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13/05/2026

DOSIMETRIA: MORAES MANDA RECADO A MOTTA

Moraes manda recado a Motta sobre Dosimetria

Informações que foram divulgadas pelo CNN Brasil dão conta de que o ministro Alexandre de Moraes fez chegar ao presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), uma mensagem na intenção de minimizar desgastes sobre a suspensão da Lei da Dosimetria. Disse que a decisão buscou apenas garantir segurança jurídica à aplicação da nova lei.

Eis que diz a CNN:

O movimento teria sido endossado por outros ministros da Suprema Corte. O argumento é de que a decisão foi tomada por “cautela”, na intenção de evitar futura revisão após eventual soltura de presos.

Tanto Hugo Motta quanto o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), demonstram irritação com a decisão de Moraes. A cúpula do Congresso reclama nos bastidores que o texto havia sido construído após consultas a integrantes do Supremo e com a sinalização de que não haveria uma negativa à aplicação da lei depois.

Parlamentares que ajudaram a elaborar o projeto afirmam que a calibragem com STF ocorreu justamente para evitar ruídos. O entendimento era de que o STF até poderia discutir pontos específicos da norma, mas não haveria uma suspensão sumária logo após a lei ser promulgada.

O relator do projeto, deputado Paulinho da Força (Solidariedade-SP) também conversou com ministros do Supremo e disse à CNN que pretende se reunir pessoalmente com Moraes.

Dosimetria suspensa

No último fim de semana, Moraes suspendeu a análise de 24 pedidos de aplicação da chamada Lei da Dosimetria, incluindo o de Débora Rodrigues dos Santos, conhecida como Débora do Batom.

A legislação foi aprovada pelo Congresso após a derrubada do veto presidencial, no mês passado, e altera regras de cálculo das penas relacionadas aos crimes contra o Estado Democrático de Direito.

09/05/2026

LEI DA DOSIMETRIA NO STF TERÁ MORAES COMO RELATOR - SÓ NO BRASIL A VÍTIMA INVESTIGA, DENUNCIA E CONDENA!

Moraes é sorteado relator de ações que questionam Lei da Dosimetria no STF

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), foi sorteado relator das ações que questionam a chamada lei da dosimetria, aprovada pelo Congresso na semana passada após a derrubada do veto integral do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e promulgada nesta sexta-feira elo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP). O texto, que reduz penas e flexibiliza regras de progressão de regime, pode beneficiar o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Os processos foram distribuídos ao gabinete do ministro por livre distribuição, conforme o sistema da Corte. De acordo com o andamento processual, a primeira ação foi distribuída por sorteio comum, o que levou o caso ao gabinete de Moraes. Em seguida, uma segunda ação sobre o mesmo tema — protocolada logo depois — foi direcionada ao ministro por prevenção, mecanismo que mantém processos com objeto semelhante sob a relatoria do mesmo magistrado.

As ações foram apresentadas após a promulgação da Lei nº 15.402/2026, que alterou regras do Código Penal e da Lei de Execução Penal, com impacto direto sobre a fixação e o cumprimento de penas, especialmente em casos relacionados a crimes contra o Estado Democrático de Direito, como os cometidos no 8 de janeiro.

Uma das ações foi apresentada pela Federação PSOL-Rede e partidos que a integram, que pedem a declaração de inconstitucionalidade da norma. Na petição, as siglas argumentam que a lei promove mudanças relevantes em critérios como progressão de regime, remição de pena e tratamento de crimes praticados em contexto de multidão.

Outra ação foi protocolada pela Associação Brasileira de Imprensa (ABI), que também questiona dispositivos da lei sob o argumento de que o texto conferiu tratamento mais brando a crimes contra a ordem democrática.

A nova lei altera regras de cálculo de penas e flexibiliza critérios para progressão de regime. Entre os principais pontos, o texto impede a soma de condenações por crimes de mesma natureza — como golpe de Estado e abolição violenta do Estado Democrático de Direito — e amplia a possibilidade de progressão ao semiaberto após o cumprimento de cerca de 16,6% da pena.

A proposta tem impacto direto sobre condenados pelos atos de 8 de janeiro de 2023 e pode beneficiar Bolsonaro, atualmente em prisão domiciliar após agravamento de seu quadro de saúde.

