz publicou:

PREPARADOS PARA AMANHÃ?? [...]

Essa denúncia oficial vinda da maior potência do planeta escancara para o mundo a gravidade do cenário brasileiro. A publicação oficial invalida a narrativa do sistema e prova que a intimidação e o desrespeito às garantias fundamentais no país já são reconhecidos e repudiados internacionalmente.

28/07/2026

NOVA ORDEM DO GOVERNO TRUMP CONTRA O BRASIL BOLSONARO É RELACIONADO

Governo Trump relaciona Bolsonaro em nova ordem contra o Brasil

Mesmo sem citar diretamente, o governo de Donald Trump voltou a relacionar o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) em uma nova ordem que prorroga por mais um ano o estado de emergência nacional declarado pelos Estados Unidos em relação ao Brasil.

No documento, assinado nesta terça-feira (28/7), a Casa Branca afirma que integrantes do governo brasileiro estariam promovendo uma “perseguição política” contra um ex-presidente, seus familiares e apoiadores, argumento usado para justificar a renovação da medida.

O comunicado será publicado nesta quarta-feira (29/7) no Federal Register, equivalente ao Diário Oficial dos Estados Unidos, e encaminhado ao Congresso norte-americano. A decisão, no entanto, não cria novas sanções ou tarifas contra o Brasil.

Recentemente, parte das exportações brasileiras para os EUA passou a ser taxada em 37,5% após duas investigações conduzidas pelo governo norte-americano.

Na ordem, a Casa Branca afirma que a suposta perseguição ao ex-presidente estaria contribuindo para “o enfraquecimento deliberado do Estado de Direito”, além de promover intimidação por motivação política e violações de direitos humanos no Brasil.

O texto também renova críticas ao Supremo Tribunal Federal (STF), acusando a Corte de promover “censura e a prisão de pessoas que exercem a liberdade de expressão”.
Estado de emergência decretado em 2025 já relacionava Bolsonaro

A renovação mantém em vigor a emergência nacional decretada por Trump em julho de 2025. Na ocasião, o presidente dos Estados Unidos afirmou que ações do governo brasileiro representavam uma “ameaça incomum e extraordinária” à segurança nacional, à política externa e à economia norte-americana.

A legislação dos EUA prevê que esse tipo de medida seja reavaliado anualmente e, caso o governo considere necessário, prorrogado por meio de comunicação formal ao Congresso.

Bolsonaro cumpre prisão domiciliar após ser condenado pelo STF a 27 anos de prisão por participação na trama golpista relacionada aos ataques contra o resultado das eleições de 2022.

Desde o ano passado, Trump tem feito manifestações públicas em defesa de Bolsonaro. Quando instituiu o estado de emergência contra o Brasil, em julho de 2025, a Casa Branca já havia sustentado que o ex-presidente brasileiro era alvo de perseguição política.

Metrópoles

SUPREMA CORTE DOS EUA É ACIONADA POR TRUMP QUE QUER MEXER DIRETAMENTE NA ELEIÇÃO

Trump aciona Suprema Corte e quer mexer diretamente na eleição

O governo do presidente Donald Trump solicitou à Suprema Corte dos Estados Unidos autorização para colocar em vigor um decreto que endurece as regras para o voto por correspondência. A iniciativa ocorre poucos meses antes das eleições legislativas de meio de mandato, marcadas para novembro, e integra um conjunto de medidas voltadas à segurança do processo eleitoral.

O pedido foi apresentado após um tribunal federal de apelações manter, no último sábado, a suspensão da medida em 23 estados e no Distrito de Colúmbia. Nessas localidades, o decreto foi alvo de ações judiciais, e o governo busca agora que suas determinações passem a valer enquanto o mérito do caso continua sendo analisado pela Justiça.

