sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

GOLEIRO BRUNO: FALA A VOZ DA EXPERIÊNCIA

‘Presídios comuns são escolas do crime’, diz goleiro Bruno

Preso desde julho de 2010, o ex-goleiro do Flamengo Bruno Fernandes já passou por duas das maiores penitenciárias do país. Há um ano e quatro meses, ele foi transferido para um presídio diferente, em Santa Luzia, região metropolitana de Belo Horizonte. Lá, ele faz cursos, trabalha vigiando os colegas e carrega as chaves da própria cela. VEJA visitou a unidade e conversou com outrora ídolo de uma das maiores torcidas do país. Ele diz que no novo presídio, administrado por uma organização não-governamental, pôde “voltar a sonhar”. Bruno não sabe quando ganhará de novo a liberdade – diz até que ainda não está preparado para voltar ao convívio social -, mas tem certeza de uma coisa: o sistema convencional, em vez de recuperar os presos, acaba por torná-los ainda mais violentos. Ele espera cumprir pena no semiaberto a partir do início do ano que vem.

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