Além da derrubada do veto integral, os senadores também decidiram retirar um trecho do projeto que se sobrepunha ao chamado PL Antifacção, aprovado posteriormente pelo Congresso e que poderia gerar efeitos sobre condenados por outros crimes, como homicídio e estupro. Segundo Alcolumbre, caberia à Presidência do Congresso “compatibilizar a intenção do legislador” entre as duas propostas.

Além dos dois pedidos já apresentados, o PT, partido do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, anunciou que também deve entrar com uma ação no STF para questionar a lei da dosimetria.

O Globo

07/05/2026

'VIVI ERA PONTE PARA MORAES' - DIZ VORCARO COM CONTRATO DE R$ 129 MILHÕES. E AGORA XANDÃO?

Contrato de R$ 129 mil com Vivi era ponte para Moraes

O banqueiro Daniel Vorcaro admitiu, em delação premiada, que assinou um contrato milionário com o escritório de Viviane Barci de Moraes para se aproximar de seu marido, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

O contrato com Viviane previa o valor total de R$ 129 milhões por três anos de trabalho. O acordo foi interrompido em novembro de 2024, após 22 parcelas, devido à liquidação do banco. Viviane recebeu cerca de R$ 80 milhões.

Apesar da confissão sobre o interesse em uma aproximação com o magistrado, Vorcaro nega que tenha havido troca de favores. O banqueiro também disse que esse não foi o maior contrato assinado em nome do Banco Master.

Durante o período, o escritório afirma que realizou 94 reuniões, 36 pareceres e opiniões legais, totalizando 267 horas de trabalho. O valor mensal recebido era de R$ 3,6 milhões.

04/05/2026

DOSIMETRIA: MORAES NEGA REDUÇÃO DE PENA PARA DÉBORA DO BATOM

Moraes nega redução de pena de Débora do Batom antes da Dosimetria vigorar

O ministro Alexandre de Moraes do Supremo Tribunal Federal (STF) negou, nesta segunda-feira (4), o pedido da defesa da cabeleireira Débora Rodrigues dos Santos, conhecida como “Débora do Batom”, da redução de sua pena de 14 anos de prisão com base no projeto de lei da Dosimetria aprovado pelo Congresso.

O CONGRESSO NACIONAL, em sessão realizada em 30/4/2026, derrubou o veto da Presidência da República (VET 3/2026), ressalvados dispositivos prejudicados, ao chamado PL da Dosimetria (PL 2.162/2023), não tendo ocorrido, até o momento, nem a promulgação, tampouco a publicação do diploma normativo, que, portanto, não está em vigor. Diante do exposto, nos termos do art. 21, IX, do Regimento Interno do SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL, JULGO PREJUDICADO o requerimento da Defesa.

O pedido foi protocolado na sexta-feira (1º) e argumentava que a nova regra, por ser mais benéfica, deve retroagir para alcançar condenações já impostas. Débora ficou conhecida por pichar a estátua da Justiça durante os ataques de 8 de janeiro de 2023.

O projeto citado pela defesa abre caminho para a redução de penas em crimes contra o Estado democrático de Direito. A proposta havia sido vetada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, mas o veto foi derrubado pelo Congresso na quinta-feira (30).

Perdeu, mané

Débora foi condenada por abolição violenta do Estado democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado, deterioração de patrimônio tombado e associação criminosa armada.

Segundo as investigações, ela escreveu com batom a frase “Perdeu, mané” na estátua localizada em frente ao STF, durante os atos antidemocráticos. Desde março de 2025, cumpre prisão domiciliar.

No pedido, os advogados afirmam que a aplicação da lei penal mais favorável é um princípio previsto na Constituição. Argumentam que, com a nova legislação, a pena deve ser reavaliada.

A norma, porém, ainda não entrou em vigor, pois depende de promulgação pelo presidente. Após isso, partidos políticos ou a Procuradoria-Geral da República poderão questionar sua constitucionalidade no STF.

Caso passe a valer, a revisão de penas não será automática. Condenados pelos atos de 8 de janeiro terão de solicitar individualmente a readequação, o que pode incluir outros investigados e réus.

O que é o PL da Dosimetria?

O PL da Dosimetria determina que os crimes de tentativa de acabar com o Estado Democrático de Direito e de golpe de Estado, quando praticados no mesmo contexto, implicarão no uso da pena mais grave em vez da soma de ambas as penas.