Editado por Donald Trump em março, o decreto estabelece a criação de um cadastro federal com cidadãos autorizados a votar por correspondência. A lista seria organizada pelo Serviço de Cidadania e Imigração dos Estados Unidos (USCIS) em conjunto com a Administração da Seguridade Social. Pelo texto, apenas os eleitores incluídos nesse banco de dados poderiam receber cédulas enviadas pelos Correios.

Segundo o governo Trump, o objetivo das novas regras é impedir que pessoas sem cidadania norte-americana participem das eleições. Autoridades e estudos citados no processo, porém, apontam que esse tipo de ocorrência é considerado incomum nos Estados Unidos, embora a prática seja tipificada como crime e possa resultar em deportação.

Outra iniciativa relacionada ao tema foi assinada por Trump em 25 de março. O decreto tornou obrigatória a comprovação da cidadania para o registro de eleitores e mencionou o Brasil e a Índia como exemplos de países que utilizam sistemas de identificação biométrica para reforçar a segurança eleitoral.
"A Índia e o Brasil, por exemplo, estão vinculando a identificação do eleitor a um banco de dados biométrico, enquanto os Estados Unidos dependem amplamente da autodeclaração de cidadania", dizia o documento.

Essa norma também previa que o Departamento de Segurança Interna (DHS), o Departamento de Estado e a Administração da Seguridade Social compartilhassem dados federais com os estados para auxiliar na verificação da elegibilidade dos eleitores.

Além disso, o decreto condicionava parte do financiamento federal aos estados que adotassem os padrões de votação definidos pela administração federal. O texto também buscava impedir a contabilização de votos recebidos após o Dia da Eleição, prática que já possui restrições na legislação, mas que, segundo o governo, exigiria fiscalização mais rigorosa.

Dias depois, Trump assinou uma nova ordem executiva voltada especificamente ao voto por correspondência. Entre as medidas previstas estão a criação de listas estaduais de eleitores habilitados para essa modalidade, o envio de cédulas apenas aos cidadãos previamente cadastrados e a utilização de envelopes considerados mais seguros, equipados com códigos de barras individuais para permitir o rastreamento.

JCO

27/07/2026

SAÍDA DA VENEZUELA DO TRIBUNAL PENAL INTERNACIONAL TEM APOIO DOS EUA

EUA apoiam saída da Venezuela do Tribunal Penal Internacional

Os Estados Unidos manifestaram apoio à decisão da Venezuela de deixar o Tribunal Penal Internacional (TPI) e defenderam que outros países também se retirem do Estatuto de Roma, acordo que criou a corte internacional.

Em nota divulgada neste sábado, o Departamento de Estado americano afirmou que a saída da Venezuela representa um passo importante e voltou a fazer críticas ao tribunal. Segundo o governo dos EUA, o TPI tem atuado de forma seletiva, com motivações políticas e sem a credibilidade necessária para cumprir sua missão.

Washington também afirmou que o ex-presidente Nicolás Maduro deverá responder pelos supostos crimes em um tribunal dos Estados Unidos, reforçando que a responsabilização não dependerá das ações do TPI.

Na sexta-feira, o governo venezuelano comunicou oficialmente à Organização das Nações Unidas (ONU) sua decisão de deixar o Tribunal Penal Internacional. Caracas argumenta que a corte age com parcialidade e afirma que sua atuação prejudica países do Sul Global.

JCO

24/07/2026

ELEIÇÕES DO BRASIL: EUA RESPONDEM A LULA DIZENDO QUE TEM INTERESSE

EUA respondem Lula e dizem ter interesse nas eleições do Brasil

Em resposta a uma fala do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o Departamento de Estado dos Estados Unidos afirmou ter interesse no processo eleitoral e na liberdade de expressão do Brasil, indicando que acompanhará com atenção o pleito deste ano no país.

A declaração ocorre após o petista desafiar o secretário de Estado americano, Marco Rubio, a montar um “comitê” para monitorar a disputa e apoiar o seu adversário político, o senador e pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL-RJ).

