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04/02/2026

AS MARGENS DO RIO MOSSORÓ POLÍCIA ENCONTRA ESCONDIRIJO DE DROGAS AVALIADO EM R$ 300 MIL

Polícia encontra esconderijo de drogas avaliado em R$ 300 mil às margens de rio em Mossoró

Uma ação da Ronda Ostensiva com Apoio de Motocicletas (ROCAM) do 2º Batalhão da Polícia Militar resultou na apreensão de drogas, munições, coletes balísticos e equipamentos utilizados para o tráfico de entorpecentes no bairro Paredões, em Mossoró, na região Oeste do Rio Grande do Norte. O material foi localizado nesta segunda-feira 2, após denúncia de disparos de arma de fogo nas proximidades do rio.

De acordo com a Polícia Militar, a equipe da ROCAM realizava patrulhamento na área quando recebeu informações de populares sobre tiros registrados próximo ao rio. Diante da denúncia, a guarnição se deslocou até o local para averiguação, iniciando incursões na região indicada.

Durante o patrulhamento, os policiais identificaram rastros de pegadas que conduziam até um ponto às margens do rio. No local, o solo apresentava-se fofo e recentemente revirado, o que levantou suspeita da equipe. Após escavação, os policiais localizaram um depósito de material ilícito enterrado em baldes e tambores.

Foram apreendidos 137 tabletes de substância análoga à maconha, 2,3 quilos de substância análoga ao crack e 300 gramas de substância análoga à cocaína. Além das drogas, a polícia encontrou três coletes com placas balísticas, munições de calibre 12, munições de fuzil calibres 7,62 e 5.56, munições de revólver calibre .38, munições de pistola calibre .380, além de balanças de precisão.

Segundo a Polícia Militar, o material apreendido está avaliado em aproximadamente R$ 300 mil. Todo o material foi recolhido e encaminhado à Delegacia de Plantão, onde foram adotados os procedimentos legais cabíveis.
Confira o vídeo:

04/04/2025

'O RJ CONTINUA LINDO': DROGA AGORA É DELIVERY - NA PORTA DO QG DO EXÉRCITO

g1 flagra crack à beira da praia, em área turística, ao lado do QG do Exército; para ‘fidelizar’, tráfico vai até usuários vender drogas

Traficantes estão ofertando crack e outras drogas para além do entorno das bocas de fumo, segundo levantamento feito pelas secretarias municipais de Ordem Pública e de Assistência Social entregue ao Governo do RJ.

O g1 rodou pelo Rio e flagrou "microcracolândias" na frente da praia, em acessos a pontos turísticos e boêmios e ao lado do poder público.

O trabalho da prefeitura identificou 15 pontos fora de comunidades no Centro e nas zonas Norte e Sul do Rio de Janeiro onde isso tem acontecido — os locais não foram detalhados para não atrapalhar as investigações.

'Ouso dizer que a presença do traficante fideliza o usuário naquele espaço”, disse a secretária de Assistência Social, Martha Rocha. “Passamos para o governo fotografias, indicativos dos locais, descrições das pessoas [que vendem], horários das vendas.'

“O🗺️Alguns desses lugares:
  • Praça do Ó, na orla da Barra da Tijuca;
  • Avenida Mem de Sá, a poucos metros dos Arcos da Lapa e da Escadaria Selarón;
  • Praça Cristiano Ottoni, colado ao Comando Militar do Leste, o QG do Exército.
Clique no link abaixo e veja a matéria completa:

12/03/2025

PQP: AO INVÉS DE CRIAR ALGO EM BENEFÍCIO DA SOCIEDADE VAI PROTEGER 'NOIADO'

SP: Suplicy propõe espaços para uso supervisionado de drogas

O deputado estadual Eduardo Suplicy (PT-SP) protocolou na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) um projeto de lei (PL) que pede a criação de espaços seguros para o uso de drogas no estado. O texto foi apresentado na última segunda-feira (10).

O projeto determina que os locais deverão atender usuários, oferecendo supervisão por profissionais durante o consumo de drogas. As drogas não seriam fornecidas no local.

A proposta de Suplicy quer ainda que os espaços ofereçam serviços básicos como alimentação, banho, lavanderia, atendimento jurídico, além de atividades culturais e cursos profissionalizantes, com a presença de equipes multidisciplinares para acompanhar os usuários desde triagem até orientação sobre práticas seguras e encaminhamento para tratamento adicional, quando necessário.

O PL estabelece o monitoramento dos dados gerados nesses locais, com a obrigatoriedade de estudos anuais para avaliar o impacto dos serviços.

O petista argumenta que os atuais métodos de combate não têm sido eficazes. As informações são da coluna de Mônica Bergamo, da Folha de S.Paulo

O estudo orçamentário incluído no projeto estima um custo anual de R$ 1,27 milhão para cada unidade, com uma equipe de 15 profissionais, incluindo coordenadores, supervisores clínicos, advogados e redutores de danos.

08/02/2025

PORTE DE MACONHA: GILMAR REJEITA RECURSOS

Gilmar rejeita recursos da Defensoria e do MP-SP

O Supremo Tribunal Federal (STF) inicia, nesta sexta-feira (7), a análise dos recursos no julgamento, de 2024, que diferenciou usuário de maconha do traficante da droga. O limite para ser apenas portador é 40 gramas da erva ou seis plantas fêmeas. Relator do caso, Gilmar Mendes negou as revisões propostas pela Defensoria Pública e Ministério Público de São Paulo. O Ministério Público questionava se o limite, que diferencia o porte pessoal do tráfico, serve apenas para a maconha ou se contempla produtos com THC, a substância psicoativa das plantas cannabis. Gilmar ressaltou que "nenhuma manifestação estendeu tal entendimento para os entorpecentes citados pelo embargante (haxixe e skunk)". Além disso, o MP pediu esclarecimento para confirmar se a decisão do Supremo é para casos a partir do julgamento ou se é retroativa à Lei de Drogas, de 2006. O relator disse que a determinação é para o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) realizar "mutirões carcerários, a indicar que a decisão impacta caso pretéritos". Já Defensoria Pública desejava saber a quem caberia aplicar as consequências não penais para quem for usuário. Ficou previsto, pela Corte, ações, como curso educativo, a respeito das consequências do uso de drogas e possíveis advertências. Gilmar falou que, até o CNJ se manifestar, a competência fica a cargo dos Juizados Especiais Criminais. A análise dos recursos ocorre no plenário virtual e tem até a próxima sexta-feira (14) para ser finalizada, caso nenhum ministro peça vista ou destaque, o que levaria a discussão para o plenário físico do STF.

msn