O ex-desembargador Rafael de Araújo Romano, do Tribunal de Justiça do Amazonas, foi condenado a 47 anos de prisão por estupro de vulnerável contra a própria neta.
Segundo as informações, os abusos começaram quando a vítima ainda era criança.
👉 A Justiça reconheceu
👉 A condenação veio
👉 A pena foi fixada em regime fechado
Mas…
❗ Poucos dias após ser preso, ele foi para prisão domiciliar.
⚖️ Sim, a lei permite em casos específicos (idade avançada e condições de saúde).
Mas aqui nasce o questionamento que a sociedade não pode ignorar:
❓ Quando a lei protege… e quando ela falha com quem mais precisa?
Porque enquanto se discute o direito do condenado…
👉 A vítima cumpre uma pena que nunca termina.
👉 A infância ferida não tem benefício.
👉 O trauma não tem progressão de regime.
📌 O ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente) é claro:
crianças têm prioridade absoluta.
Mas decisões como essa deixam uma sensação perigosa:
⚠️ Existe o risco de a Justiça parecer mais acessível para quem tem poder do que para quem precisa de proteção.
📢 Não é sobre vingança.
É sobre proteção real da infância.
📢 Não é sobre emoção.
É sobre coerência entre lei e prática.
❗ Quem está defendendo essas crianças?
💬 Justiça ou privilégio?
📌 SALVE isso precisa ser lembrado
📢 COMPARTILHE porque o silêncio protege o agressor

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