– Eu estou convidando quem quiser vir do mundo para ver as eleições aqui no Brasil. Quem quiser, pode vir acompanhar. O secretário de Estado americano, Marco Rubio, que deve apoiar o meu adversário, que venha e monte um comitê. A gente vai derrotar todos em nome da defesa da democracia nesse país – declarou Lula.

Em nota enviada ao Poder360, o Departamento de Estado norte-americano afirmou:

– Em termos gerais, os Estados Unidos têm um interesse histórico e global na liberdade de expressão e na integridade dos processos democráticos em todo o mundo, inclusive no Brasil – ressaltou.

A relação entre Lula e Rubio têm tensionado nos últimos dias. Na última semana, o aliado do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, atribuiu a culpa do tarifaço contra o Brasil à indisposição do líder brasileiro em negociar.

– Não haja confusão sobre o motivo: o presidente Lula e seu governo não negociaram com os EUA de boa-fé. Lula colocou seu próprio ego à frente de fazer um acordo pelo bem-estar do povo brasileiro, e essas tarifas são o preço por isso – declarou Rubio.

O presidente brasileiro, por sua vez, avaliou que “há males que vem para o bem”, ao se referir à busca por novos parceiros comerciais em meio à taxação dos EUA.

– Mesmo com a decisão abrupta do governo americano, de achar que a taxação que fez sem conversar com ninguém, ninguém ia achar que o mundo ia ruir. As pessoas estão aprendendo a ser mexer e conversar com outras pessoas que pareciam não saber conversar, aprendendo outros idiomas e conhecendo outras moedas – pontuou.

23/07/2026

POR TRABALHO FORÇADO EUA CONFIRMAM TARIFA EXTRA DE 12,5% AO BRASIL

EUA confirmam tarifa extra de 12,5% ao Brasil por trabalho forçado

O Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) confirmou nesta quinta-feira (23) a aplicação de uma tarifa adicional de 12,5% sobre produtos brasileiros, sob a justificativa de que o País não impôs nem fez cumprir de forma efetiva uma proibição à importação de bens produzidos com trabalho forçado.

A medida atinge 60 economias e se soma à sobretaxa de 25% anunciada na semana passada contra o Brasil, elevando para até 37,5% a taxação sobre parte das exportações nacionais ao mercado americano.

A ação foi assinada pelo embaixador Jamieson Greer, por determinação do presidente Donald Trump, e encerra as investigações abertas com base na Seção 301 da Lei de Comércio de 1974 sobre as práticas de diversas economias relacionadas à falha em impor e fazer cumprir a proibição de importação de bens produzidos com trabalho forçado. Segundo o USTR, os países alcançados respondem por 99,4% das importações americanas.

O escritório dividiu os parceiros comerciais em duas faixas: economias que assumiram compromissos de adotar e fazer cumprir proibições à importação de bens produzidos com trabalho forçado pagarão 12,5%. Pela classificação divulgada em junho, o Brasil está no grupo das economias sem proibição efetiva em vigor, ao lado de China, Vietnã, Índia, Japão, Taiwan e Coreia do Sul.

O USTR afirma que os Estados Unidos são o único país do mundo a adotar e fazer cumprir de forma efetiva uma proibição às importações feitas com trabalho forçado, e que Trump pede aos demais parceiros comerciais que se juntem a essa política.

Nem todos os produtos entram na conta. Ficam fora do alcance da medida materiais informativos, doações e bagagem acompanhada, além de todos os artigos e partes já sujeitos às tarifas da Seção 232 — categoria que inclui aço, alumínio e automóveis.

Também há isenções para matérias-primas cuja taxação poderia comprometer o abastecimento doméstico americano, produtos capazes de causar perturbações em toda a economia e itens que não podem ser cultivados ou produzidos em quantidade suficiente nos Estados Unidos.

