segunda-feira, 15 de junho de 2020

OPINIÃO



O STF em 'polvorosa'

A suprema corte brasileira está sofrendo ataques por todos os lados, porém só existe um culpado para que tudo isso ocorra. 

Quem seria esse culpado? a própria!

Uma corte onde, segundo o ministro Barroso, tem gabinete sorteando ficha para soltar bandido.

Uma corte onde o celular de um suposto assassino é bem mais protegido do que o celular do presidente da república.

Uma corte onde membros antes de se tornar ministro trabalhou para o crime organizado.

Uma corte onde existe ministros que fazia parte das folhas 'monentárias' da Lava Jato.

Uma corte onde esposas de ministros trabalham com condenados pela Lava Jato.

Uma corte que nos últimos tempos tem julgado processos por decisões políticas e não juridicas.

Uma corte onde não colocou um condenado pela Lava Jato na cadeia.

Uma corte onde existe ministro que solta pela manhã condenados que a Lava Jato prende a noite.

Uma corte que guarda a sete chaves processos que se arrastam há décadas por suas gavetas, mas julga processos de figurões da nossa política em dois dias.

Uma corte que obriga o executivo a não se meter na saúde dos estados e municípios, mas tem que mandar dinheiro na hora que pedirem.

Uma corte que não se preocupa com a miserabilidade de milhões de brasileiros, mas sugam os cofres da nação ostentando com o que chamam de 'penduricalhos', absolvendo cerca de 1,3% do PIB brasileiro.

Uma corte que nem sempre mostra imparcialidade nas suas decisões.

Uma corte que tem entre as refeições camarão à baiana, medalhões de lagosta com molho de manteiga queimada, bacalhau à Gomes de Sá, frigideira de siri, arroz de pato, pato assado, tournedos de filé e pernil de cordeiro assado, tudo pago pelo contribuinte, em detrimento de quem não tem nem pão com ovo em casa.

Qual a segurança e credibilidade que uma corte dessa passa para o povo brasileiro?

É difícil responder de quem é a culpa por todos esses ataques sofridos?

Um comentário:

Ionaldo Carvalho disse...

Concordo totalmente com que está escrito.


Ionaldo Carvalho