terça-feira, 7 de janeiro de 2020

PROIBIDO EMBUTIDOS NA MERENDA ESCOLAR

Escolas públicas estão proibidas de servir alimentos embutidos nas merendas

Resultado de imagem para Escolas públicas estão proibidas de servir alimentos embutidos nas merendasA partir desta segunda-feira (6/1), os alimentos embutidos de origem animal, como salsicha, mortadela, linguiça e presunto ficaram oficialmente proibidos no cardápio da merenda escolar servida aos alunos da rede pública de ensino e instituições conveniadas à Secretaria de Educação do DF (SEEDF). A decisão foi publicada no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta segunda e tem validade imediata. 

O projeto de lei, de autoria do deputado distrital Reginaldo Sardinha (Avante), propõe uma alimentação mais saudável aos estudantes. Segundo o distrital, a retirada de tais ingredientes na refeição das escolas é uma forma de cuidar da alimentação dos alunos. “As pessoas não estão preocupadas com o que está sendo servido diariamente para as nossas crianças. Os embutidos, por sua vez, são alimentos agressivos e até mesmo nocivos à saúde de todos”, explicou Sardinha. 

A decisão publicada no DODF esclarece ainda que compete ao poder público fazer “ampla campanha entre professores, alunos e seus familiares e demais funcionários dos estabelecimentos de ensino, com a finalidade de alertar para os males à saúde das crianças proporcionados pelo consumo de alimentos embutidos.” 

Em 2015, a Organização Mundial da Saúde (OMS) classificou carnes processadas como cancerígenas. Segundo o relatório feito pela Agência Internacional de Pesquisa em Câncer, da OMS, os embutidos são um fator de risco para a doença e integram o grupo 1 de carcinogênicos. 

A Secretaria de Educação garantiu que não utiliza alimentos embutidos na merenda escolar desde o ano letivo de 2010. Segundo o órgão, a prática visa eliminar do cardápio das unidades escolares itens como salsicha, mortadela, linguiça e outros produtos industrializados, dando preferência a utilização de ingredientes naturais ou minimamente processados.

Correio Brasiliense

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