22/07/2026

AGORA LASCOU: PRESIDENTE DA FIFA TEM INDICAÇÃO DE TRUMP PARA COMANDAR NAÇÕES UNIDAS

Donald Trump quer presidente da Fifa no comando das Nações Unidas

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, deseja que o presidente da Fifa, Gianni Infantino, dispute o cargo de secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU). A informação partiu do jornal New York Post, que ouviu fontes próximas ao líder republicano. O mandato do atual ocupante do posto máximo da entidade global, o português António Guterres, termina em dezembro deste ano. De acordo com a publicação, o governante estadunidense avalia que o dirigente esportivo possui prestígio internacional e grande capacidade de articulação política com a finalidade de liderar o órgão.

A aproximação entre os dois líderes intensificou-se consideravelmente nos últimos meses. A parceria ganhou força durante a realização do Mundial de Clubes em 2025 e da Copa do Mundo de 2026, ambos sediados na América do Norte. Como resultado desse estreitamento de laços nos bastidores, o presidente Trump recebeu o Prêmio da Paz da Fifa em dezembro do ano passado. O enviado especial do governo dos Estados Unidos para parcerias globais, Paolo Zampolli, defendeu publicamente a escolha do nome:

"Na ONU são 193 Estados-membros. Na Fifa, são mais de 200 associações. O histórico de Gianni mostra que ele sabe administrar."

Apesar do desejo de Donald Trump, Infantino quer reeleição na Fifa

Apesar das fortes especulações que cercam os bastidores em Washington, Infantino ainda não se manifestou oficialmente sobre o interesse e mantém o silêncio. O dirigente esportivo já anunciou anteriormente que tentará a reeleição para a presidência da entidade máxima do futebol, cuja votação está prevista para acontecer em março do próximo ano. Caso aceitasse o desafio na geopolítica, o suíço enfrentaria uma redução salarial drástica, visto que embolsa cerca de US$ 6 milhões (cerca de R$ 33 milhões) anuais na Fifa contra um vencimento de 418 mil dólares (cerca de R$ 2,3 milhões) anuais pago pelo organismo internacional.

A saber, para alcançar a cadeira principal, o candidato indicado necessita da recomendação formal do Conselho de Segurança da ONU e da posterior aprovação da Assembleia Geral. Além disso, aliados de Trump enxergam espaço para uma candidatura competitiva mesmo diante de concorrentes de peso da América do Sul, a exemplo da ex-presidente do Chile, Michelle Bachelet, e do diretor-geral da AIEA, o argentino Rafael Grossi.

Por fim, desde o seu retorno à Casa Branca, Donald Trump adota uma postura cética e crítica em relação ao orçamento global, reduzindo contribuições financeiras e retirando o país de braços importantes da instituição, tais como a Organização Mundial da Saúde (OMS) e a Unesco.

correiobraziliense

NESTA QUARTA-FEIRA (22) EM NOVA YORK NICOLÁS MADURO PARTICIPA DE AUDIÊNCIA

Nicolás Maduro participará de audiência em Nova York nesta quarta (22)

Nicolás Maduro ex-ditador venezuelano, participará de uma audiência no tribunal federal de Manhattan, Nova York, nesta quarta -feira (22/7) às 13h, horário de Brasília. Os promotores do Departamento de Justiça dos EUA e os advogados de defesa do réu propuseram, na terça-feira (21), que o julgamento criminal de Maduro nos Estados Unidos, sob acusações de tráfico de drogas, comece em junho de 2027.

A proposta conjunta foi apresentada em uma petição judicial. O documento traçou um esboço preliminar dos possíveis próximos passos em um dos casos criminais de maior repercussão e importância na história recente dos EUA.

O juiz distrital dos EUA, Alvin Hellerstein, responsável pelo caso, deverá definir o cronograma final. As partes informaram na petição que poderão solicitar alterações no calendário.

Maduro foi capturado em Caracas por agentes dos Estados Unidos durante uma invasão à Venezuela em 3 de janeiro. Na ocasião, ele foi levado a Nova York, onde responde a acusações de colaboração com guerrilhas e cartéis para o envio de cocaína aos EUA.

