Você faz um sinal de agradecimento ao atravessar a rua? Então, de acordo com os psicólogos, você pertence a um desses grupos
Cada um de vocês sabe disso. Um carro atrás do outro, e você espera em vão na faixa de pedestres. Alguns motoristas não prestam muita atenção aos pedestres porque se consideram os principais usuários da via; outros, por outro lado, demonstram humanidade. Eles param para deixá-lo atravessar rapidamente e você levanta a mão em agradecimento. Embora esse seja um gesto simples que parece não ter importância, os psicólogos têm uma opinião diferente. De acordo com eles, esse pequeno gesto diz muito sobre seus traços de personalidade.
O gesto de agradecimento
Você provavelmente acha que dizer obrigado faz parte da ética básica, é automático e você faz isso sem pensar. Entretanto, ao contrário das interações normais face a face, em um espaço público esses gestos têm um significado muito mais profundo e não são tão óbvios. Alguns psicólogos se concentram no comportamento pró-social que explora esses gestos e que se manifesta na manutenção do bom funcionamento da sociedade. Eles descobriram que as pessoas que acenam, acenam com a cabeça ou fazem contato visual para agradecer têm muito mais probabilidade de demonstrar empatia, consciência, ajuda e tolerância. Essas pessoas veem a consideração como parte de sua personalidade e se sentem mais felizes.
“Os pesquisadores que estudam a gratidão descobriram que ser grato e expressar isso aos outros é bom para nossa saúde e felicidade. Isso não apenas nos faz sentir bem, mas também nos ajuda a criar confiança e laços mais estreitos com as pessoas ao nosso redor. As pessoas que dedicam tempo para demonstrar essa cortesia comum se preocupam com os outros e compartilham qualidades semelhantes”, explicou a psicóloga Jill Suttie.
Perfis psicológicos
Se você reage acenando ou balançando a cabeça ao atravessar a rua, isso significa que você é uma pessoa com alta consciência social. Você valoriza relacionamentos harmoniosos e está longe da imprudência. Portanto, de acordo com os psicólogos, você pertence a um desses grupos.
- Alta empatia cognitiva: quando se encontra no papel de pedestre, você pensa principalmente em não atrapalhar o trânsito ou ser um incômodo. Você pode ter empatia com o papel do motorista, que exige cautela. Se ele lhe der a preferência de passagem, seu aceno é um sinal de gratidão e compreensão.
- Prosocial: reconhecer a ajuda de um motorista levantando a mão é apenas um pequeno gesto. Na maioria das vezes, você se manifesta na comunidade com muitos outros gestos ou atos cotidianos de bondade para contribuir para uma maior compaixão e empatia no mundo de hoje.
- Forte inteligência social: você é muito bom em reconhecer ações que outras pessoas não veem. Esse trabalho invisível não é apreciado, como, por exemplo, reduzir a velocidade de um motorista. Você é ainda mais capaz de apreciar essas situações.
- Personalidade educada: você é um daqueles indivíduos que são agradáveis e corteses em todas as situações. Quando testemunha um gesto gentil, “você quer que as outras pessoas também se comportem dessa maneira. Ao mesmo tempo, você está aberto a qualquer pessoa que queira seguir um caminho de personalidade semelhante.
- Reconhecer a regra do quid pro quo: Se você presenciar situações semelhantes, como um levantar de mãos, você acredita em honrar uma regra. A gentileza deve ser sempre recompensada porque merece reconhecimento.
Conclusão
Se você tem considerado o gesto de mostrar as mãos como agradecimento um gesto insignificante, deve mudar isso. Isso mostra como é sua personalidade e como você trata as outras pessoas. Os especialistas geralmente concordam que a gratidão não é um dado adquirido, e as pessoas que sabem apreciar os outros se destacam na sociedade. “Quando as pessoas testemunham expressões de gratidão, elas percebem que uma pessoa grata é aquela que percebe quando outras pessoas fazem coisas gentis e realmente dedica tempo para apreciá-las – isso significa que ela é uma boa parceira social. As pessoas que são úteis como parceiros sociais são realmente desejáveis”, observa Sara Algoe, da Universidade da Carolina do Norte.
msn


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