“Nenhum direito é absoluto, e o país precisa funcionar”, diz ministro da Justiça
A Constituição não prevê a eleição interna na Procuradoria, mas a prática foi adotada nos governos do PT, que indicaram para procurador-geral sempre o primeiro da lista. A conduta era elogiada por membros do Ministério Público por em tese garantir maior autonomia ao órgão.
Moraes diz que o poder do MP é grande, mas não pode ser “absoluto”. Afirma o mesmo sobre o direito à manifestação. Ele vai absorver também a Secretaria de Políticas para as Mulheres e diz que a área não sofrerá retrocessos.
Folha de São Paulo
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