A mulher do ex-ditador, Cilia Flores, também está presa e responde a acusações criminais nos EUA. Os dois já passaram por uma audiência poucos dias após a prisão. À época, Maduro disse ser um "prisioneiro de guerra".

Os Estados Unidos classificam Maduro como um ditador corrupto cuja má gestão econômica levou ao colapso da economia e o acusam de fraudar as eleições de 2018 e 2024. O governo americano deixou de reconhecê-lo como presidente legítimo da Venezuela em 2019.

'NETANYAHU NÃO SERÁ PRESO DURANTE VISITA AOS EUA' - DIZ TRUMP

Trump diz que Netanyahu não será preso durante visita aos EUA

Trump e Netanyahu
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta segunda-feira, 20, que as autoridades norte-americanas não vão prender o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, enquanto ele estiver no país.

A declaração ocorreu em resposta às falas do prefeito de Nova York, Zohran Mamdani, que disse estudar a possibilidade de cumprir um eventual mandado de prisão do Tribunal Penal Internacional (TPI) durante a Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), marcada para setembro.

Zohran Mamdani - Prefeito de NY
Segundo Trump, Netanyahu não corre o risco de ser detido nos Estados Unidos. O presidente também saiu em defesa do premiê israelense e afirmou que ele enfrenta o Irã.

Ele afirmou que as autoridades deveriam prender apenas quem levou o Irã a essa espiral de morte e destruição, ressaltando que os presidentes anteriores deveriam ter enfrentado essa situação anos atrás.

Declaração reacende debate sobre mandado do TPI

A polêmica começou depois de Mamdani afirmar, em entrevista ao The New York Times, que considera adotar medidas para cumprir um eventual mandado de prisão contra Netanyahu durante a Assembleia Geral da ONU.

Segundo ele, o primeiro-ministro Netanyahu deveria estar em Haia, já que o Tribunal Penal Internacional acusou o político de ser um criminoso de guerra.

O prefeito reconheceu, porém, que ainda não sabe se tem autoridade para determinar que o Departamento de Polícia de Nova York execute a medida. Segundo ele, a equipe jurídica da cidade analisa a questão.

Mamdani já havia declarado anteriormente que pretendia cumprir mandados expedidos pelo Tribunal Penal Internacional contra líderes estrangeiros, entre eles Netanyahu e o presidente da Rússia, Vladimir Putin.

Em 2024, o TPI informou haver fundamentos para responsabilizar Netanyahu por supostos crimes de guerra e crimes contra a humanidade relacionados à ofensiva militar de Israel na Faixa de Gaza, iniciada depois do ataque do grupo terrorista Hamas contra o território israelense em 7 de outubro de 2023.

As declarações do prefeito receberam resposta do embaixador de Israel na ONU, Danny Danon, que reagiu às falas logo depois da entrevista.

revistaoeste

21/07/2026

REGIME DE DANIEL ORTEGA TEM MANIFESTO DOS EUA

Rubio pede atuação internacional contra regime de Daniel Ortega

Os Estados Unidos elevaram a pressão diplomática e comercial sobre a Nicarágua nesta terça-feira (21), após o ditador Daniel Ortega afirmar que o país não voltará a realizar eleições. Em comunicado, o secretário de Estado americano, Marco Rubio, pediu que a comunidade internacional atue de forma coordenada contra o governo de Ortega e Rosario Murillo.

– Os EUA fazem um apelo à comunidade internacional para que una esforços e demonstre à ditadura de Murillo e Ortega que não pode esperar manter uma relação habitual com outras nações enquanto mina os princípios fundamentais do nosso hemisfério democrático – disse.

Rubio afirmou que a declaração de Ortega, de que a Nicarágua “nunca mais realizará eleições”, expõe a “verdadeira natureza autoritária” do regime nicaraguense. Segundo ele, o ditador e a copresidente Rosario Murillo “abandonaram até mesmo a pretensão de contar com o consentimento popular”.

