Enquanto governo espera as urnas, bets ilegais se multiplicam
A MP que proíbe as bets já está valendo, mas a articulação para sustentá-la no Congresso ficou para depois da eleição.
Com deputados e senadores concentrados na reta final das campanhas, a expectativa dentro da base governista é que a discussão sobre a medida só ganhe força na próxima semana, provavelmente a partir da próxima terça-feira (06).
Neste momento, para os petistas, a prioridade é a eleição de domingo. Também não há preocupação, entre governistas, com a demora para começar a articulação no Congresso.
A segurança passa pela avaliação de que a proibição já está em vigor e ganhará força política depois das urnas. Nos bastidores, governistas consideram difícil que o Congresso consiga construir maioria para derrubar a medida.
Enquanto a articulação política espera, as bets clandestinas continuam se multiplicando. Um levantamento da ANJL (Legitbet, plataforma mantida pela Associação Nacional de Jogos e Loterias), identificou 6.401 novos sites de apostas ilegais entre 22 e 28 de setembro. Só no domingo (27), dois dias depois da publicação da MP, apareceram 3.094 novos endereços, cerca de 67 vezes o registrado no domingo anterior.
Enquanto os clandestinos continuam abrindo novos endereços, o setor regulamentado tenta resolver no STF o futuro das empresas atingidas pela MP. A aposta do setor é conseguir na Justiça suspender os efeitos da medida antes mesmo de o Congresso entrar de vez na discussão.
A segurança passa pela avaliação de que a proibição já está em vigor e ganhará força política depois das urnas. Nos bastidores, governistas consideram difícil que o Congresso consiga construir maioria para derrubar a medida.
Enquanto a articulação política espera, as bets clandestinas continuam se multiplicando. Um levantamento da ANJL (Legitbet, plataforma mantida pela Associação Nacional de Jogos e Loterias), identificou 6.401 novos sites de apostas ilegais entre 22 e 28 de setembro. Só no domingo (27), dois dias depois da publicação da MP, apareceram 3.094 novos endereços, cerca de 67 vezes o registrado no domingo anterior.
Enquanto os clandestinos continuam abrindo novos endereços, o setor regulamentado tenta resolver no STF o futuro das empresas atingidas pela MP. A aposta do setor é conseguir na Justiça suspender os efeitos da medida antes mesmo de o Congresso entrar de vez na discussão.
DP

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