01/05/2026

AINDA FALTA: DINHEIRO NOS COFRES DO GOVERNO É COMO QUEM BOTA MILHO PARA BURRO - AOS MONTES

Arrecadação federal bate recorde com R$ 229,2 bilhões em março

A arrecadação de impostos e contribuições do governo federal atingiu R$ 229,2 bilhões em março de 2026, um recorde para o mês, com crescimento real de 4,99% em relação a março de 2025. No acumulado do primeiro trimestre, também houve recorde, somando R$ 777,12 bilhões, o que representa uma alta real de 4,6% na comparação com o mesmo período do ano anterior.

Em março, a arrecadação com o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) chegou a R$ 8,3 bilhões, com aumento real de 50,06% no mês e de 44,45% no acumulado do ano.

Segundo o Fisco, o crescimento da arrecadação foi impulsionado principalmente pelo aumento da contribuição para a Previdência Social, ligada aos salários, pelo bom desempenho do Programa de Integração Social (PIS) e da Contribuição sobre Financiamento da Seguridade Social (Cofins), que incidem sobre consumo e serviços, pela alta na arrecadação do Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF) sobre rendimentos de capital e pelo forte crescimento do IOF.

O avanço do IOF, em especial, está ligado a mudanças nas regras do imposto adotadas em 2025, que elevaram a tributação sobre operações de crédito e câmbio.

Além disso, o aumento do emprego formal e da massa salarial ajudou a elevar a base de arrecadação, já que mais trabalhadores passaram a contribuir.

O resultado também reflete dois fatores principais: crescimento da atividade econômica, que aumenta consumo e renda; e mudanças tributárias adotadas nos últimos anos.

Entre essas medidas, estão ajustes na tributação de investimentos, reoneração de setores e aumento de impostos sobre operações financeiras e importações.

A arrecadação é uma das principais fontes de receita do governo e tem papel central no cumprimento da meta fiscal. Para 2026, a meta oficial é gerar um superávit equivalente a 0,25% do Produto Interno Bruto (PIB).

Na prática, o aumento da arrecadação ajuda o governo a reduzir o déficit das contas públicas, embora projeções ainda indiquem possibilidade de resultado negativo ao final do ano.

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