O foco do projeto é uma mudança no cálculo das penas, “calibrando a pena mínima e a pena máxima de cada tipo penal, bem como a forma geral de cálculo das penas”.

Tais mudanças podem beneficiar condenados pelo 8 de janeiro, como o ex-presidente Jair Bolsonaro, além dos militares Almir Garnier, ex-comandante da Marinha; Paulo Sérgio Nogueira, ex-ministro da Defesa; Walter Braga Netto, ex-ministro da Casa Civil; e Augusto Heleno, ex-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI).

Band

29/04/2026

MORAES DEVE EXPLICAÇÕES A PF - ELE PAGA?

Moraes terá que se explicar à Polícia Federal...

A Polícia Federal vai investigar a qual apartamento Martha Graeff, ex-namorada do banqueiro Daniel Vorcaro, se referiu ao conversar com o dono do Banco Master. Na ocasião, Vorcaro havia dito que estava com o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

Segundo a Band, em mensagens por aplicativo, Martha perguntou ao banqueiro se Moraes “gostou do apartamento”.

"A reportagem apurou que os investigadores questionam por que o ministro teria que gostar do imóvel e o motivo de a ex-namorada de Vorcaro perguntar sobre isso com tamanha naturalidade.

A avaliação da PF é que não é comum que um convidado precise aprovar o local onde determinada pessoa mora; por isso, a fala de Martha foi recebida com estranheza desde o início.

Além disso, informações de que Paulo Henrique Costa, ex-presidente do Banco de Brasília (BRB), recebeu imóveis em troca de facilitar fraudes acenderam um alerta na PF.

Os investigadores, que antes buscavam pistas em paraísos fiscais, dinheiro em espécie e transferências bancárias, agora mudam o cenário de análise. Os agentes estão em alerta para apurar se Alexandre de Moraes também teria sido favorecido por Vorcaro com imóveis de luxo."

Veja:

20/04/2026

A BANDIDAGEM TUDO, AOS CIDADÃOS DE BEM, NADA!

Decisão de Moraes vira arma de defesa de milicianos e contrabandistas e já ameaça anular investigações em vários estados

Uma decisão liminar do ministro Alexandre de Moraes, do STF, sobre o uso de Relatórios de Inteligência Financeira (RIFs) do Coaf, passou a ser usada por advogados em diferentes estados para tentar anular investigações e até reverter prisões, inclusive em casos ligados a milícias, lavagem de dinheiro e crimes financeiros.

A decisão foi tomada no dia 27 de março e estabelece que os relatórios do Coaf só podem ser utilizados após a abertura formal de inquérito policial. O ministro também proibiu que os documentos sejam usados como ponto de partida das investigações, sob o argumento de evitar a chamada “pesca probatória”.

Segundo especialistas e informações da coluna de Andreza Matais, do Metrópoles, a interpretação da decisão passou a ser utilizada por defesas como base para contestar operações em andamento e questionar a legalidade de provas já coletadas.

Em alguns casos, advogados pedem não apenas a exclusão de relatórios financeiros, mas também a nulidade completa de investigações e a libertação de investigados. A estratégia já aparece em processos envolvendo milícias, contrabando, lavagem de dinheiro e jogos ilegais.

De acordo com as informações, a decisão já foi citada em processos no Ceará, Bahia e Paraná, envolvendo desde operações contra influenciadores ligados a apostas ilegais até investigações sobre milícias e esquemas de contrabando com uso de empresas de fachada.

15/04/2026

TIRANIA: INQUÉRITO CONTRA FLÁVIO BOLSONARO É INSTAURADO POR MORAES

Moraes age, dá o tom da campanha eleitoral e instaura inquérito contra Flávio

O ministro Alexandre de Moraes autorizou a abertura de inquérito policial para investigar o senador Flávio Bolsonaro (PL) por possível crime de injúria contra Lula. A decisão foi tomada com base em publicação feita pelo parlamentar na rede social X.

A medida atende pedido da Polícia Federal, solicitado pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública. Moraes estabeleceu prazo de 60 dias para que a corporação realize as diligências iniciais após receber os autos.

A investigação teve início após postagem feita por Flávio Bolsonaro em 3 de janeiro de 2026 na plataforma X. O senador compartilhou imagens do presidente brasileiro ao lado de Nicolás Maduro, então presidente da Venezuela.

