segunda-feira, 12 de junho de 2017

CEARÁ-MIRIM: PARCERIA EMPARN E PREFEITURA

MEIO AMBIENTE - Em Parceria com a EMPARN a PREFEITURA faz estudo para despoluir Rio Ceará-Mirim

Reuso da água:
Preocupada com a poluição do Rio Ceara-Mirim, onde o esgoto da cidade deságua como um grande vilão há anos, desobedecendo todos os critérios em defesa ambiental, a Prefeitura de Ceará-Mirim está buscando alternativas no sentido de resolver o problema.
Em parceria com Empresa de Pesquisa Agropecuária do RN - Emparn, a atual gestão municipal, está realizando um estudo que analisa a viabilidade de implantar um projeto piloto no Rio Grande do Norte, a partir da utilização dos efluentes gerados na estação de tratamento de esgoto da cidade, fazendo reuso da água, através de um sistema de fértil irrigação.
Provocado pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente, o diretor de Pesquisa e Desenvolvimento, da Emparn, Dr. José Simplício, e técnicos da área de irrigação do órgão, estiveram no município, participando de uma reunião o prefeito Marconi Barretto e a titular da pasta, Dra. Rosemeire Dantas, na sede da Prefeitura, de onde saíram para avaliar de perto o sistema de tratamento.
De acordo com a secretária Rose Dantas, algumas pesquisas desenvolvidas no Brasil, mostram a existência de um forte potencial para a utilização dos efluentes gerados no reuso da água, em benefício do solo e favorecimento do agronegócio.
Ela explica que no caso da agricultura, os nutrientes como fósforo, nitrogênio e potássio, que pertencem aos efluentes de esgoto tratado são bons, bem como, para as plantas forrageiras consumidas por animais ruminantes e pequenos ruminantes, e ressalta que esse processo acontece sem gerar danos à saúde humana e a carne animal, porque o sistema de fértil irrigação sintetiza os componentes maléficos, neutralizando os compostos dos efluentes.
Para o prefeito Marconi Barretto, o objetivo maior é despoluir o rio, mas a pesquisa científica, agrega ainda o quesito desenvolvimento econômico sustentável, onde se pode utilizar a potencialidade natural do solo, aproveitando no plantio do coco, por exemplo. "Vamos aguardar o resultado do estudo, quanto a viabilidade da implantação do projeto aqui no município, que permitirá a solução de um problema existente há anos", concluiu.

Assecom - PMCM

Um comentário:

Anônimo disse...

Minha gente estamos muito atrasado neste quesito no mínimo 60 anos, vamos ter coragem para que nosso rio seja limpo com urgência sem perde mais tempo; tudo isto para o bem de nossa cidade. veja bem quem poluir nosso rio tem que ser punido de acordo com a lei em vigor. Valeuuuuuu e boa noite.