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07/04/2026

APÓS SOBREVOO HISTÓRICO DA LUA ASTRONAUTAS DA ARTEMIS II INICIAM RETORNO A TERRA

Astronautas da Artemis II iniciam retorno à Terra após sobrevoo histórico da Lua

Depois de completarem uma das etapas mais marcantes da missão, os quatro astronautas da NASA que integram a Artemis II começaram a viagem de volta à Terra. A tripulação — formada por Christina Koch, Victor Glover, Reid Wiseman e Jeremy Hansen — passou pelo sobrevoo lunar e agora enfrenta um trajeto de aproximadamente quatro dias até o retorno.

Durante a passagem pelo lado oculto da Lua, os astronautas ficaram cerca de 40 minutos sem comunicação com a Terra, período em que observaram fenômenos como o nascer e o pôr do sol a partir da órbita lunar. Ao restabelecer contato, Koch destacou o simbolismo da experiência, ressaltando a conexão da tripulação com o planeta.

A missão também entrou para a história ao ultrapassar o recorde de distância alcançado por humanos no espaço, superando a marca da Apollo 13. A cápsula Orion chegou a mais de 406 mil quilômetros da Terra, consolidando um dos feitos mais expressivos da exploração espacial recente.

Além do caráter técnico, o voo carrega simbolismos importantes. Glover se tornou o primeiro homem negro a orbitar a Lua, enquanto Koch é a primeira mulher a participar de uma missão desse tipo. Já Hansen marca presença como o primeiro não americano a integrar uma viagem lunar.

Agora, a espaçonave segue em trajetória de retorno livre, após contornar a Lua e iniciar o caminho de volta. A expectativa é de que a cápsula reentre na atmosfera terrestre nos próximos dias, encerrando uma missão que reforça os planos da NASA de levar humanos novamente à superfície lunar nas próximas etapas do programa Artemis.

29/01/2026

QUE HORAS SAI O PRIMEIRO FOGUETE?

Nasa descobre planeta similar à Terra com chance de ser habitável

Astrônomos identificaram um possível planeta do tamanho da Terra a cerca de 150 anos-luz de distância, na Via Láctea, que pode estar situado na chamada zona habitável de sua estrela. Batizado de HD 137010 b, ele ainda é considerado um candidato a exoplaneta e precisa de novas observações para ter sua existência confirmada.

O HD 137010 b tem cerca de 6% a mais de diâmetro que a Terra e orbita uma estrela parecida com o Sol, porém mais fria e menos luminosa. Sua órbita é comparável à distância entre Marte e o Sol, o que levou os cientistas a descrevê-lo como um “meio-termo entre a Terra e Marte”. O período orbital estimado é próximo ao da Terra, em torno de um ano.

Essa posição o coloca na borda externa da zona habitável, ou seja, uma região onde, em teoria, poderia existir água líquida na superfície, dependendo das condições atmosféricas. Os pesquisadores estimam cerca de 40% de chance de o planeta estar dentro da zona habitável mais conservadora e cerca de 51% considerando uma definição mais ampla. Ainda assim, há também aproximadamente 50% de probabilidade de ele estar completamente fora dessa região.

Apesar do interesse científico, o cenário é pouco animador em termos de temperatura. O planeta recebe menos de um terço da energia que a Terra recebe do Sol, e a temperatura máxima estimada em sua superfície pode chegar a cerca de -68 °C, valor semelhante, ou até inferior, à média de Marte, que é de aproximadamente -65 °C.

A detecção se baseia em apenas um trânsito, quando o planeta passou diante da estrela e causou uma pequena queda em seu brilho, em um evento que durou cerca de dez horas. Com isso, os cientistas conseguiram estimar seu tamanho e órbita, mas reforçam que novas observações são essenciais para confirmar se o HD 137010 b realmente existe.

Caso seja validado, ele poderá se tornar o primeiro planeta semelhante à Terra observado transitando uma estrela do tipo solar próxima e suficientemente brilhante para permitir estudos mais detalhados sobre sua composição e condições físicas.

A descoberta surgiu a partir de uma reanálise de dados do telescópio espacial Kepler, da Nasa, durante a missão K2, e foi publicada na revista The Astrophysical Journal Letters. O estudo é liderado pelo astrônomo Alexander (Alex) Venner, do Instituto Max Planck de Astronomia, com participação de pesquisadores de instituições como as universidades do Sul de Queensland, Harvard e Oxford.

21/02/2025

ASTEROIDE AMEAÇA A TERRA - NASA QUER DESTRUÍ-LO - SAIBA COMO

NASA quer destruir o asteroide que ameaça a Terra

A NASA está em alerta máximo com o asteroide 2024 YR4, que circula no Sistema Solar. Na terça-feira (18), a agência anunciou que a probabilidade da rocha de 90 metros de largura atingir o planeta em 2032 é de 3,1%.

Com isso, os cientistas discutem como seria possível destruir o asteroide que pode colidir na Terra a 61.200 quilômetros por hora. "Ninguém está em pânico, mas é definitivamente sobre isso que estamos falando nos corredores da NASA", disse um gerente de projeto da agência ao New York Post.

"Sabemos que temos tempo suficiente para agir, mas agora é a hora de começar a planejar. Você não pode fazer isso pela metade no último minuto", afirmou o funcionário ao jornal.

Explodir asteroide é mais fácil que alcançá-lo

Uma das alternativas para destruir o 2024 YR4 seria enviar um foguete armado com explosivos enquanto ele avança em nossa direção. Para a NASA, o problema não é explodir o objeto, mas chegar até ele.

“Não seriam necessários tantos explosivos para neutralizar o 2024 YR4. A proeza seria chegar até ele e depositar os explosivos em sua superfície, precisamente na hora certa, no ângulo certo. Essa é a parte difícil", disse o gerente de projeto da NASA ao NY Post.

Segundo o cientista, o conhecimento sobre a densidade e a composição química do asteroide são fundamentais para determinar como destruí-lo. Os cientistas ainda não têm essas informações.

Sobre o tipo de bomba que seria usada, o funcionário da agência pondera que ainda é muito cedo para falar disso. Uma ogiva nuclear ou algum outro explosivo ainda não foram cogitados. Especialistas ainda estão na fase de esperar para observar o asteroide.

Asteroide se afasta, mas volta

Atualmente o 2024 YR4 está se afastando da Terra em uma rota elíptica que o leva para mais perto do Sol. O asteroide leva aproximadamente 4 anos para orbitar a estrela.

Alguns cientistas acreditam que as probabilidades do 2024 YR4 colidir com a Terra vão cair em sua próxima órbita.

IG