No texto da publicação, o parlamentar escreveu:
"Lula será delatado. É o fim do Foro de São Paulo: tráfico internacional de drogas e armas, lavagem de dinheiro, suporte a terroristas e ditaduras, eleições fraudadas". A mensagem permanece disponível na plataforma.

O post foi feito ao compartilhar reportagem do Metrópoles, da coluna de Igor Gadelha. A matéria informava que o governo federal havia convocado reunião emergencial após a captura de Maduro pelos Estados Unidos em território venezuelano.

A Polícia Federal destacou o alcance da declaração do senador.
"Trata-se, portanto, de publicação realizada em ambiente virtual público, acessível a milhares de pessoas, por meio da qual se imputam fatos criminosos ao presidente da República", afirmou a corporação no documento.

A Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifestou a favor da abertura do inquérito.
"A providência pleiteada está amparada em publicação realizada em ambiente virtual público, acessível a milhares de usuários, em que se atribuem falsamente, de maneira pública e vexatória, fatos delituosos ao presidente", declarou o Ministério Público Federal.

Moraes determinou a retirada do sigilo processual. A decisão considerou a ausência de elementos que justifiquem restrição à publicidade dos autos. O processo tramitará no STF devido ao foro por prerrogativa de função do senador.

Vale lembrar que em 2022, todas as postagens relacionando Lula a Maduro foram derrubadas, sob a alegação de constituírem “fake-news”. Uma vez empossado, Lula recebeu Maduro no Brasil, com honras jamais concedidas a um Chefe de Estado. Diante desses fatos, é realmente preocupante e assustador que o pré-candidato da oposição, melhor posicionado nas pesquisas, seja submetido a um inquérito por suposto crime, em virtude de uma postagem inerente ao debate político e pré-eleitoral.

ABSURDO: ATÉ OS ADVOGADOS DAS SUAS VÍTIMAS MORAES É QUEM ESCOLHE

Advogados reagem após Moraes afastá-los do caso Tagliaferro

Advogados que atuavam na defesa de Eduardo de Oliveira Tagliaferro divulgaram nesta terça-feira (14) uma nota pública criticando a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, que determinou a substituição da defesa do perito e nomeou a Defensoria Pública da União (DPU) para atuar no caso.

No comunicado, os advogados Paulo César Rodrigues de Faria e Filipe Rocha de Oliveira afirmam que a medida foi ilegal e dizem ter sido afastados mesmo após atuarem regularmente no processo.

– Repúdio total, veemente e irrestrito aos gravíssimos acontecimentos verificados na ação penal e na defesa técnica de Eduardo Tagliaferro – afirmaram os advogados.

Eles também negaram ter abandonado o caso e disseram que continuaram apresentando recursos e medidas judiciais ao longo da tramitação do processo.

– Não houve renúncia dos advogados, destituição pelo cliente, ou abandono de causa. Houve, sim, resistência técnica às ilegalidades processuais – declararam.

Na nota, os defensores afirmam que a decisão teria retirado a defesa privada e colocado a DPU no processo para substituir a atuação dos advogados constituídos.

– É absolutamente falsa a alegação de abandono de causa para sustentar a destituição da defesa constituída – escreveram.

Os advogados ainda criticaram a postura da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), afirmando que a entidade não teria reagido às representações feitas sobre o caso.

A manifestação ocorre após Moraes determinar, na segunda-feira (13), a retirada dos advogados do processo e designar a DPU para representar Tagliaferro. O perito, que atuou no núcleo de combate à desinformação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), está atualmente na Itália.

Segundo decisão do ministro, a mudança ocorreu após a defesa se recusar a participar de uma audiência de instrução. Moraes também marcou nova audiência para o dia 28 de abril.

A ação envolve investigações relacionadas à prisão de Tagliaferro em Caieiras (SP), após suspeita de ameaça com arma de fogo contra a esposa. Durante as apurações, policiais apreenderam um aparelho que levantou suspeitas de conter dados institucionais, o que levou a investigação a incluir possível violação de sigilo funcional.

