Empresária acusada de falsificar passaporte de Ronaldinho é presa
A empresária Dalia López, acusada de ter fornecido passaportes falsos usados por Ronaldinho Gaúcho e pelo irmão dele, foi presa em Assunção, no Paraguai, nesta quinta-feira (2). Ela estava foragida há seis anos.
A Polícia Nacional e o Ministérico Público do Paraguai divulgaram as informações. O procurador Federico Leguizamón liderou a operação contra Dalia, que é acusada pelos crimes de falsificação de documentos públicos e associação criminosa.
No local onde a mulher foi encontrada, a polícia encontrou cerca de 220 mil dólares e 330 milhões de guaranis em dinheiro vivo. Agentes também apreenderam quatro tablets, dez aparelhos celulares e um notebook.
Ronaldinho Gaúcho foi preso em 2020 no Paraguai junto com o irmão e empresário Roberto Assis, acusados de portar um passaporte com informações falsas. Eles ficaram presos preventimente por cinco meses.
Na época, a defesa do ex-jogador, encabeçada pelo ex-procurador Adolfo Marin, afirmou que tais documentos foram um presente ao qual os dois irmãos não deram muita importância.
Ronaldinho havia chegado ao Paraguai junto com Assis no dia 4 de março de 2020 ara ceder a sua imagem a um projeto de ajuda a crianças realizado pela empresária Dalia López através da fundação que ela presidia, além de participar da abertura de um cassino.
De acordo com as investigações, a fundação foi criada pela empresária paraguaia de um dia para o outro.

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