segunda-feira, 23 de março de 2020

OPINIÃO



É compreensível a preocupação dos donos de supermercados em controlar a entrada de clientes em número limitados para evitar possíveis contaminações pelo coronavírus.

Porém, a minha dúvida é se o controle resume-se só ao controle limitado de pessoas na entrada, e se não terá nenhum tipo de assepsia, tipo passar álcool gel nos carrinhos e nas mãos dos clientes como já se procede em supermercados do sul do país.

Vamos acreditar que os procedimentos sejam os mesmos.

Mesmo assim ainda vejo com preocupação a situação no interior da loja. 

Exemplo: o cliente se dirige ao setor de iogurtes ou bebidas em busca do que lhe interessa, certamente ele pegará qualquer um que estiver na frente, eles tem o mesmo peso, a mesma embalagem e não apresentam nenhum defeito. Não tem necessidade de apalpar ou escolher.

O mesmo não é feito no setor de frutas e verduras, o cliente escolhe, e para isso sai apalpando e descartando até encontrar a que lhe agrada. Se a pessoa estiver com o vírus evidentemente passará para a verdura ou fruta descartada, e é aí onde mora o perigo, o próximo cliente pode pegar essa fruta ou verdura e se complicar.

Evidentemente esse tipo de comportamento dos clientes não é só com frutas e verduras, mas esses são os mais vulneráveis a contaminação exatamente por serem os mais apalpados.

A pergunta é: como resolver esse problema do interior da loja?

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