O secretário norte-americano reiterou que “o povo nicaraguense tem o direito de escolher seus próprios líderes por meio de eleições democráticas” e conclamou a comunidade internacional a unir esforços para demonstrar ao regime de Manágua que “não pode esperar manter negócios como de costume com outras nações” enquanto impede o funcionamento das bases democráticas no hemisfério.

A fala ocorre após Ortega anunciar, durante as celebrações do aniversário da Revolução Sandinista, que a Nicarágua não voltará a realizar eleições, frustrando a expectativa de um pleito em 2027 e aprofundando as críticas internacionais ao regime. Os EUA não reconhecem a legitimidade da eleição de 2021, marcada pela prisão de opositores antes da votação, e mantêm sanções contra integrantes do regime.

AE

PARA TRISTEZA DE MUITOS, GOVERNO TRUMP CONCEDE 'GREEN CARD' A EDUARDO BOLSONARO

Governo Trump concede “green card” a Eduardo Bolsonaro

O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL) recebeu o Green Card nos Estados Unidos, concedido pela administração do presidente Donald Trump. A medida garante ao ex-parlamentar o direito de morar, trabalhar e estudar no país por tempo indeterminado. O benefício também foi concedido à esposa, Heloísa Bolsonaro, e aos dois filhos do casal, Geórgia e Jair Henrique, de 5 e 2 anos, respectivamente.

A decisão ocorreu após um pedido realizado há mais de um ano e garante direitos similares aos de cidadãos norte-americanos, exceto o voto. A concessão, divulgada pela Folha de S.Paulo, se dá em um período de forte tensão diplomática entre os governos do Brasil e dos Estados Unidos. Recentemente, a gestão de Trump impôs um novo tarifaço de 25% sobre produtos brasileiros.

No Brasil, o ex-deputado foi condenado pelo Supremo Tribunal Federal a quatro anos e dois meses de reclusão. A acusação indicou que ele atuou em solo americano para tentar interferir no julgamento do pai e solicitar sanções econômicas contra o país.

O jornalista Paulo Figueiredo, aliado de Eduardo, comemorou a decisão do governo Trump:

— Eduardo agora está protegido pela Constituição americana. (…) Qualquer ação de perseguição ou censura, por exemplo, contra ele, pode se inserir no mesmo contexto das ações que já levaram a sanções dos EUA ao Brasil — declarou.

Com o novo status migratório de Eduardo Bolsonaro, a possibilidade de extradição para o cumprimento da pena no Brasil torna-se ainda mais distante. A legislação dos EUA passa a assegurar garantias legais ao ex-parlamentar dentro do território americano.

17/07/2026

DANOU-SE: RELATÓRIO DA CIA. AFIRMA QUE VENEZUELA TINHA MÁQUINA PARA FRAUDAR ELEIÇÕES

Trump diz que Venezuela tinha máquina para fraudar eleições

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, garantiu, nesta quinta-feira (16), que documentos da Agência Central de Inteligência (CIA) mostram que os governos de Hugo Chávez e Nicolás Maduro arquitetaram planos para manipular eletronicamente resultados eleitorais entre 2004 e 2020 na Venezuela.

– Existia um complô específico para favorecer enormemente o regime corrupto da Venezuela – afirmou Trump, durante um discurso à nação no qual se concentrou em ressaltar supostas vulnerabilidades no sistema eleitoral dos EUA.

A declaração de Trump baseia-se nos documentos divulgados pela Casa Branca na mesma noite e que incluem uma análise da CIA, elaborada em 29 de junho com informações de inteligência coletadas durante quase duas décadas, sobre a capacidade do governo venezuelano para manipular eleições por meio de tecnologia de máquinas de votação eletrônica.

O relatório aponta que a Venezuela tinha “provavelmente certa capacidade” para manipular sistemas de votação eletrônica dentro do país, incluindo os sistemas da empresa britânica Smartmatic.