13/04/2026

IMORALIDADE: MESMO ENVOLVIDO NO CASO MASTER MINISTRO CONTINUA ATERRORIZ@NDO

PMDF cumpre ordem de Moraes e expulsa condenados pelo 8/1

A Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) tomou medidas para cumprir determinação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), ao afastar cinco oficiais envolvidos nos fatos de 8 de janeiro de 2023. A decisão do comandante-geral, coronel Rômulo Flávio Mendonça Palhares, foi assinada na quinta-feira 9, e veio a público nesta segunda-feira, 13, por meio do Diário Oficial do Distrito Federal.

Os ex-membros da corporação foram responsabilizados por suposta omissão durante os ataques ocorridos na Praça dos Três Poderes. Eles foram condenados pelos crimes de tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, tentativa de golpe de Estado, dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado, o que totalizou penas de 16 anos de prisão. Além disso, o grupo deverá pagar, solidariamente, indenização de R$ 30 milhões aos cofres públicos.
Detalhes da decisão e consequências para os oficiais

No despacho, Moraes determinou a perda do cargo público de Fábio Augusto Vieira (ex-comandante-geral), Klepter Rosa Gonçalves (ex-subcomandante-geral), e dos coronéis Jorge Eduardo Naime Barreto, Paulo José Ferreira de Sousa Bezerra e Marcelo Casimiro Vasconcelos Rodrigues. Todos já estavam na reserva, o que levou a Polícia Militar a buscar esclarecimentos com o ministro.

Segundo Moraes, conforme registrado na decisão publicada na quarta-feira 8, “a perda da graduação da praça pode ser declarada como efeito secundário da sentença condenatória pela prática de crime militar ou comum”.
Absolvição e justificativas do Supremo

Ainda no mesmo processo, a 1ª Turma do Supremo absolveu o major Flávio Silvestre de Alencar e o tenente Rafael Pereira Martins, com alegação de insuficiência de provas. Sobre os condenados, os ministros entenderam que houve omissão funcional significativa, o que teria facilitado as tentativas de abolir o Estado Democrático de Direito e de promover um golpe de Estado para destituir o governo legalmente estabelecido.

revistaoeste

11/04/2026

LULA JOGOU MORAES AOS LEÕES(!?) - 3 RAZÕES PARA ISTO

3 razões para Lula ter jogado Moraes aos leões

Thaís Oyama em O Globo explica o que aconteceu com precisão cirúrgica. Lula chamou Moraes de "companheiro Alexandre" — e na sequência o jogou aos leões. Dois dias após a CPI revelar patrimônio triplicado do ministro e 17 imóveis avaliados em R$ 31,5 milhões — Lula afirmou que quem quer “ficar milionário não pode ser ministro da Suprema Corte”.

Aquele a quem chamou de “salvador da democracia” por mais de uma ocasião virou passivo eleitoral explosivo.

1. Primeira razão — contenção impossível:

49% dos brasileiros não confiam no STF. 66% querem senadores pró-impeachment. O dado mais letal para Lula: 59% veem a Corte como aliada do governo. Com o escândalo Master incontível — defender Moraes é se colocar contra a maioria.

2. Segunda razão — Caiado obrigou todos a se mover:

Flávio Bolsonaro mantinha distância calculada — pai preso à mercê do STF, cinco pré-candidatos do PL com ações na Corte, risco de o TSE impedir sua própria candidatura. Lula também preferia silêncio. Caiado acabou com o conforto dos dois — exigindo que o STF "corte na própria carne" antes de qualquer impeachment. Arrastou o tema para a arena presidencial. Obrigou Flávio a segui-lo. Obrigou Lula a se mover. Com Lula empatado com Flávio nas pesquisas — qualquer cheiro de corrupção judicial contamina diretamente o incumbente.

3. Terceira razão — e é a mais reveladora: Um informante altamente qualificado sobre as investigações do Master avisou Lula que "mais coisa pesada vem por aí — e não há salvação para a biografia do companheiro Alexandre."

Lula não abandonou Moraes por princípio. Abandonou porque soube que o pior ainda está por vir — e não quer estar no mesmo barco quando afundar. A delação de Vorcaro chega na semana que vem. Em 2026 — o eleitor pune quem protege castas intocáveis enquanto taxa o povo até o osso. Lição dura para um lulismo que apostou tudo em narrativas de salvação democrática e agora está em frangalhos.

