quinta-feira, 21 de maio de 2020

RN: DEPUTADO AZEVEDO QUESTIONA OPOSIÇÃO SOBRE CLOROQUINA

Azevedo questiona oposição sobre uso da cloroquina: “Nem tinha tarja e agora é veneno?”

Coronel AzevedoO deputado estadual Coronel Azevedo (PSC) questionou as oposições ao uso da cloroquina como medicamento para o tratamento do coronavírus. Em entrevista à Agora FM (97,9), Azevedo culpou questões ideológicas por atrapalharem o alcance do remédio às pessoas com menores condições financeiras.

"Há mais de 70 anos, a cloroquina não tinha nenhuma tarja e agora virou veneno? Quando os ricos se infectam, tomam. É preciso que a rede pública ofereça esse instrumento de forma alternativa. Ninguém é obrigado a tomar. O que não podemos é que o pobre seja proibido de tomar, por questões ideológicas de governo esquerdista", apontou.

Conforme dito pelo parlamentar, a cloroquina tem sido usada de forma "escondida" pelas pessoas com maior condição de compra. Coronel Azevedo relembrou o caso do chefe do Centro de Contingência ao Coronavírus em São Paulo, Davi Uip, que testou positivo para o vírus e tomou a cloroquina, mas optou por manter em segredo o seu tratamento.

"Foi feita uma pesquisa com mais de 6 mil médicos de 30 países do mundo, em que apontaram a cloroquina e a azitromicina como os principais fármacos de enfrentamento à doença. Aqui no Brasil tem um debate ideológico para não usar a cloroquina. Os ricos do Brasil estão usando e escondido. Davi Uip, secretário de saúde do PSDB, usou escondido. A mesma coisa acontece com outras pessoas. As maiores redes privadas têm usado. O Brasil fez uma experiência maluca em Manaus, utilizando em estados terminais. A cloroquina só se aplica nos sintomas iniciais, conforme os cientistas recomendam", relatou.

O experimento de Manaus foi realizado em abril com a cloroquina e teve seu andamento interrompido após 11 pessoas morrerem. Para os testes, as pessoas receberam uma dose alta de cloroquina (600 mg duas vezes ao dia por 10 dias, uma dose total de 12g) ou uma dose baixa de 450mg por cinco dias (duas vezes somente no primeiro dia, uma dose total de 2,7g).

No tocante aos efeitos colaterais citados pelo medicamento, o deputado afirmou que qualquer remédio possui tais efeitos e que tomaria a cloroquina, sem esconder que estaria realizando o tratamento com o medicamento.

"Adotaria a cloroquina e jamais usaria escondido. Em qualquer bula de remédio você vê efeitos colaterais. A cloroquina nem tarja tinha", concluiu.

Agora RN

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