No entanto, o relatório afirma que não há evidência definitiva de fraude eletrônica em grande escala e conclui que nem o governo venezuelano nem o sistema de automação de resultados eleitorais Smartmatic podiam alterar eleições fora da Venezuela ou dentro dos Estados Unidos.

O documento garante que, antes das eleições presidenciais venezuelanas de 2012, os serviços de inteligência de Chávez trabalharam com o Conselho Nacional Eleitoral (CNE) e a Smartmatic para “manipular resultados eleitorais usando máquinas de votação pré-programadas”.

A Smartmatic encerrou suas operações na Venezuela em 2018, após acusar publicamente o governo de Nicolás Maduro, então presidente, de “inflar a participação eleitoral em mais de 1 milhão de votos” durante as eleições legislativas de 2017, segundo a análise da CIA.

O relatório cita fontes – cujos nomes não revela – que apontam para um plano em setembro de 2020 para manipular as eleições daquele ano para o Parlamento venezuelano, no qual máquinas de votação virtuais substituiriam votos legítimos por outros manipulados, mantendo a aparência de que eram reais.

Além disso, o relatório aponta que a “avaliação base da CIA sobre as eleições de 2012 continua sendo de que uma fraude em grande escala não ocorreu” e que “o regime não teve que recorrer a uma grave fraude para vencer as eleições de dezembro de 2020 para o Parlamento”.

EFE

MORTE DE TRUMP VALE US$ 10 MILHÕES

Grupos armados no Iraque oferecem US$ 10 milhões pela morte de Trump

A Resistência Islâmica no Iraque (IRI), composta por uma rede de grupos muçulmanos armados de orientação xiita, prometeu uma recompensa de US$ 10 milhões (mais de R$ 50 milhões) a quem matar o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. A informação foi divulgada pela coalizão de milícias nesta quinta-feira (16/7).

Segundo o grupo paramilitar, o dinheiro foi arrecadado “através de doações de seus filhos leais e apoiadores patriotas”.

Fundado em meados de 2023, a Resistência Islâmica no Iraque (IRI) é composta por milícias armadas, de orientação xiita, que também integram as Forças de Mobilização Popular (PMF) — fundadas em 2014 e integradas oficialmente a tropas iraquianas sob controle do governo, na tentativa de combater o avanço do Estado Islâmico (ISIS) no início da década de 2010.

O grupo ganhou notoriedade após o início da guerra entre Israel e Hamas, na Faixa de Gaza. Na época, a IRI lançou ataques contra o território israelense em solidariedade aos palestinos.

A Resistência Islâmica do Iraque, assim como outras organizações paramilitares do país, é apoiada pelo Irã, e integra o chamado Eixo da Resistência, aliança informal de países e grupos armados que atuam contra EUA e Israel.

metropoles

13/07/2026

FBI ENTRA NO CASO DA MORTE DO SENADOR LINDSEY GRAHAM

Saiba por que o FBI entrou na investigação para apurar causa da morte do senador Lindsey Graham

O FBI está auxiliando as autoridades locais na investigação da morte do senador norte-americano Lindsey Graham. O parlamentar republicano de 71 anos faleceu repentinamente em sua residência na área de Capitol Hill, em Washington, D.C. O diretor do FBI, Kash Patel, confirmou nas redes sociais que a agência está auxiliando a polícia local com todos os recursos necessários. O gabinete do senador informou que ele morreu devido a uma "doença breve e repentina", e os serviços de emergência responderam a um chamado de parada cardíaca na noite de sábado, dia 11 de julho de 2026. Fontes policiais declararam à CNN e a outros veículos que, até o momento, não há indícios de crime ou causas não naturais. A assistência federal tem caráter preventivo e de rotina para figuras de alto escalão.

Graham, que representava o estado da Carolina do Sul e era um dos aliados mais próximos do presidente Donald Trump, faleceu poucas horas após retornar de uma viagem à Ucrânia. Há suspeita de que ele possa ter sido envenenado.