Ministra Cármen Lúcia nega pedido para tirar extremista Sara Giromini da prisão
Apontada como chefe de um grupo de extrema-direita que apoia o presidente Jair Bolsonaro, ela está presa desde segunda-feira (15) por ordem do ministro Alexandre de Moraes, do STF.
O ministro determinou a prisão como parte das investigações do inquérito – aberto a pedido da Procuradoria Geral da República – que apura a organização e o financiamento de atos antidemocráticos.
A prisão é temporária – tem prazo de cinco dias e pode ser renovada pelo mesmo período.
A Polícia Federal ainda tenta prender outros dois integrantes do grupo que estão foragidos.
Sara Giromini também é investigada em outro inquérito, que apura a produção e disseminação de fake news e ataques ao Supremo.
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