sexta-feira, 28 de julho de 2017

CEARÁ-MIRIM: LIMPEZA FAZ BEM A JUSTIÇA

Por: Carlinhos Supla. 

Eu vejo um presente pessimista e obscuro no Brasil. 
Vejo políticos, ministros, ex ministros governadores, ex governadores, deputados, prefeitos, vereadores, sendo presos e investigados.
Vejo juízes, desembargadores, sendo presos e investigados.
Vejo agentes públicos, secretários, assessores parlamentares,  sendo presos e investigados em toda parte do país. 
Sem dizer que, esses eram intocáveis a pouco tempo atrás, pela justiça. Muitos até, continuando a prática de crimes, mesmo sendo investigados ou até mesmo presos. Num vício incontrolável. 
Muitos não estão percebendo a mudança. A limpeza já está sendo feita. Foi o que o historiador e pensador moderno Leandro Karnal quis dizer: 
"Estamos apenas no início da limpeza."
Mas como todo criminoso dependentes dos seus vícios, usam da filosofia do crime que:
-Quem é pego é 'otaro'.
-Isso só acontece com os outros.
Pensam eles.
O sóciopata ou corrupto, não é diferente. Agem como leões famintos, nas planícies africanas, em busca de sua presa. Roubando, desviando e se apropriando do erário público. Devoram os cofres públicos sem piedade. Deixando apenas carcaças para o povo. Abastecendo assim seus enriquecimentos ilícitos. Mas quando são pegos com a 'boca na botija',  o choro público é vergonhoso, penoso e humilhante. Com direito a soluço e a pedido de desculpas a família. Que o diga Gedel Vieira. E em seguida, com cara de paisagem e sentimento, como se diz na linguagem do crime: "A casa caiu."
Dizem que o poder é o sexo dos velhos. E com essa máxima, eu lembro "o balança mais não cai" da nossa política. O senador Romero Jucá tinha razão quando afirmou: "O Brasil está numa suruba política."
Mas eu vejo também, um futuro melhor no país. Como um otimista, eu vejo uma nova era dos tempos modernos na música de Lulu Santos:
"Eu vejo a vida melhor no futuro.
Eu vejo isso por cima do muro de hipocrisia, que insiste em nos rodear."
Não existe país, democracia ou sociedade perfeitas. A perfeição é inexistente. O ideal, está no equilíbrio das coisas públicas. Oferecer o básico ao povo, já é um grande avanço. 
Num ensinamento budista, diz que:
"Uma corda de instrumento musical não se deve está frouxa demais, porém, não devemos  aperta-la com muita força, para evitar seu rompimento.
Não precisamos sermos uma sociedade perfeita. Mas, podemos sermos uma sociedade melhor. 

Tenho dito.

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