JANTAR DE LUXO QUE VORCARO OFERECEU A MORAES EM LONDRES - VEJA QUEM COMPARECEU

Veja quem estava no jantar de luxo que Vorcaro deu em Londres

Ministros de tribunais superiores e autoridades da República participaram, em 25 de abril de 2024, de um jantar em Londres durante uma homenagem ao ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes. Entre os presentes estavam integrantes do Judiciário, do Executivo e do Legislativo.

As informações foram divulgadas pela imprensa com base em documentos enviados à CPMI do INSS, que apura o caso envolvendo o banco Master. Os registros mencionam a presença de autoridades no encontro realizado na capital britânica.

Entre os convidados estavam os ministros do STF Alexandre de Moraes e Dias Toffoli, o então ministro da Justiça do governo Luiz Inácio Lula da Silva, Ricardo Lewandowski, o diretor-geral da Polícia Federal do Brasil, Andrei Rodrigues, e o procurador-geral da República, Paulo Gonet.

Também participaram o deputado Hugo Motta (Republicanos-PB) e o ministro do Superior Tribunal de Justiça, Benedito Gonçalves.

Segundo as informações divulgadas, nenhuma das autoridades citadas é investigada. Não há registro de irregularidades ou de crimes relacionados à participação delas no evento.

O jantar ocorreu no clube privado Annabel’s e teria custado cerca de 400 mil libras (aproximadamente R$ 2,7 milhões). Durante a noite, os convidados participaram de uma degustação do whisky Macallan.

Após o jantar, foi organizado um after party para um grupo restrito de convidados. Conforme relatos citados em reportagens, alguns participantes receberam broches que davam acessos a encontros íntimos.

ARTIGO: MORAES PRECISA SAIR OU SER AFASATADO DO STF, IMEDIATAMENTE

Moraes precisa sair ou ser afastado do STF, imediatamente

Quando um homem investido de poder deixa de reunir as condições morais indispensáveis ao exercício de seu cargo, não é apenas sua posição que se enfraquece — é a confiança do povo nas instituições que começa a ruir.

Hoje, brasileiros observam incrédulos a postura de Alexandre de Moraes. O que mais inquieta não é apenas o escândalo em si, mas a aparente indiferença diante dele — a tentativa de agir como se nada estivesse acontecendo, como se questionamentos legítimos pudessem ser ignorados sem custo para o STF e para a República.

Em uma democracia, autoridade não se sustenta apenas pelo poder formal, mas pela confiança moral que inspira. Quando essa confiança é abalada, insistir na normalidade não restaura a estabilidade — aprofunda a desconfiança e leva o país à ruína moral.

O Brasil é maior do que qualquer indivíduo.

E a força de uma nação livre reside justamente na coragem de exigir que seus líderes estejam à altura da responsabilidade que lhes foi confiada.

10/04/2026

SANTINHOS: DURANTE HOMENAGEM A MORAES VORCARO DISTRIBUIU BROCHES DE R$ 2,7 MILHÕES

PF cita broches em evento de R$ 2,7 milhões de Vorcaro em Londres durante homenagem a Moraes

Um relatório da Polícia Federal cita a realização de um evento em Londres, em abril de 2024, envolvendo o banqueiro Daniel Vorcaro e autoridades brasileiras durante uma homenagem ao ministro do STF Alexandre de Moraes. O encontro teria reunido integrantes dos Três Poderes.

Segundo o documento, o evento incluiu um jantar realizado em um clube privado na capital britânica, com custo estimado de 400 mil libras, cerca de R$ 2,7 milhões. Ainda de acordo com o relatório, o encontro ocorreu paralelamente ao Fórum Jurídico Brasil de Ideias.

O relatório menciona que, após o jantar, convidados teriam participado de uma programação adicional organizada pelo banqueiro, incluindo hospedagem e deslocamentos custeados no contexto do evento. O documento também cita que o grupo ficou hospedado em hotel de alto padrão em Londres.

Ainda conforme a Polícia Federal, o evento foi acompanhado por diferentes autoridades brasileiras, e integra o conjunto de informações reunidas no relatório de investigação. O documento não aponta que o ministro Alexandre de Moraes tenha participado de atividades posteriores ao jantar, nem registra sua presença no chamado after mencionado.

O relatório também cita o ministro Dias Toffoli no contexto da investigação, no conjunto de apurações que motivaram análise de sua atuação no caso.